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terça-feira, 17 de abril de 2012

A FILOSOFIA DE UG KRISHNAMURTI

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http://www.ugkrishnamurti.org/ug/quotes_and_photos/album03/page01.html


"Eu não tenho nada para ensinar. Não há nada para preservar. Ensinar implica algo que pode ser usado para trazer a mudança. Desculpe, não há nenhum ensinamento aqui, apenas  frases desconectadas. O que existe é apenas uma interpretação sua, nada mais. Por esta razão não existe agora, nem nunca haverá qualquer tipo de direitos de autor para o que estou dizendo. Eu não tenho reclamações. "

"Eu sou forçado pela natureza da sua audição para sempre negar a primeira afirmação com outra declaração. Em seguida, a segunda instrução é negada por um terceiro e assim por diante. O meu objectivo não é uma tese, mas a negação total de tudo o que pode ser expresso. "

UG enfatizou a impossibilidade e não-necessidade de qualquer alteração humana, radical ou mundana. Estas afirmações, segundo ele disse, não podem ser consideradas como um "ensino", isto é, algo destinado a ser usado para provocar uma mudança. Ele insistiu que o corpo e suas ações já são perfeitos, e ele considerou tentativas de mudar ou moldar o corpo como violações da paz e da harmonia que já está lá. 

A psique ou self ou mente, uma entidade que ele negou ter como qualquer ser, é composto por nada mais que a "demanda" para provocar uma mudança no mundo, em si, ou em ambos. Além disso, a humana auto-cosciência não é uma coisa, mas um movimento, caracterizado por um "descontentamento perpétuo" e uma " grande  insistência " na sua própria importância e sobrevivência.


Ele afirmou que habitamos um reino do pensamento. Quando a continuidade do pensamento é quebrado, mesmo que por uma fração de segundo, seu domínio sobre o corpo está quebrado e o corpo cai em seu ritmo natural. O pensamento também cai em seu lugar natural - então ele não pode mais interferir ou influenciar o funcionamento do corpo humano. Na ausência de qualquer continuidade os pensamentos que surgem entram em combustão.

Em seu estado natural, os sentidos do corpo assumem existência independente (não são coordenados por parte de qualquer 'eu interior') e as glândulas endócrinas (que correspondem aos locais dos Chakras Hindu) tornam-se reativadas. UG descreveu como é a glândula pineal (Chakra Ajna), que assume o funcionamento do corpo em estado natural, em oposição ao pensamento.

UG também sustentou que a razão para as pessoas aproximarem-se dele (e gurus), foi a fim de encontrar soluções para seus problemas quotidianos reais, e / ou de soluções para um problema fabricado, ou seja, a busca de espiritualidade e iluminação. 

Ele insistiu que esta pesquisa é causada pelo ambiente cultural , o que exige conformidade dos indivíduos, uma vez que, simultaneamente, coloca dentro de si o desejo de ser especial - a realização de iluminação, assim, vista como uma expressão culminante da "excepcionalidade" de um indivíduo e singularidade. 


Conseqüentemente, o desejo de iluminação é explorado por gurus, professores espirituais, e outros "vendedores de bens de má qualidade", que pretendem oferecer várias formas de alcançar esse objetivo. De acordo com UG,  todos esses facilitadores nada podem entregar, e não podem cumprir o que prometem, pois o objetivo em si (ou seja, iluminação), está inacessível.


"O homem é apenas uma memória. Você entende as coisas ao seu redor com a ajuda do conhecimento que foi colocado em você. Talvez o artista precise explicar sua arte moderna, mas você não precisa da ajuda de ninguém para entender uma flor. Você pode lidar com qualquer coisa, você pode fazer qualquer coisa se você não desperdiçar sua energia tentando alcançar as metas imaginárias. "

A articulação de suas idéias, pelo menos em público, não começou até UG estar na meia-idade. De acordo com UG, apesar de sua vida de esforços para trazer a iluminação espiritual , ele foi submetido a uma série de alterações em sua vida de experiências corporais, que colectivamente ele referia como "a" " calamidade " . 

De acordo com UG, "A chamada auto-realização é a descoberta para si e por si mesmo de que não há auto-descobrir. Isso vai ser uma coisa muito chocante, porque ela vai explodir cada nervo, cada célula, mesmo as células do medula dos seus ossos ". 

"Eu não sou anti-racional, apenas irrrational. Você pode inferir um significado racional no que eu digo ou faço, mas é o seu fazer, não meu."

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O CAMINHO ESPIRITUAL



http://www.orizamartins.com/poesias-jenario-caminhos.htm




Antes de tudo, o  caminho espiritual é um método para nos tornarmos verdadeiros. Nossa verdadeira natureza é a totalidade dentro do nosso eu e a unidade com o cosmo. 

Para avançar no caminho espiritual, precisamos adotar o seguinte paradoxo: crescemos na direção da totalidade como indivíduos separados, ao mesmo tempo que transcendemos essa separação e nos tornamos uma coisa só com o cosmo. 

Ambos envolvem o desabrochar das nossas qualidades humanas essenciais - percepção, amor, sensação física. Ambos requerem a integração do amor e do desapego, da distância e da intimidade.

Não podemos nos tornar reais fingindo que somos diferentes do que somos agora. Mesmo depois de termos começado a perceber a consciência fundamental, ainda somos pessoas incompletas e fragmentadas, ao mesmo tempo que estamos em sintonia com a dimensão da totalidade e da unidade. Isso significa que mantemos o direito humano de ficar deprimidos, embora sejamos cada vez mais capazes de sentir alegria e paz.


À medida que nossa percepção progride, nosso anseio de ser completos fica cada vez mais forte. Finalmente, ele torna-se o ponto central da nossa vida, a base de nossas escolhas na vida e a fonte fundamental da nossa satisfação. 

No mundo moderno, como provavelmente em todas as épocas anteriores, a pessoa em evolução precisa nadar contra as fortes e hipnóticas marés da ignorância e da descrença. Quando percebemos a consciência fundamental, passamos a viver numa dimensão desconhecida para a maioria das pessoas.

 Passamos a ter apenas a nossa percepção para nos guiar e tranquilizar. Precisamos confiar nos sinais sutis que marcam nosso caminho pessoal em direção à totalidade - as correntes cada vez mais profundas de energia no nosso corpo, a liberdade da nossa respiração, a radiância do ar, a sincronicidade entre os eventos exteriores e nossas esperanças necessidades interiores, e a expansão da nossa consciência, que impregna o nosso corpo e o nosso ambiente.

Embora a afiliação religiosa seja por certo uma opção, depois que penetramos na dimensão da consciência fundamental, não existe a necessidade de um ritual exterior ou de uma disciplina rigorosa. O caminho emerge à medida que avançamos, atraindo para nós as circunstâncias e práticas que irão facilitar o nosso trabalho. 

Como nosso mundo contemporâneo raramente nos dá apoio quando raspamos a cabeça ou pedimos esmola, precisamos encontrar nosso caminho na vida e reagir aos aspectos mais convencionais da sociedade, ao mesmo tempo que permanecemos no nosso caminho único e invisível.

 Na essência de todos e de tudo situa-se o radiante e ininterrupto "EU", a origem do universo. Quando vivemos nessa essência, sentimos a integração natural do corpo, do verdadeiro eu, com a base transcendente, difusa da consciência fundamental.

Fonte: Trecho do livro :  O Processo da Iluminação Espiritual (Um Método para Compreender a Consciência Cósmica ou Fundamental) de Judith Blackstone - Ed. Pensamento, São Paulo, 2002, p. 161/162

OS 14 PRINCÍPIOS ESPIRITUAIS DA CABALA

menorah
http://jewishfood.wordpress.com/2009/11/17/chanukah-menu/menorah/



Os 14 princípios espirituais da cabala
1. Não acredite numa única palavra do que ler.Teste as lições aprendidas.

2. Existem duas realidades básicas: nosso mundo do 1% e o âmbito do 99% da luz.

3. Tudo o que uma pessoa realmente deseja na vida é luz espiritual.

4. O objetivo da vida é transformação espiritual, passar de ser reativo para ser proativo

5. No momento de nossa transformação, fazemos contato com o âmbito do 99 %.

6. Nunca – mas nunca mesmo – coloque a culpa nas outras pessoas ou em eventos externos.

7. Resistir aos nossos impulsos reativos cria luz permanente
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8. O comportamento reativo , gera faíscas intensas de luz, mas deixa em seu rastro, por fim a escuridão.

9. Os obstáculos são a nossa oportunidade de nos conectarmos com a luz.

10. Quanto maior o obstáculo, maior a luz em potencial.

11. Quando os desafios parecem insuperáveis, injete certeza. A luz está sempre presente.

12. Mudança interna verdadeira é criada através do poder de DNA  das letras hebraicas.

13. Todas as características negativas que você identifica em outras pessoas são simplesmente um reflexo de  suas próprias características negativas. Somente consertando a si mesmo você pode mudar os outros.

E finalmente para terminar.

14. Ama a teu próximo como a ti mesmo. Todo o resto é apenas comentário.

Agora vá e aprenda
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fonte: O poder da Cabala - Yehuda Berg

O PODER DA PALAVRA







Um dos temas mais sérios e práticos que estudamos na cabala é o lashon hará ou maledicência. A quase totalidade das pessoas, independentemente de religião, idade ou classe social, pratica o lashon hará diariamente e experimenta seus indesejáveis efeitos.


O lashon hará se apresenta sob várias formas: a mais conhecida é quando uma pessoa fala a outra sobre os aspectos negativos de uma terceira pessoa. São pequenos machucados na alma, envolvendo neste caso:
1) Quem fala: expressando pura negatividade atrai a mesma negatividade;
2) Quem ouve: recebe toda aquela negatividade destrutiva;
3) De quem se fala: aquele que não ouve, mas sente e se enfraquece.

Este tipo de lashon hará é comum e aparece de muitas maneiras disfarçadas, mas não por isso menos nocivas. Por exemplo, quando você está com um amigo e começa a falar mal do governo, você realimenta a sua negatividade, a de seu amigo e daquele que exerce a função de governante. Mesmo que o governante seja desonesto, se o seu comentário não tiver um caráter construtivo simplesmente não o faça.

Mas existem outros tipos de lashon hará, também nocivos e mais difíceis de serem identificados. Você vive lamentando sobre si mesmo para os outros. “Coitadinho de mim, estou sempre doente, sem dinheiro, insatisfeito”. Neste caso o número de pessoas “machucadas” é de apenas dois, mas o efeito sobre suas vidas é igualmente devastador.

Um terceiro tipo de lashon hará ocorre quando você ouve a maledicência de um outro. Seja seu amigo de infância, seja seu parente mais próximo, quando sentir que este começa a despejar negatividade em seus ouvidos, experimente correr dali e estará fazendo uma nobre ação para ambos.

Enfim, se você, caro leitor, ainda duvida da importância de evitar todo este mal provocado pela negatividade da palavra experimente um exercício: passe uma semana inteira sem falar mal dos outros, sem falar mal de si mesmo e evitando ao máximo ouvir a negatividade alheia. Prepare-se, não será tarefa fácil, mas o resultado final pode ser um milagre em sua vida.

Fonte:http://www.portaldecabala.com.br/

VIDA URBANA E ESPIRITUALIDADE





Imagem Google

“Não pense que espiritualidade está apenas em templos, igrejas e montanhas: ela está onde você está. A palavra espírito vem da nossa capacidade de inspirar e expirar. Se alguém me insulta e sou capaz de compreendê-lo, sem me deixar levar pela raiva, pela vingança ou pela tristeza, estou praticando a espiritualidade. 

O estresse, a pressa e o trânsito são ótimas oportunidades de prática espiritual. Ao perceber a tensão, já me coloco em outro patamar: inicio um processo de autoconhecimento, percebo o que impulsiona e o que me retrai. 

A vida urbana nos dá ótimas oportunidades para aprimorar a paciência, a tolerância, o respeito à vida, a sabedoria e a compaixão. Todos os seres são conectados. Faça o seu melhor, respire profundamente e seja gentil.”

Autora :  Monja Coen 

BUDISMO, O CAMINHO PARA A CORRETA COMPREENSÃO




Como não nos é possível a nós ocidentais dissociarmos Zazen de Zen, Zen de Budismo, Budismo de Budha e Budha de Deus, "Santo", "fundador de uma religião", etc, permitimo-nos este breve esclarecimento: a palavra Budha (do sânscrito "bodhi"), significa Correta Compreensão ou Sabedoria. Budha é portanto, um estudo a ser atingido.

Ao alcançar a iluminação, despertar, comprrender corretamente (O QUE É), Sidharta Gautama atingiu o estado de Budha. Por conseguinte, devemos sentir a palavra como compreensão e Budismo como o caminho para a correta Compreensão.

Zen é a essência do Budismo e Zazen (meditar sentado, em japonês), é a prática fundamental do Zen. Zen originou-se do sânscrito Dhyana (C'han em chinês, Cohen em japonês) e significa literalmente Meditação.


O centro dos esforços dedicados pelo Budha por longos anos de meditação foi a erradicação do sofrimento que o levou ao estado de iluminação.

Devido à ignorância sobre sua natureza profunda - Mente Original -  os seres estão mergulhados na ilusão do ego, causa do sofrimento, e presos ao Sansara - Roda da Vida.

As quatro Nobres Verdades compreendidas pelo Budha são: os sofrimentos, suas causas, sua erradicação e o caminho que leva à extinção do sofrimento.

Apoiando esse caminho de libertação estão as três jóias: o Budha ( o Desperto), o Dharma (o ensinamento, a verdade), e a Sangha (a comunidade de praticantes).

O Zen é considerado a mais alta realizção de Budha, a transmissão de coração para  coração, da mente Original.  Praticar regular e corretamente Zazen é vivenciar o estado de Budha.

Zen é o modo de vida. Sentado, andando, comendo, dormindo, repousando, trabalhando ou estudando, devemos estar sempre "plenamente atentos", despertos, observando, sentindo, vivendo o Zen.

O despertar (iluminação) acontece a qualquer instante e deve ser desagradável não estar atento para percebê-lo.

Monge Yuhaku

terça-feira, 27 de março de 2012

Minha viagem de volta para casa


Google Images

Há algum tempo inciei meu processo de autoconhecimento, aliás, já faz bastante tempo mesmo. Não posso dizer que meu aprendizado foi rápido, não, o preço foi alto e o tempo dispendido foi longo, mas não me arrependo de nada porque tudo contribuiu para que chegasse a ser o que hoje sou, o que não é lá grande coisa mas posso afirmar que tenho procurado transformar cada experiência de vida num aprendizado.

 Hoje estou disposta a compartilhar um pouco deste meu processo com os leitores do blog. Então, vamos lá.


Não sei se vocês já perceberam que em nossos relacionamentos sempre achamos que a solução para os conflitos seria se o outro mudasse essa ou aquela atitude ou comportamento que nos desagrada.

Em algumas postagens anteriores feitas no meu blog "Projeto Agharta" (este blog)  já me referi à questão do espelho que está presente nos relacionamentos: nós atraímos pessoas que possam nos mostrar aspectos de nossa real personalidade que não aceitamos e procuramos esconder ou reprimir, muitas vezes até inconscientemente.

Os encontros, ou seja, os relacionamentos são as melhores oportunidades para perceber que o que reprovamos nos outros é o que não aceitamos em nós mas que, certamente,  faz parte de nós. Por outro lado, o que amamos no outro são também aspectos de nós mesmos que amamos e aprovamos.

Entretanto, para que haja mudanças, crescimento e amadurecimento, quando percebermos algo que nos desagrada no outro, é importante voltar o olhar em nossa direção para descobrir, onde, como e quando começamos a reprimir aquele mesmo tipo de atitude em nós.

Para mim, este processo de auto observação tem sido a mais importante ferramenta de auto transformação.
Não pensem que isto aconteceu comigo do dia pra noite. Só depois de anos e anos de sofrimento, ressentimentos, mágoas etc. é que comecei a buscar uma explicação e encontrei nas palestras do Guia de Eva Pierrakos bem como eum outras leituras, e no próprio TAROT uma ferramenta muito útil e que pra mim funcionou bem em meu processo. (Eva Pierrakos chamou este processo de Pathwork. No Brasil existem vários sites da fundação Pathwork).

Descobri em alguns anos de trabalho de auto transformação, que não é facil mudarmos e, mudar os outros então, é impossível, a não ser que, mudando a nós mesmos passemos a refletir/espelhar para os outros um comportamento que por sua vez eles poderão espelhar/refletir.

Outra coisa que descobri: manter o foco nas qualidades que admiramos nos outros contribui para que elas se expandam e também se focarmos o que o outro tem de pior isto também se expandirá.
Uma frase que acho que resume o que estou tratando agora é: Queres mudar o mundo? Começa varrendo a porta de tua casa!

Outra coisa que aprendi: nos isolar  porque achamos difícil lidar com o comportamento dos outros não ajuda em nada, nem nós nos transformamos, nem damos aos outros esta oportunidade preciosa de interagir para se transformar.

Quando comecei a voltar o olhar para mim mesma, a observar meus pensamentos, sentimentos e atitudes em relação aos outros e assim fazendo comecei a me conhecer melhor, foi que comecei a mudar a minha energia vibracional que, de densa de ressentimentos, mágoas, ódios,  rancores e insatisfações mudou para uma energia vibracional mais  elevada, de compreensão, acolhimento e paciência.

Para minha surpresa um milagre começou a acontecer, quase todos que participavam do meu grupo de relacionamentos também se beneficiaram e aquelas mudanças que tanto havia desejado chegou para a maioria de nós. E, ainda, circunstâncias e coisas que tanto havíamos desejado começaram a surgir na nossa vida mudando tudo para melhor.
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Você também pode realizar milagres em sua vida, o primeiro passo é querer. E, quando as coisas parecerem muito pesadas e difíceis de suportar pode e deve recorrer ao Deus de seu coração para que o auxilie derramando suas bênçãos e graças sobre você  e sua vida.

Onde encontrar as palestras do Guia de Eva Pierrakos: http://www.pathworksp.com.br
Também aconselho a leitura dos livros de Eckart Tolle.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O "CAMINHO" E SEUS ATALHOS....

Caminho das Azaleas  (Japanese garden - Oregon)

Houve um tempo em que se pensava, e ainda existem muitos que pensam assim até hoje, que seu caminho espiritual é o único. Vislumbram a Luz de Deus e querem passar isso a todos como se fossem os únicos que mereceram descobrir o caminho certo e querem a qualquer custo fazer com que os outros sigam atrás deles por aquele caminho.


Eles ignoram que o caminho de Deus é o caminho de todos os homens. Todos! E que cada um o segue por um atalho diferente. Não percebem que existe um mundo individual para cada ser humano e que cada um vive imerso nesse universo subjetivo impenetrável aos demais.


Quem não admite essa realidade não é ainda, verdadeiramente iluminado porque, só o é, aquele que consegue enxergar a Unidade nas diversidades.


Regras de ouro :

1. "Não pense, não deseje, não faça a nenhum semelhante aquilo que você não quer para si mesmo".

2. "O amor é a chave secreta que abre a porta do paraíso".


Cada pessoa encontra o seu caminho e sua própria forma de encontrar com Deus. E lembrem-se: Deus não nos apressa nunca. Fez a todos nós dotados de livre arbítrio para que através dessa liberdade possamos descobri- Lo e resolver por livre e espontânea vontade, voltar para a casa que Ele preparou para cada um de nós desde a fundação do mundo.


A doença, o sofrimento, a dor, o amor, a alegria, a felicidade, a maldade que alimentamos por ignorância, tudo isso, por incrível que pareça, mais cedo ou mais tarde, nos leva até Deus.


Oração para distinguir as ovelhas dos lobos:

"Senhor Jesus, dissestes aos vossos discípulos: Eu vos deixo a paz, Eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima esses vossos seguidores. Dai-nos segundo o vosso entendimento a paz e a unidade. Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo". Amém.


"Não é necessário salvar o mundo, apenas faça a sua parte."


Fonte : Trecho do livro "Vivências de um aprendiz". Autor: Francisco Ferreira (Mr. Smith)