Mostrando postagens com marcador cidade sustentável. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cidade sustentável. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de dezembro de 2014

UMA CIDADE INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL NO JAPAO



Fujisawa SST- Cidade Inteligente e Sustentável no Japão

Uma Cidade Inteligente e Sustentável no Japão
Lembra-se do Projeto Fujisawa SST? Pois é, ela foi inaugurada recentemente. Pra quem ainda não conhece, o Fujisawa SST é uma cidade desenvolvida pela Panasonic, com o apoio de outras 8 empresas, que funciona de forma inteligente e sustentável.

A cidade abrange uma área de 180 mil metros quadrados (o tamanho de quase 25 Maracanãs), em Fujisawa (Kanagawa), a cerca de 50 km da capital Tóquio. Antigamente, este local era uma fábrica de televisores, ventiladores e geladeiras da Panasonic.

O que terá na cidade Fujisawa SST?

O custo estimado para construir o Fujisawa Sustainable Smart Town foi de cerca de R$ 1,3 bilhão e segundo a empresa, cerca de três mil pessoas devem habitar Fujisawa até 2018. A ideia é que esta cidade adaptada às novas tecnologias limpas, sirva de inspiração para outras cidades do Japão e do mundo.
Ela conta com serviços de compartilhamento de carros e bicicletas elétricas, casas alimentadas por energia solar e os moradores terão até incentivo financeiro para reduzirem o consumo de energia. As fontes renováveis de energia serão responsáveis por 30% do abastecimento da nova cidade.
Os Painéis solares nos telhados das casas garantem a energia necessária para os moradores. As sobras são armazenadas em baterias. A iluminação das ruas é feita com lâmpadas de baixo consumo, que possuem detecção de presença. A cidade também terá “smart spots”, locais para alugar bicicletas e carros elétricos e as reservas poderão ser feitas pela televisão na própria residência.
Algumas ruas serão exclusivas para carros e bicicletas e outras apenas para pedestres. Desta forma dará mais segurança para as crianças brincarem. Há centros de cuidados médicos para idosos, espaço para recreação infantil e para realização de eventos à disposição de todos, além de uma praça central, onde será oferecido serviços e oficinas interativas aos moradores.

Quanto custa uma casa do Fujisawa SST?

As casas em Fujisawa possuem até 163 m² e custam em torno de US$ 550 mil, US$ 50 mil a mais do que uma casa sem a tecnologia “smart”, segundo a Panasonic. As novas soluções tecnológicas e a arquitetura sustentável utilizadas na cidade buscam reduzir em 70% a emissão de CO2, um dos gases vilões aquecimento global, e economizar 30% no consumo de água.
Confira os vídeos abaixo para ter uma noção de como é viver em Fujisawa Sustainable Smart Town, uma cidade verde e inteligente, concebida com a tecnologia Panasonic e considerada a cidade do futuro.

Fonte: Japão em foco
http://www.japaoemfoco.com/uma-cidade-inteligente-e-sustentavel-no-japao/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JapaoEmFoco+%28Japao+em+Foco%29


quarta-feira, 6 de março de 2013

Para mudar de rumo, China alia crescimento e inovações sustentáveis

Fonte: Google Stock Image
Quem não ouviu falar do milagre econômico chinês? Em 2011, o país ultrapassou o Japão no ranking das maiores economias do mundo. Segundo estudo da Comissão Nacional de População e Planejamento Familiar, da China, mais de 100 milhões de chineses deverão se mudar do interior para os centros urbanos até o ano de 2020. A migração interna será responsável por números impressionantes: em breve, o país terá 221 cidades habitadas por mais de 1 milhão de pessoas.

VEJA MAIS...

domingo, 8 de julho de 2012

FAZENDAS DE TELHADO

Foto: FAZENDA DE TELHADO  Além de ser a cidade mais populosa dos Estados Unidos, Nova Iorque agora terá a maior “fazenda de telhado” do mundo. O empreendimento, que terá 100 mil metros quadrados (10 hectares), começou a ser construído no final de março no último piso do Sunset Park, no Brooklyn, pela BrightFarms, Inc., empresa especializada em construir e administrar hortas urbanas em estufas e telhados, de forma a diminuir tempo e distância entre a produção e comércio de alimentos.  O telhado do Sunset Park será feito em parceria com a Salmar Properties LLC, empresa responsável pelo plano de revitalização da prefeitura para a zona portuária do Brooklyn, do qual o “telhado verde” faz parte. O empreendimento pretende revolucionar a produção agrícola da cidade, transformando-a em modelo de agricultura urbana. No telhado do Sunset Park crescerão até um 1.000 toneladas de produtos por ano, como tomates, alfaces e ervas, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo de vegetais frescos de até 5 mil nova-iorquinos.  A fazenda será hidropônica, pois segundo a Brightfarms este é o tipo ideal de cultura para os telhados, uma vez que possui melhores resultados do que quando o solo, que é mais pesado, é utilizado como base. O sistema irá captar água da chuva, desviando aproximadamente 1,8 milhões de galões do já sobrecarregado sistema de esgoto de Nova Iorque. Embora a agricultura hidropônica seja mal vista pelos puristas, que dizem que o produto resultante não tem gosto, os avanços tecnológicos têm feito com que sua rentabilidade e popularidade cresçam cada vez mais.  O estímulo à agricultura urbana afeta positivamente a economia e o meio ambiente, uma vez que gera empregos e reduz a extensão e a complexidade da cadeia de abastecimento dos produtos, levando à mesa do consumidor vegetais mais frescos, saborosos e sustentáveis do que se viessem de outras partes do país. A primeira colheita da fazenda do Sunset Park está prevista para a primavera de 2013, e será vendida pela Brightfarms para um supermercado.   Fonte : Planeta sustentável Fonte: Oeco


Para chegar à fazenda, é só subir no telhado.


Além de ser a cidade mais populosa dos Estados Unidos, Nova Iorque agora terá a maior “fazenda de telhado” do mundo. O empreendimento, que terá 100 mil metros quadrados (10 hectares), começou a ser construído no final de março no último piso do Sunset Park, no Brooklyn, pela BrightFarms, Inc., empresa especializada em construir e administrar hortas urbanas em estufas e telhados, de forma a diminuir tempo e distância entre a produção e comércio de alimentos.

O telhado do Sunset Park será feito em parceria com a Salmar Properties LLC, empresa responsável pelo plano de revitalização da prefeitura para a zona portuária do Brooklyn, do qual o “telhado verde” faz parte. O empreendimento pretende revolucionar a produção agrícola da cidade, transformando-a em modelo de agricultura urbana. No telhado do Sunset Park crescerão até um 1.000 toneladas de produtos por ano, como tomates, alfaces e ervas, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo de vegetais frescos de até 5 mil nova-iorquinos.

A fazenda será hidropônica, pois segundo a Brightfarms este é o tipo ideal de cultura para os telhados, uma vez que possui melhores resultados do que quando o solo, que é mais pesado, é utilizado como base. O sistema irá captar água da chuva, desviando aproximadamente 1,8 milhões de galões do já sobrecarregado sistema de esgoto de Nova Iorque. Embora a agricultura hidropônica seja mal vista pelos puristas, que dizem que o produto resultante não tem gosto, os avanços tecnológicos têm feito com que sua rentabilidade e popularidade cresçam cada vez mais.

O estímulo à agricultura urbana afeta positivamente a economia e o meio ambiente, uma vez que gera empregos e reduz a extensão e a complexidade da cadeia de abastecimento dos produtos, levando à mesa do consumidor vegetais mais frescos, saborosos e sustentáveis do que se viessem de outras partes do país. A primeira colheita da fazenda do Sunset Park está prevista para a primavera de 2013, e será vendida pela Brightfarms para um supermercado.


Fonte : Planeta sustentável
Fonte: Oeco



MINA DE DIAMANTES VIRA CIDADE SUSTENTÁVEL




O buracão da segunda maior mina já escavada pelo homem, na Rússia, será preenchido por uma cidade sustentável, que irá funcionar toda debaixo da terra.
Localizada na Sibéria, a mina de diamantes de Mirniy abriu uma cratera de um quilômetro de diâmetro e 550 m de profundidade! A Ecocity 2020 vai ser construída para preencher esse buraco da mina. Será uma cidade vertical com jardins, florestas, áreas de lazer, setores residenciais e comerciais.
Quem morar por lá vai ter que malhar as pernas (ou usar os prováveis elevadores e rampas) e também estará comprometido com reciclagem e reaproveitamento: as regras ambientais da cidade serão muito rígidas.
Haverá uma cúpula de vidro para cobrir todo o local, de forma a proteger a Ecocity das temperaturas extremas da Sibéria – lá, pode chegar a fazer -40ºC no inverno! O “teto” da cidade também terá células fotovoltaicas para gerar energia para todos os 100 mil habitantes que a cidade vai comportar. A construção da Ecocity é um grande passo para a Rússia e também para a engenharia e arquitetura sustentáveis: se der certo, vai virar um modelo de reaproveitamento de espaços devastados pela ação humana que eram considerados improdutivos.
(imagens: Evolo)
AUTORA: Lívia Aguiar