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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O INCRÍVEL PODER DAS FLORES




D

ecorar a casa com flores, ramos e galhos naturais não é um costume do momento. Os antigos Egípcios já usavam lírios e flores de papiro como decoração. Os sumo sacerdotal orientavam o povo sobre a proteção que um vaso de flores trazia a casa.


   Os gregos tinham as flores naturais em pétalas, as quais usavam nos banhos para perfumar e principalmente para purificar o espírito, que acreditavam estar carregado com o mal.


    Em casamentos era costume derramar pétalas de rosas no chão para os noivos passarem. Este ato era mais espiritual do que decorativo, pois era usado para espantar os demônios da discórdia e trazer tranquilidade ao casal.


  Os Sacerdotes Celtas quando pressentiam a presença do mal, pediam às famílias que fizessem coroas de flores naturais, que eram usadas quase que diariamente. As flores também eram usadas para proteger as crianças.


     As flores são a alegria para o coração, fortalecimento para o espírito e estímulo para o físico. O aroma das flores nos traz tranquilidade, porém, causa efeito contrário para os maus espíritos, causando-lhes repulsa e espantando-os.


  Casas decoradas com flores ou ramos naturais tornam o ambiente leve, alegre e harmônico. As flores estão programadas, para filtrar as energias densas, e transmutá-las em vibrações mais elevadas.


    As flores doam suas vidas para manter a energia positiva do ambiente em que vivemos. Muitas vezes estamos com um vazo lindo de rosas que recém foram colocadas e então chega alguém em nossa casa. Quando esta pessoa vai embora percebemos que as rosas estão murchas, completamente mortas. O que aconteceu é que elas filtraram o mal e emitiram o bem.


    As flores têm uma vibração mais elevada que a vibração humana. O contato direto com as flores eleva nossas vibrações energéticas.

  As flores naturais dentro de casa trazem grandes benefícios: elas agem no fisiológico, no emocional e ativa o sistema límbico, produzindo mais neurotransmissores. 


FLORES E BENEFÍCIOS


ROSA: simboliza o amor incondicional; antidepressiva; fortalece o sistema emocional; LAVANDA: combate estresse; tensão nervosa; traz harmonia;

ALECRIM: tem um aroma delicioso; proteção; expulsa demônios; restaura o equilíbrio da casa e das pessoas.

MARGARIDA: transmite afeto e confiança às pessoas. Ideal para enfeitar um arranjo em uma cerimônia entre amigos. 

COPO-DE-LEITE: representa inocência e pureza, associa-se ao sagrado e simboliza a paz.

VIOLETA: a violeta não trabalha doando e sim tirando energia do ambiente. Portanto o único local em que se coloca um vasinho de violeta é no banheiro para que absorva as energias locais. Jamais presenteie alguém com violetas.

GERÂNIO: No emocional, oferece conforto e baixa a ansiedade. Alegra a alma para enfrentar com leveza os momentos difíceis de alguma perda. 

JASMIM: o jasmim representa a doçura, a feminilidade e a sensualidade, atuando muito nas emoções e fortalecendo-as, pois ao mesmo tempo em que é um aroma sedativo é também eufórico, afastando a depressão, a negatividade, a indiferença e a apatia.


Paz e Luz

Ester de Suzan


Fontes: El Poder Curativo de Las Flores y Plantas - Anna Huete  - Editora Oceano Ambar.

Aromaterapia y Flores Curativas.   Augusti, Perez - Editora Edimat Libros






Flower Power:
O incrível poder das flores.

sábado, 21 de maio de 2011

Mais uma flor para fazer parte de nosso pequeno jardim: miosótis


A LENDA DO MIOSÓTIS: UMA ESTÓRIA DE AMOR!
Há muitos e muitos anos havia um sábio persa muito querido por Deus,pela sua bondade e sabedoria.


Compreensivo com todos,sempre pronto a aconselhar e ajudar,ensinava ao seu povo o valor do perdão e o entendimento das falhas humanas,pois,humanos,somos todos nós e por isso, falíveis.


Deus,do alto da Sua glória acompanhava seus passos e tinha por ele tal admiração,que,chamando o seu anjo favorito,lhe enviou uma mensagem de amor e paz.


Prontamente o anjo cruzou os ares, célere,contente por ter sido escolhido para entregar a missiva.
Os anjos são os mensageiros celestes, mas,às vezes,têm que levar mensagens bem desagradáveis,o que os deixa muito tristes.


Enquanto cruzava o espaço o anjo avistou uma belíssima moça persa,que,sentada à beira de um rio,enfeitava os cabelos com umas flores delicadas,quase tão belas como ela mesma.


Enquanto trançava seus louros cabelos que pareciam feitos de fios de seda, cantava,com uma voz maviosa,uma canção de amor.
Sorriu, ao terminar a tarefa,ao ver refletido seu rosto nas límpidas águas do rio.


Encantado , ao ver tanta beleza,o anjo desceu e a raptou.
Passaram-se muitos dias de um amor infinito e o anjo lembrou-se de que a mensagem não fora entregue.
Arrependido, temeroso,voltou ao céu ,pensando em obter o perdão para sua falta.


Mas, encontrou fechadas as portas do paraíso.
Triste e choroso, o anjo ficou por ali lamentando a sua sorte e as loucuras que fizera por amor; mostrava-se sinceramente arrependido e Deus,comovido,enviou o Arcanjo Gabriel com um recado.


-Deus ordena que antes de trazeres para o céu uma filha da terra, povoes o solo de filhos do céu.


Confuso, o anjo voltou para a terra e contou à esposa o recado de Deus,confessando que não tinha entendido nada.Será que a moça teria uma explicação?


-É claro, ela lhe disse, sorridente.Essas flores que trago nos cabelos chamam-se “filhas do céu” ,mas, podem também ser chamadas de “não –me-deixes”.

De mãos dadas e felizes eles saíram pelo mundo, plantando,por toda parte,os miosótis ou não-me-deixes e terminada a tarefa o anjo envolveu a esposa nos seus braços vigorosos e voou para o céu.

domingo, 15 de maio de 2011

Coleção de orquídeas do Jardim Botânico do Recife.

Alguns espécimes do Jardim Botânico do Recife




A seguir uma contribuição para os estudiosos e apreciadores das orquídeas.
Classificação
A classificação das orquidáceas é um ponto importantíssimo e fundamental, não só do ponto de vista dos estudos, mas também para seu cultivo. É através da classificação que seu modo de cultivo é determinado.
As plantas foram classificadas em famílias, diferenciadas umas das outras pela estrutura de suas flores, hastes, folhas e raízes. Cada família é dividida em tribos e posteriormente em gêneros. De acordo com a classificação de Rudolf Schlechter, a família das orquidáceas é classificada em 85 grandes grupos (tribos), mais de 2500 gêneros e aproximadamente 35 mil espécies. As orquídeas são relacionadas em grupos de acordo com características vegetativas. Dentro das espécies encontram-se plantas parecidas, variando apenas as flores em tamanho e cores.
As orquídeas são classificadas na divisão Spermatophyta, subdivisão Angiospermae, classe Monocotyledonae, ordem Microspermae (Gynandrae) e família Orchidaceae. A família é uma das maiores plantas floríferas, englobando quase um sétimo das existentes no planeta. É composta por cerca de mil gêneros e vinte mil espécies. O maior número de espécies ocorre nas regiões subtropicais, predominando as formas epífitas e rupícolas, enquanto as formas terrestres são mais comuns fora dos trópicos. Há diversidade no tamanho, desde aquelas com as dimensões de uma cabeça de alfinete (microorquídeas) até plantas com caules de 5 ou 6m de comprimento. Muitas pessoas acreditem que as orquídeas são parasitas, no entanto elas apenas usam o hospedeiro para fixar suas raízes.
A 1ª subfamília, as Diandrae, compreende as espécies com duas anteras férteis e é composta por duas tribos: as Cipripediloideae e as Apostasioideae. Congregam orquídeas sem caule e com flores cujos labelos têm a forma de "sapatinhos".
A 2ª subfamília, as Monandeae, é formada por espécies com apenas uma antera fértil. É muito mais extensa e compreende todas as outras orquídeas. São tantas, que se desdobram em divisões, tribos, subtribos, séries, subséries e seções.
Divisão 1:
Basitonae- reúne as espécies com antera persistente e coluna curta, formando a tribo Ophrydoidae, que por sua vez divide-se em 8 subtribos de plantas terrestres, com raízes tuberculosas e que perdem as folhas na época do repouso do inverno. São elas: Androcorydeae, Disiae, Dispepideae, Habenarieae, Huttoneeae, Plantanthereae, Porolabieae e Satyrieae.

Divisão 2:
Acrotonae- tem como característica principal a antera caduca, ou seja, as políneas, ao serem removidas, desprendem também a cápsula na qual está alojada. Essa divisão é reagrupada em duas tribos: as Polychondreae e Kerosphaereae. Essa última tribo também divide-se em duas séries e congrega a maioria das plantas cultivadas para fins ornamentais.

Nomenclatura
As plantas são classificadas por um nome genérico e outro restritivo específico. Assim, o primeiro nome da planta refere-se ao gênero a que pertence e o segundo à espécie. Algumas plantas podem receber um terceiro nome para indicar a variedade referente à cor, tamanho, forma, ou modo de desenvolvimento.


Lista Das Espécies De Pernambuco
  • Amblostoma armeniaca (sin/syn Epidendrum armeniacum) tridactylum (sin/syn Amblostoma cernua)
  • Anacheilium alagoensis (sin/syn Epidendrum ou/or Encyclia alagoense), fragrans (sin/syn Epidendrum ou/or Encyclia fragrans), glamaceum (sin/syn Encyclia glumacea ou/or Epidendrum glumaceum), vespum (sin/syn Epidendrum vespum ou/or Encyclia vespa)
  • Aspidogyne bidentifera (sin/syn Erythrodes bidentifera), foliosa (sin/syn Erythrodes aratanhensis), kuczynskii (sin/syn Erythrodes kuczynskii)
  • Beadlea bicolor (sin/syn Cyclopogon bicolor), elegans (sin/syn Cyclopogon elegans)
  • Brassavola tuberculata
  • Brassocattleya - Híbridos Naturais/Natural Hybrids
  • B. tuberculata X C. granulosa
  • Bulbophyllum sanderianum
  • Capanemia thereziae
  • Campylocentrum crassirhizum, fasciola, iglesiasii, lansbergii, linearifolium, micranthum, ornithorrhynchum, pauloense, pernambucense, pernambucense, sullivanii
  • Catasetum appendiculatum, barbatum, barbatum fma albina, blackii, ciliatum, cristatum, discolor, hookeri, hookeri var. labiatum, macrocarpum, purum, reichenbachianum, uncatum
  • Cattleya elongata, granulosa, guttata, labiata, leopoldii var. pernambucansis
  • Cattleya - Híbridos Naturais/Natural Hybrids X le czar (C. granulosa x C. labiata) (Sin/Syn C. X imperator) X victoria-regina (C. labiata X C. leopoldii var. pernambucense)
  • Chaubardia surinaemensis
  • Comparettia coccinea
  • Coryanthes speciosa
  • Cyclopogon candidus (sin/syn Hapalorchis rhombiglossae ou/or Hapalorchis candidus)
  • Cyrtopodium aliciae, andersonii, gigas, paranaense
  • Diadenium barkeri
  • Dichaea panamensis
  • Dimeranda emarginata
  • Dipteranthus duchii
  • Disciphus scopulariae
  • Elleanthus brasiliensis, linifolius
  • Eltroplectris calcarata
  • Encyclia dichroma, euosma, longifolia, odoratissima (Lindl), oncidioides, oncidioides fma roseo-alba, osmantha, pygmaea (sin/syn Hormidium tripterum), randii, tripartita
  • Epidendrum ansiferum, cinnabarinum, compressum, crassifolium, difforme, denticulatum, elongatum, fulgens, imatophyllum, latilabre, latifolium, nocturnum, ochrochlorum, paniculatum (sin/syn densiflorum), pernambucense, ramosum, rigidum, saxatile, secundum, schomburgkii, spruceanum, strobeliferum, vesicatum, xanthinum
  • Epistephium lucidum
  • Eulophia alta
  • Eurostyles cotyledon
  • Gomesa barkeri, recurva
  • Gongora aropurpurea, bufonia, nigrita, quinquenervis
  • Habenaria cryptophila, glaucophylla, goyazensis, hexaptera, liguliglossa, matogrossensis, petalodes, pickelii, polycarpa, pratensis, schenckii, trifida
  • Hexadesmia cearensis, sessilis
  • Ionopsis satyrioides, utricularioides
  • Isochilus linearis
  • Jacquiniella globosa, teretifolia
  • Lanium avicula, berkeleyi
  • Leochilus labiatus
  • Leptanthopsis floripecten
  • Liparis nervosa
  • Lockhartia goyazensis, lunifera
  • Lygyophila rosea
  • Masdevallia infracta, infracta fma atropurpures, gomesii-ferreirae
  • Maxillaria amazonica, camaridii, ferdinandiana, jenischiana, leucaimata, minuta, notyliglossa, ochroleuca, pendens, rufescens, villosa
  • Mesadenella esmeraldae
  • Miltonia flavescens, spectabilis
  • Notylia barkeri, hemitricha, longispicata, lyrata, microchila, rosea
  • Octomeria deltoglossa, helvola, linearifolia, oxichela
  • Oeceoclades maculata (sin/syn Eulophidium maculatum)
  • Oncidium barbatum, blanchetii, cebolleta, cebolleta fma alvina, croesus, flexuosum, gravesianum, lanceanum, phymatochilum, raniferum
  • Ornithidium parviflorum
  • Phragmipedium sargentianum
  • Phymatidium delicatum
  • Physosiphon spiralis
  • Pleurothallis barbullata, exarticulata, gomesii-ferreirae, lingua, minima (sin/syn marginata), ochreata, paranaensis, peduncularis, pernambucensis, pruinosa, quartzicola, rubens, rudolfii, ruscifolia, saudersiana, sclerophylla, sphaeroglossa, trifida, uniflora
  • Pogoniopsis schenckii
  • Polystachya concreta, estrellensis, foliosa
  • Prescottia epiphyta, microrhiza, plantaginea, stachyodes
  • Psygmorchis pusilla (sin/syn Oncidium pusillum ou/or Tolumnia pusilla)
  • Reichenbachantus emarginatus
  • Rodriguezia bahiensis, bracteata, leeana, pubescens
  • Sanderella discolor
  • Sarcoglottis acaulis, grandiflora, schwackei
  • Scaphyglottis cuneata, sicikii, violacea
  • Schomburgkia crispa (ou/or gloriosa)
  • Schomburgkia crispa (ou/or gloriosa) fma albina
  • Schomburgkia crispa (ou/or gloriosa) fma atroviolacea
  • Sobralia liliastrum
  • Sophronitis cernua
  • Stanhopea lietzei
  • Stelis aprica, filiformis, loefgrenii, megantha, papaquerensis
  • Stenorrhynchus lanceolatus
  • Tetragamestus modestus
  • Trichocentrum cornucopiae, fuscum, tenuiflorum
  • Trichopilia santos-limae
  • Trigonidium acuminatum, latifolium, tenue
  • Vanilla bahiana, chamissonis, denticulata, gardneri, palmarum, pompona, schwackeana
  • Xylobium colleyi
  • Zygosepalum ballii
  • Zygostates dazyrhisa, kuhlmanni
  • Warmingia eugenii
  • Wullschlaegelia aphylla
Fonte: http://www.recife.pe.gov.br/meioambiente/jb_orquidario.php

terça-feira, 10 de maio de 2011

As belas tulipas holandezas

variedade que mais se aproxima da cor negra, 
conseguida através de várias seleções

Plantação de Tulipas

Jardim de Tulipas

Tulipa solitária
As Tulipas são flores originárias da Turquia, da antiga Pérsia (atual Irã) e do Afeganistão (regiões da Ásia Menor), pelas quais os holandeses se encantaram, plantam hoje em grande quantidade e fazem dela um símbolo nacional, foram trazidas para a Holanda pelas mãos do botânico Carolus Clusius, em 1593. 

O nome da planta "tulipa" é creditado a uma certa semelhança entre a sua forma e a de um turbante (trilpent em persa), espécie de "chapéu" ou "adorno" que os homens do oriente médio usam na cabeça até os dias de hoje. 


No norte da Holanda 10 mil hectares de terreno são dedicados ao plantio de flores. Em maio os campos viram um caleidoscópio de cores variadas, são as tulipas que explodiram em floração. Seus bulbos haviam sido plantados no final de outubro e início de novembro. Agora, estão prontas para serem colhidas e vendidas em floriculturas e supermercados.

Os números são impressionantes. Mais de 3 bilhões são plantadas a cada ano, das quais 2/3 são exportadas para os Estados Unidos da América e Alemanha. Os maiores campos de plantio pertencem aos Keukenhof.


 Atualmente a Holanda é a maior produtora de tulipas do mundo, com cerca de 2.000 variedades, exportando cerca de 2 bilhões de bulbos para mais de 80 países em todo o mundo, inclusive o Brasil que através da Holambra importa bulbos para o plantio e a venda de tulipas em nosso território. 


Ficha Técnica da Tulipa

Nome científico: Tulipa gesneriana l., da família das liliáceas bulbosas
Nome Comum: Tulipa
Cores mais comuns das tulipas plantadas em vasos: vermelho, rosa, amarelo e laranja
Cores mais comuns das tulipas de corte: rosa, amarelo, laranja e branco
Durabilidade: 07 dias
Usos da tulipa: decoração de ambientes, arranjos e buquês
Conservação: em ambiente refrigerado a 5° graus Celsius, necessitando de troca de água a cada 2 dias e corte de 2 centímetros da base de sua haste
Disponibilidade no mercado: de março a outubro
Padrão de venda: em vasos e em maços com até 10 hastes

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tulipa

sábado, 7 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Clematis


Achei lindos a flor e seu nome!

Flor esquisita

Nigella Damascena
 Esta flor de beleza estranha encontrei-a no:
http://o-bau-do-zejulio.blogspot.com/
Esta também!


Cytinus hypocistis (pútegas)

Flor raríssima !!!!!


Flor identificada no século XIX é reencontrada em Minas Gerais

Única amostra até então havia sido recolhida há mais de 150 anos.
'Lychnophora humillima' foi vista novamente por cientistas na Serra do Cipó.



Lychnophora humillima nunca mais havia sido estudada depois do século XIX. (Foto: Divulgação)

Lychnophora humillima nunca mais havia sido encontrada na natureza por cientista depois do século XIX. (Foto: Divulgação)
Uma flor identificada uma única vez por um naturalista no século XIX foi reencontrada por pesquisadores na Serra do Cipó, no centro de Minas Gerais. A planta, classificada como Lychnophora humillima , foi recolhida pela primeira vez por Ludwig Riedel, cientista alemão que percorreu o interior do Brasil há mais de 150 anos, a serviço do governo russo.
Mas como não se sabe exatamente os lugares por onde passou, a espécie nunca havia sido reencontrada, segundo informações dos Jardim Botânicos Reais de Kew, em Londres. A instituição participa de um projeto que mapeia a flora dessa região mineira, muito rica em biodiversidade.
Fonte: Do Globo Natureza, em São Paulo

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SERRA DO CIPÓ


A Serra do Cipó é atualmente uma das principais províncias turísticas de Minas Gerais.
Inserida na Estrada Real e no Circuito do Diamante, com um Parque Nacional, relevo especialmente acidentado, beleza cênica ímpar, inúmeras cachoeiras e uma das floras mais diversificadas do mundo, a região contabiliza um acervo invejável para o lazer, a prática de atividades ao ar livre, e a pesquisa científica.
Ademais, reúne condições excepcionais para a implantação de empreendimentos das mais variadas espécies.  


Atrativos e passeios

Fonte: 
www.serradocipo.com/

domingo, 1 de maio de 2011

Conheçam esta fadinha!


Hoje conheci esta flor cujo jardineiro acha parecida com uma fada. Eu também acho, reparem nas pétalas maiores que parecem duas asinhas". Seu nome científico é Saxifraga Stolonifera. Gosto mais de chama-la fadinha.
O jardineiro é José Santos (greenman)
http://musgoverde.blogspot.com/

sábado, 30 de abril de 2011

Conhecem a Madressilva?



A Madressilva é uma planta nativa da Europa, e bastante comum do centro ao sul de Portugal. É de cultivo fácil, pouco exigente no trato, e não necessita de regas extra, além da chuva que cai. 

Pelo facto de ser bastante ornamental e, ao mesmo tempo, de aspecto rústico, é uma escolha perfeita para jardins de inspiração mediterrânica, de baixa manutenção, transformando-se num belo arbusto que pode ser aparado para controlar o seu crescimento. 

E não podemos esquecer o aroma perfumado que exala das suas flores,  atraindo abelhas, traças e borboletas, sendo que estas últimas têm por hábito pôr os seus ovos nela. Curiosidade: pode ser extraída, das suas raízes, uma substância azulada usada em tinturaria.
Há, ia esquecendo do nome científico!    ......Lonicera periclymenum