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quarta-feira, 11 de maio de 2016

DIOTIMA DE MANTINEA - FILÓSOFA E SACERDOTISA GREGA

 Diotima por Józef Simmler, 1855
Diotima de Mantinea (em grego antigo: Διοτίμα) é uma filósofa e sacerdotisa grega com um papel importante no Banquete (Symposion) de Platão.
A filosofia de Diotima está na origem do conceito platônico de amor. A única fonte sobre ela é o próprio Platão e por isso não é possível assegurar se era uma personagem ou alguém que de fato tenha existido. Entretanto, praticamente todos os personagens dos diálogos platônicos corresponderam a pessoas que viviam na antiga Atenas.
Na obra, há uma passagem sobre o significado do amor. Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Ele diz que na juventude foi iniciado na filosofia do amor por Diotima, que era uma sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor e por isso as idéias de Diotima estão na origem do conceito socrático-platônico do amor.
Segundo Joseph Campbell, "não é por acaso que Sócrates nomeia Diotima como aquela que lhe deu as instruções e os métodos mais significativos para amar/falar. A palavra falada por amor é uma palavra que vem das origens. "
Em O Banquete, há uma passagem especifica, quando se dabate o amor, em que o pensador se refere a ela. Sócrates, o mais importante dos presentes ao banquete afirma ter sido iniciado, em sua juventude, na filosofia do amor por Diotima.
Pois o tema discutido nesse banquete é justamente o amor. Segundo ainda Sócrates, a sacerdotisa e vidente Diotima ter-lhe-ia fornecido a genealogia do amor (ρως), que, segundo ela, seria filho da Abundância (Πόρος) e da Necessidade (ρως). Na visão dela, o amor seria um meio para a contemplação do divino. O amor revela um desejo de imortalidade.
Há, ainda, de acordo com o pensamento da sacerdotisa, dois tipos de amor: um físico e outro espiritual. Enquanto o amor físico visa a preservar a espécie, e a alcançar a imortalidade através da descendência, o amor espiritual se pereniza através de ideias e pensamentos, que, por si próprios, são imortais. O fim último do amor é alcançar o divino.
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Diotima_de_Mantineia
http://oscarbrisolara.blogspot.com.br/2014/12/a-mulher-na-filosofia-grega-diotima-de.html

sábado, 25 de abril de 2015

AMOR INFANTIL E AMOR ADULTO

Imagem google

O fisiologista britânico Joseph Barcroft, que dedicou sua vida e privilegiada inteligência a entender os mistérios da respiração e da vida intra-uterina e que tornou-se célebre por emprestar o próprio corpo a ousados e instigantes experimentos médicos que visavam entender os mecanismos do sistema respiratório, sentenciou na maturidade: "A noção de vida liga-se tão intimamente à de respiração que o próprio termo expiração passou a significar extinção da vida e o termo inspiração, a elevação da vida a níveis sobre-humanos.
" É verdade, o sentimento popular de que respirar é viver é quase onipresente. E essa equação tem desdobramentos: respirar bem é viver bem; respirar mais ou menos é viver mais ou menos, respirar mal é viver mal, quando a respiração nos falta, sentimos a vida nos escapando, quando a respiração é fluente e fácil, torna-se tão fácil sentirmo-nos vivos que facilmente nos esquecemos de que estamos vivos.
É verdade, mas faltou assinalar que, além de significar vida, a respiração também é sinônimo de consciência e inteligência. Vinte por cento do ar que respiramos é consumido pelo cérebro, detentor de menos de dois por cento de nossa massa corporal. Nossa capacidade de discernir, entender e administrar a vida é alimentada e mantida pela respiração e, dessa maneira, respirar com amplidão significa alimentar a inteireza de nossas capacidades mentais. 
E, quanto à inteligência, a frase de Brancroft deixa passar um lapso de sua reconhecida lucidez e espírito crítico, um descuido comum entre pessoas notadamente inteligentes: desde pequenos nos foi passada a associação entre inspiração e criatividade, mas, inspiração é o momento em que o ar entra em nós, em que pegamos algo de fora; a criatividade devia estar muito mais ligada à expiração, o momento em que algo sai de nós para os outros, para o mundo. 
Fomos treinados a nos inspirarmos em Van Gogh para pintar um quadro, ou em Nietzsche para dizer algo, ou em Tom Jobim para compor uma música, sempre algo que vem de fora. A criatividade deveria mesmo ser associada à ideia de expiração. Em meus grupos de Terapia da Respiração, tenho constatado ser muito mais efetivo trabalhá-la com exercícios focados na expiração - ou no momento em que passamos da inspiração para a expiração.
Mas, esse é um passo a ser dado. A alguma hora. Que pode ser agora. Por termos sido ensinados a seguir modelos que nos são introduzidos de fora para dentro, ignoramos que podemos ser indivíduos, ignoramos que já o somos, mas que nosso indivíduo está adormecido, congelado dentro de nós, esperando o dia em que será acordado, reabilitado. 
Quando entendermos os mecanismos da respiração, descobriremos que temos a chave para esse "acordar", o calor da fricção de seu vento, da sua energia, é capaz de descongelar, de maneira não traumática, o gelo que se acumulou em camadas milenares em torno de nossa individualidade esquecida. Qualquer um de nós - incluindo você e eu - é capaz de expressar sua personalidade e maneira única - e por isso bela - de ser, com a mesma verdade e grandeza com que um Van Gogh, um Nietzsche ou um Tom Jobim o fizeram. E a respiração pode ser o ovo de Colombo, o meio simples e óbvio para que realizemos isso.
Respiração é alimento, que pode nutrir o gelo que nos envolve ou aquilo que está envolvido por esse gelo: nossa inteligência. Se estamos inconscientes da respiração, ela alimenta nossa inconsciência, reforça em nós tudo o que nos inclina à inconsciência. Quando melhoramos nossa percepção da respiração, alimentamos nossa consciência, tornamos tão vital a consciência que vinha sufocada, soterrada, que ela não se contém mais sob as camadas sedimentares de ignorância e descaso que a cercam; ela começa por abrir frestas e dar sinais de criatividade, até por fim, irrompê-las e mostrar sua face. Simples assim. Como ovo de Colombo. À frente de nosso nariz e ao alcance de nossas mãos, o tempo todo, quando quer que decidamos usá-la.
Respiração é alimento, e, desde bebês, desde os seios de nossa querida mãe, associamos, muito diretamente, alimento a amor. Dessa maneira, liberdade para aceitar a respiração é também liberdade para aceitar o amor, plenitude de respiração é potencialmente plenitude amorosa, respirar mais é amar mais e respirar menos é amar menos. Respiração não é apenas sinônimo de consciência, mas também de amor. E, mais uma vez, uma chave fundamental pode estar guardada na expiração, e não na inspiração, a chave do amor pode estar em dar, em lugar de receber.
O bebê recebe alimento e amor da mãe, os dois se tornam dois lados de uma mesma moeda e nesse momento o amor está ligado à inspiração, ao receber. E, talvez daí, desses anos de dependência tenha ficado congelada a noção de que amor é receber; e o da criança realmente o é. O amor adulto é de uma qualidade diferente, está mais presente no exercício da expiração. No dar, que a mãe experimenta ao amamentar. E se ela não o fizer, seus seios irão doer. Da mesma maneira, se não dermos o amor que brota espontâneo como o leite das glândulas mamárias, sentiremos congestão interna e dor. E, para não senti-la, cultivaremos a inconsciência, pela diminuição - ou quase supressão - da respiração.
No início da vida somos como sementes de abacate que precisam de chuva para se desenvolver, quando adultos deveríamos nos tornar frondosos abacateiros, que dão seus frutos para alimentar inúmeras outras vidas. Esse é o ciclo da vida; esse é o ciclo da inspiração e expiração.
Se no início da vida, o objeto de amor e nutrição é o mesmo, a mãe, essa pode se comportar de diversas maneiras. O alimento e o calor vêm dali, daquele par de seios, mas essa mãe pode amar ou não a o filho, pode amá-lo mais ou menos. Isso tornará esses seios mais ou menos quentes, mais ou menos sensíveis, mais ou menos vibrantes, e tornará nossa noção de amor como sendo abundante ou rarefeito. Se a mãe ama o filho, amamentar se torna uma experiência de êxtase para ela, seus seios permanecem sensíveis e a criança se identifica com essa sensibilidade, ela percebe que a mãe está gostando, não está simplesmente alimentando-a de leite. 
Mas se a mãe está apenas cumprindo uma necessidade, se ela está com pressa de sair dali, pensando em outros interesses, a criança sente essa frieza e se sente não desejada. Ambos os casos interferem na respiração da criança, na instituição de seu padrão respiratório inicial, mas interferem principalmente na maneira de inspirar da criança. Sua expiração permanece, de alguma maneira, mais defendida de interferências, como uma chave para que, posteriormente, a criança possa mudar esses padrões iniciais.
A expiração está para a sensibilidade como a inspiração está para a atividade. Quando a criança tem sua sensibilidade ferida pela insensibilidade dos adultos que a cercam, ela instintivamente se defende colocando sua atenção na expiração - por vezes tornando-a bem mais lenta que a inspiração - e ela cria um "cofre" onde a protege, para todo o sempre. Mas, muitas vezes, perde a chave, ou se esquece do segredo na vida adulta. A chave porém, está sempre ali, à frente de seu nariz, na consciência da expiração.
O amor infantil era focado na inspiração e (sobre)vivia em estado de total dependência; o adulto, por ser muito mais focado na expiração, tem sempre a possibilidade de existir em plenitude, em situações propícias ou adversas. Ser mestre da própria lucidez e amorosidade, começa por se viver consciente da própria expiração.
Autor: Pedro Tornagh
Fonte: http://www.fatimahborges.com.br/artigo.php?code=320

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Amor: O Alimento Fundamental

Por que as pessoas desejam a riqueza, buscam a fama, procuram pelo poder, pelo prestígio, pelo destaque social de algum modo?
Para obterem amor.
Por que elas querem ficar bonitas, fazem dietas ou cirurgias plásticas, frequentam academias de ginástica, vão à escola e trabalham, fazem faculdade e cursos diversos, pretendem promoções e escalar na hierarquia das empresas ou subir na carreira profissional? Por que querem tanto ser admiradas e respeitadas, acumulam conhecimento ou títulos acadêmicos, bem como qualquer outro valor?
Para serem amadas.
Por que tantos buscam o “príncipe encantado” ou a “princesa pura e casta”, o “grande amante” ou o “grande amigo”, o “grande mentor”, o “grande líder”, “grande ídolo”, ou a “grande igreja”, uma “grande filosofia” ou uma “grande causa”?
Para se sentirem de posse de uma fonte segura de amor.
Por que perseguem, com afã, prazeres variados, passeios, sexo, divertimento, alimentação descontrolada, drogas e outros escapes? Por que surtam de raiva, de ciúme, de inveja, de ganância ou de ódio?
Porque desejam e nem sempre conseguem se sentir amadas.
Há, porém, uma contradição fundamental, uma falha de foco basilar que é crítica para o entendimento desta fonte universal de alimento da psique e, ao mesmo tempo, a chave para a solução de todos os enigmas humanos. As pessoas não precisam, propriamente, ser amadas. Precisam de amor. 
Apenas deduzem elas que o conseguirão por meio do amor que os outros lhe devotem, ou, em outras palavras ainda: o respeito, o medo, a submissão ou o prazer ofertado por terceiros, conceitos estes, lamentavelmente, ainda mais distorcidos da verdade fundamental da fome de afeto. 
E ainda quando algumas percebem que o de que necessitam é, realmente, o amor, dedicam-se à Espiritualidade, à família, aos entes queridos, ao próximo, mas, mesmo assim, comumente, sentem que precisam mendigar o afeto alheio, dos espíritos, dos anjos ou de Deus, o que é um ledo, enorme engano, porque a Divina Providência não poria todos à mercê do capricho alheio, para atenderem a uma necessidade basilar do psiquismo; nem, por outro lado, das formas distorcidas de amor que se costuma encontrar, nos níveis primários de evolução humana, como na Terra.
Os santos que habitaram o orbe manavam este amor especial. As mães, de certa forma, fazem-no. As mulheres submissas e os parceiros carentes, idem. Os filhos pequenos, no amor idolátrico aos pais, também. Os admiradores de grandes professores e de celebridades, igualmente. Mas toda essa forma de amor é oscilante, inconstante e de constituição variada, nem sempre conforme as necessidades psíquicas de quem o recebe.
Por outro lado, o Criador não poderia pôr a satisfação da necessidade fundamental do ser humano, nas mãos de uns poucos eleitos: aqueles que têm muito amor a dar. Não poderia exigir que apenas grandes místicos e santos, mães sacrificadas ou grandes corações amantes tivessem farta provisão do que é alimento primordial de todos.
E onde reside a chave da questão? Num simples dado de sentido. O amor, para ser recebido, não precisa ser recebido. É isto mesmo: trata-se de um paradoxo, como todas as verdades espirituais profundas. O amor não é uma mercadoria escassa, ao modo das posses materiais, algo que se perde ao se dar, e que diminui quando se divide. Mas justamente o contrário: expande-se à medida que se o oferta; multiplica-se, à medida que é partilhado. Não é, portanto, algo que precise ser comerciado com outras criaturas, ao modo de acertos, contratos ou conchavos.
Trata-se de uma força que promana do íntimo de cada criatura, dela para ela mesma, ou dela para outras criaturas. Eis por que, quando falta receber de fora, alguém pode obter esse suprimento capital de energia psíquica de dentro de si mesmo. E, principalmente, no simples ato de dar amor, alguém se abastece do combustível essencial para sua psique, nutrindo a si e a uma legião de criaturas que esteja em seu círculo direto ou indireto de influência pessoal.
Quer se sentir pleno, satisfeito, em paz? Dê amor.
Não lhe retribuem? Dê ainda mais amor.
Foram ingratos? Continue dando amor.
Aquel’outros fazem uso indevido do amor que lhes dá e se tornam perversos? Afaste-se deles e dê amor alhures.
O amor é infinito, pródigo e não se manifesta de forma pessoal ou discriminatória. Jamais caia na tentação de cobrar dos outros o amor que você deve a todos. Paradoxalmente (mais um paradoxo), quando der sem esperar nada em troca, o amor virá em sua direção, a mancheias, de diversas fontes, embora não das mais desejadas ou esperadas, pelos seus caprichos e interesses humanos. E, principalmente, virá de dentro e de Cima, repletando-o de uma forma intraduzível que somente quem passa pela experiência pode compreender o que falo.
Está com fome espiritual, com sede de afeto? Alimente-se. Torne-se você mesmo a fonte d’água pura, para si, e ainda contemple, feliz, tornar seu coração uma fonte de felicidade, paz e conforto, para inúmeras outras criaturas.
A felicidade e a bem-aventurança não são uma prerrogativa de santos e anjos. Eles estão em níveis mais altos de expressão desta energia de procedência divina, filtrando-a de modo mais puro, mais claro. Todavia, no seu nível humano, você também pode e deve sintonizar o amor, em forma de bondade, ternura, acolhimento, paciência, simpatia, doçura. E, destarte, estará dando a manifestação singularíssima desta energia divina, conforme a filtragem idiossincrática de sua alma. 
E, curiosamente: não só estará prestando um serviço original ao mundo, já que ninguém mais poderá fazer como você, porque ninguém é como você, como ainda estará se alimentando da forma personalíssima que sua natureza exige, porque ninguém filtrará, como você, para você, a energia espiritual provinda de Deus, da exata forma como você é e precisa. 
Portanto, dar para os outros é a melhor forma de dar do melhor modo para si mesmo, já que, se viesse de outrem, mesmo que de um santo ou de um anjo, viria no diapasão próprio daquela personalidade que, por mais elevada e respeitável, ainda assim não será você, e, portanto, jamais suprirá totalmente suas necessidades de energia espiritual específicas, de que só sua consciência lhe pode prover. 
Doce mistério divino, que compele toda criatura a buscar a ascese evolutiva e faz com que aqueles que parecem sacrificados, por serem os que tomam a iniciativa de dar amor primeiramente, ainda que sem retribuição, sejam, em verdade, supridos em suas carências íntimas como ninguém mais, como nenhum de seus beneficiários, que sempre estarão se alimentando do amor da sua forma e não da deles mesmos.
Quer ser feliz? Dê amor.
Quer estar pleno? Dê amor.
Quer preencher o vazio de seu coração? Dê amor.
Quer se sentir bem-aventurado e completamente realizado? Seja a fonte do amor de quantos puder, sem desejo de receber compensações.
Assim fazendo, pequenos “toquinhos” de “asa” começarão a surgir nos “ombros” de sua alma, e, mais que tudo, como ser humano, estará se tornando, gradativa e seguramente, mais realizado e feliz, a caminho de níveis progressivamente mais altos de expressão de si, de crescimento, de aprendizado e de ainda mais, infinitamente mais: felicidade!
Benjamin Teixeira


Pelo espírito Eugênia
Fonte: http://verdademundial.com.br/amor-o-alimento-fundamental/

sábado, 16 de novembro de 2013

O AMOR A SI MESMO



Quem é o SI MESMO?

O amor é um estado do "Ser". Não está do lado de fora, está bem lá dentro de nós. Não temos como perdê-lo e ele não consegue nos deixar. Não depende de um outro corpo de nenhuma forma externa.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

SÓ AQUILO QUE SOMOS REALMENTE TEM O PODER DE CURAR

http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com.br

O amor é poder! A palavra é inconsequente e pobre para este conceito. Outros idiomas da Terra mantêm, ao menos, muitos outros tipos de palavras para designar esta energia. Amor não é uma palavra, mas apenas um sentimento. É uma fonte de poder! É energia. Você pode invocá-la, acendê-la, apagá-la, armazená-la, enviá-la para fora e centrar-se nela tendo em vista múltiplos usos está sempre disponível e nunca falhará. 

Esta é a promessa do Universo! É o fator comum que faz funcionar as coisas já vai sendo tempo de começarem a vê-la assim - refiro-me ao seu sentido universal - pois realmente, chegou o tempo dela. Está a ser-vos oferecida, por fim, a permissão para usar e compreender esta fonte de poder... e vocês merecem-na!

Talvez prefira a expressão "Fonte de Deus em lugar de amor, para compreender melhor o significado do poder. Somos colectivos, mas a fonte de poder é singular. Significa isto que todos compartilhamos uma unicidade comum - que é o poder. Isso é algo tão familiar como a eletricidade que você conhece: note que o elemento neutro do vosso circuito eléctrico é sempre a "Terra". 

Seja qual for a utilidade desse circuito ou a sua força sempre tem um retorno, um elemento comum, uma unicidade dentro de um sistema multifásico. O amor da Fonte de Deus é o poder que você recebe quando invoca Deus.

Qualquer Entidade que invoque especificamente o poder de Deus é o poder que você recebe quando invoca Deus. Quaquer Entidade que invoque especificamente o poder de Deus, seja verbalmente ou de qualquer outro modo, recebe este amor da Fonte de Deus. Ele é concreto e responderá corretamente. Neste caso, significa que dará a resposta possível dentro do que for correto universalmente, em relação à invocação feita.

Os indivíduos iluminados e equilibrados - que são excelentes para chamar e focalizar o amor da Fonte de Deus - sempre têm sido uma espécie de caminhos claros através do véu, que é demasiado obscuro e resistente. A maioria destes indivíduos foram dirigentes religiosos ao longo dos tempos, que utilizaram o amor como suporte para a sua vida. 

Quer o seu amor honesto pelo Universo e por quem os rodeava, quer a sua tolerância para com o processo de vida e carma dos outros, foi a chave do seu equilíbrio. O verdadeiro conhecimento de "como funcionam as coisas" não teve qualquer importância (e continua a não ter). Os homens santos da Índia, China, Israel e outros lugares possuem a mesma ligação com a fonte de poder que um evangelista cristão, numa reunião nos Estados Unidos.

Por que lhe digo tudo isto? Para que compreenda que a Fonte é singular e que lhe pertence, como nunca antes. O realinhamento magnético que estou a empreender, pode promover o florescimento do seu lado espiritual. Receberá uma sensação de alinhamento perfeito, de ter chegado à meta.

 Trata-se da sua Entidade que - finalmente e pela primeira vez - se vê a si mesma exatamente como é: uma "extensão de Deus ". Uma peça com um nome conhecido de todos, que não pode ser destruída, da qual nada pode ser subtraído e à qual nada pode ser acrescentado.

Imagina o que pode fazer agora? É este amor da Fonte de Deus que deve invocar para curar e equilibrar o planeta. Ao fazê-lo obterá resultados garantidos. Convém que se reúna com outros, que estejam igualmente equilibrados, para centrarem as vossas energias nesta tarefa. Comece por uma meditação com o propósito de receber instruções e, de seguida, faça o equilíbrio com a oração (Fonte de Amor), a fim de criar a energia necessária.

Fonte: Escola do Perdão. http://vitorino.desousa.com  p.15

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

AMOR: ENERGIA UNIVERSAL

Fonte da imagem : Google images

O que a nossa humanidade mais precisa é despertar o Amor em todos os corações. Dilacerada pela violência, ela chegou perto do fundo do poço. E deste lugar, só lhe resta uma alternativa, é olhar para cima, em direção ao sol, à Luz da Sabedoria e ao calor do Amor.


O Amor do coração foi progressivamente abafado por quatro mil anos de dominação dos homens, que limitaram a participação das mulheres à família e ao lar. Resultou disto uma repressão dos valores femininos no Homem, e com eles o próprio Amor. A nossa cultura masculinista esta na raiz do desenvolvimento extremo das qualidades intelectuais mais particularmente da razão, que leva ao domínio absoluto da ciência e da tecnologia, e limita a educação ao puro intelecto.


Os valores do coração e do espírito são desprezados e relegados à religião. Resulta disto um racha entre razão e coração. e chegamos aos extremos das aplicações frias da ciência através da tecnologia, à fabricação descontrolada de armas e ao seu uso na matança de seres indefesos no terrorismo ilegal e nas guerras legais, tanto faz. As empresas usam as tecnologias tanto a serviço de valores construtivos ou destrutivos desde que se obtenha o devido lucro.


O advento do movimento feminista levou as mulheres à saírem do seu lar para trabalhar fora. Isto faz com que, progressivamente, os valores afetivos penetram na empresa e no trabalho humano em geral. À preocupação masculina exclusiva pela efetividade, vem se integrar harmoniosamente o valor feminino da afetividade.


A exclusividade de focalização empresarial pela produção, está se acrescentando um interesse cada vez maior pelas pessoas, isto é, pela qualidade de vida de cada funcionário. É de esperar também que com o ingresso de mulheres na política, o Amor e a preocupação pelo ser humano tornem-se cada vez mais central na gestão das sociedades. O futuro desta gestão se acha num reencontro do masculino e do feminino em cada um de nós.


Tirar o Amor da vida humana é ameaçar a própria vida no nosso Planeta. Pois a destruição ecológica é o resultado da falta de Amor à Natureza, que leva o ser humano a um suicídio progressivo, o qual já começou.


O Amor é a força que sedimenta todos os conjuntos. A energia que liga entre elas as partículas do átomo é o Amor, garantindo assim a existência da matéria. O  Amor é a energia que une as células formando os tecidos das plantas, dos animais e do nosso corpo. O Amor é a força que atrai os dois sexos garantindo a continuidade de todas as espécies, vegetal, animal e humana. O Amor estimula a nossa criatividade, insuflando o nosso entusiasmo pela vida e inspirando a nossa alma poética. O Amor é o fator que proporciona a ternura dos casais e a amizade entre pessoas. O Amor é a liga das estrelas, formando o Universo.


Onde há Amor é impossível a violência, o terrorismo e as guerras. Despertemos a todo instante o Amor no nosso coração para todos os seres viventes. É a melhor contribuição que podemos dar para a nossa humanidade sair do atoleiro em que está enleada!


Autor: Pierre Weil
Fonte: http://www.pierreweil.pro.br/Novas/Novas-63.htm

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Este é um amor incondicional

Um homem de idade bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida.
Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso. 

Enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de velhinhos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá. 

Disse-me que ela estava nesse lugar há algum tempo porque tinha um Alzheimer em grau bastante avançado.

Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não ficaria assustada pelo fato dele chegar mais tarde.

- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Fazem quase cinco anos que ela não me reconhece.

Espantado perguntei:
- Mas se ela já não sabe quem o senhor é a mais de quatro anos, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?

Ele sorriu e suavemente respondeu:
- É. Ela não sabe quem eu sou, contudo eu sei muito bem quem ela é.

Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei:

“Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.” 

Fonte: http://www.planetamais.com.br

domingo, 24 de julho de 2011

Quando me amei de verdade

Alsobia Dianthiflora

Quando me amei de verdade pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo e na hora certa. 

Então pude relaxar.
 
Quando me amei de verdade pude perceber que o sofrimento emocional é sinal de que estou indo contra a minha verdade. 

Quando me amei de verdade parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. 

Quando me amei de verdade comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado, inclusive eu mesmo. 

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável. 

Isso quer dizer:
Pessoas, tarefas, crenças e qualquer coisa que me pusesse pra baixo.
 
Minha razão chamou isso de egoísmo.
Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. 

Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. 

Como isso é bom! 

Quando me amei de verdade desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.

Quando me amei de verdade desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. 

Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
 
Quando me amei de verdade percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

fonte: http://www.planetamais.com.br 

Está na Bíblia: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. 

sábado, 16 de julho de 2011

A LEI DO AMOR



Percebo que amor e ausência de egoísmo são a LEI no nível do Eu Superior, e que nenhuma prece é respondida, se pedir por fins egoísticos ou bênçãos para mim apenas.

Também percebo que, quando sinto grande amor e desejo de ajudar o outro, estou caminhando com a Lei Superior e posso eu próprio ser abençoado com a resposta à minha prece por outrem.
 
Ensinarei esta lição a meu eu básico pela repetição e exercício pacientes, dia após dia, até que seu egoísmo animal ceda à bondade, comiseração, compaixão e AMOR.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

O AMOR E A AMIZADE


O Amor e a Amizade
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O amor e a amizade são isso: não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço. 

(Mário Quintana)

NOVA RELIGIÃO: O AMOR


Religiosidade
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Compartilhar uma espiritualidade trans-religiosa cuja essência se traduz por amor e cuja prática se encarna no exercício solidário e fraterno. Esta é uma nova forma de ser religioso no mundo atualmente.

O AMOR É UM ESTADO DE SER!

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O amor é um estado de ser. Não está do lado de fora, está bem lá dentro de nós. Não temos como perdê-lo e ele não consegue nos deixar. Não depende de um outro corpo, de nenhuma forma externa. 

(Eckart Tolle)