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sexta-feira, 26 de abril de 2013

PRIMAVERA MAIS CEDO MAIS UM EFEITO DO AQUECIMENTO GLOBAL

FONTE: http://maisdetalheshere.blogspot.com.br/2012/10/efeitos-estranhos-devido-ao-aquecimento.html


Plantas dão flores mais cedo nos Estados Unidos devido ao aumento de temperatura do planeta


O aquecimento global também cria um efeito inesperado – e um tanto colorido – nos Estados Unidos. Cientistas da Universidade de Boston, de Harvard e de Wisconsin descobriram que as flores brotam um mês mais cedo na região leste do país em resposta ao clima quente.
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quinta-feira, 28 de março de 2013

O aquecimento global está próximo de se tornar irreversível





http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/aquecimento-esta-perto-de-ser-irreversivel-dizem-cientistas/n1597717021551.html

Pesquisas afirmam que degelo das camadas polares e perda das florestas se tornariam irrecuperáveis
O aquecimento global está próximo de se tornar irreversível, o que torna esta década crítica nos esforços para preveni-lo, disseram cientistas nesta segunda-feira (26).

 
As estimativas científicas diferem, mas é provável que a temperatura mundial suba até 6ºC até 2100, caso as emissões de gases do efeito estufa continuem aumentando de forma descontrolada. Mas, antes disso, haveria um ponto em que os estragos decorrentes do aquecimento -como o degelo das camadas polares e a perda das florestas- se tornariam irrecuperáveis.
"Essa é uma década crítica. Se não revertermos as curvas nesta década, vamos ultrapassar esses limites", disse Will Steffen, diretor-executivo do instituto para a mudança climática da Universidade Nacional Australiana, falando em uma conferência em Londres.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/aquecimento-esta-perto-de-ser-irreversivel-dizem-cientistas/n1597717021551.html

sexta-feira, 2 de março de 2012

Empreendimento na contra-mão da preocupação ecológica

Fonte da imagem : http://ecourbana.wordpress.com/2008/11/13
/aie-apela-a-uma-revolucao-energetica-apesar-da-crise-financeira/

Não é possível mais esconder que Suape é uma colcha de retalhos do oportunismo empresarial e político. Essa lógica foi exposta pela proposta de Suape III, que prevê a construção da maior termelétrica movida a óleo combustível do mundo, ou, a mais suja usina do mundo. Sem qualquer cuidado ou sensibilidade, o governo anunciou como se fosse um Oscar a construção de um empreendimento ambientalmente sujo e duvidosamente necessário. leia mais...

Termelétricas: Emissão de CO2 pode triplicar no país até 2017

Termelétrica a carvão. Foto da AP
Termelétrica a carvão. Foto da AP

Na contramão dos esforços para minimizar o aquecimento global, as emissões brasileiras de gases do efeito estufa a partir da geração de energia elétrica vão praticamente triplicar nos próximos dez anos. Mesmo com a entrada em funcionamento das usinas do Rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) e de Belo Monte, a participação da fonte hídrica na matriz elétrica nacional cairá de 85,9% no início de 2008 para 75,9% em 2017, segundo o Plano Decenal de Energia (PDE), em consulta pública desde 23 de dezembro. Matéria de Daniel Rittner, do Valor Econômico, 06/01/2009.Leia mais...

Fonte:http://www.ecodebate.com.br/2009/01/07/termeletricas-emissao-de-co2-pode-triplicar-no-pais-ate-2017/

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Efeito Estufa

Fonte da imagem : Google Images

CALOR: Verões têm sido cada vez mais quentes em quase todo o planeta.
O efeito estufa ocorre quando gases da atmosfera - como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O) e CFC's - absorvem parte da radiação solar, “aprisionando” este calor na Terra. Como resultado, a superfície terrestre fica cerca de 30ºC mais quente ao receber quase o dobro de energia da atmosfera em relação à energia que recebe do sol.


Segundo o IPCC, a aceleração do processo de aquecimento global observada durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito estufa. Entre eles o metano, produzido pela flatulência dos ovinos e bovinos. Ele é um dos mais nocivos - cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono. Levando em consideração que a pecuária representa 16% da poluição mundial, cientistas têm procurado a solução para esse problema. Na Nova Zelândia, por exemplo, para compensar os efeitos dos gases emitidos, pensou-se em cobrar imposto pela posse de gado.


Nem tão vilão assim
O equilíbrio é fundamental para a vida. Mesmo quando o assunto é efeito estufa. Na verdade, quando não é excessivo, esse processo é importante para a manutenção de temperaturas mais amenas e adequadas da Terra.



Muitos desses gases estufa são produzidos naturalmente, como resultado de erupções vulcânicas, da decomposição de matéria orgânica e da fumaça de grandes incêndios. Por isso são indispensáveis para a existência de vida no planeta.  Contudo, em escala global, o aumento exagerado desses elementos provoca o aquecimento do global e suas conseqüências catastróficas
.
O derretimento das calotas polares e de geleiras, por exemplo, eleva o nível das águas dos oceanos e dos lagos, submergindo ilhas e amplas áreas litorâneas densamente povoadas. O superaquecimento das regiões tropicais e subtropicais contribui para intensificar o processo de desertificação e de proliferação de insetos nocivos à saúde humana e animal.   A destruição de habitats naturais provoca o desaparecimento de espécies vegetais e animais. Multiplicam-se as secas, inundações e furacões, com seqüelas de destruição e morte. 


Fonte: http://www.mundoquente.com.br/efeitoestufa.html

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MUDANÇAS CLIMÁTICAS (Uma abordagem que acho aceitável)


                                                                5magazine.files.wordpress.com


O QUE SÃO MUDANÇAS CLILMÁTICAS ?


O NOSSO PLANETA, NOSSA CASA já teve vários aquecimentos globais, com mudanças climáticas radicais, como na "Era da Morte Global" na Era Cenozóica (280/300 milhões de anos atrás) quando 99,99% de todas as espécies da VIDA foram extintas, devido a um brutal aquecimento global ocorrido naturalmente por intensa atividade do magna, expelindo gases superaquecidos (vulcões).  

Mais recentemente há 65 milhões de anos também houve extinções de VIDAS no planeta devido às causas naturais (choque de um meteoro - aquecimento global repentino, como se bilhões de bombas nucleares explodissem ao mesmo tempo, seguido de resfriamento pela nuvem de poeira que cobriu o planeta e combinado a uma intensa atividade vulcânica quando o continente sul americano se uniu ao continente norte americano antes separado, poucos milhões de anos antes). 

Os aquecimentos globais naturais sempre são seguidos de Eras Glaciais, sendo que a última Era Glacial ocorreu há 10~12 mil anos, segundo estatisticas coletadas nos arquivos do planeta (gelo das regiões polares sepultados a grandes profundidades registram todos os dados - composições da atmosfera, ou o que havia na atmosfera e foram congelados por milhões ou bilhões de anos - que potentes computadores decifram com precisões inacreditáveis, incluindo as temperaturas existente nas épocas). 

Pelas estatísticas - ocorrências em Eras passadas, hoje - século XXI - o NOSSO PLANETA, NOSSA CASA deveria estar vivenciando uma Era Glacial. Houve uma pequena - mini - Era Glacial iniciada pouco anos antes da Revolução Industrial e que perdurou por aproximadamente um século, no hemisfério norte e que foi dramaticamente sentida pelos ingleses e escandinavos e até no norte do  continente americano, com chuvas e nevascas durante o ano todo.  

Foi uma época bastante dura, difícil para os habitantes do hemisfério norte. Mas porque só hemisfério norte? Por duas razões: a inclinação do eixo do planeta e pelas correntes marítimas e pela circulação termoalina.

Os aquecimentos globais naturais sempre ocorreram e o NOSSO PLANETA, NOSSA CASAprossegiu em sua viagem interestelar - já fazem 4,5 bilhões de anos. As VIDAS no planetaTERRA surgiram e foram extintas incontáveis vezes. O planeta TERRA não precisa das VIDAS que se formaram ao longo da sua existência para prosseguir em sua viagem.  Porém, a civilização humana precisa do planeta TERRA para a sua existência. 

Compreendam: o planeta TERRA não precisa das VIDAS que se formaram para continuar sua jornada, mas a civilização humana - HUMANIDADE - precisa do planeta TERRA para continuar existindo e ter uma longa jornada e não um destino! A TERRA é o NOSSO, PLANETA, NOSSA CASA! 

E nós estamos sugando o "sangue" do planeta - por "sangue"entenda-se: água, ar, florestas, minérios... toda a biodiversidade,  consumindo mais do que aTERRA pode nos oferecer ("consumindo mais do que podemos - vivendo além dos nossos meios" - Avaliação Ecossistêmica do Milênio, o mais importante estudo já realizado pela civilização humana), numa velocidade maior que a TERRA consegue repor.  E se não há reposição, um dia todos os recursos naturais ("sangue") irão se acabar, se extinguir. Daí, a importância de compreendermos o que significa "MUDANÇAS CLIMÁTICAS".

Como mencionamos acima, hoje o planeta deveria estar vivenciando uma Era Glacial. Segundo estudiosos e cientistas, esta Era Glacial está sendo retardada pelas ações humanas, antrópicas.  As ações humanas estão alterando o clima - estas alterações não naturais que ocorrem no clima estão sendo chamadas de "MUDANÇAS CLIMÁTICAS". 

Todos os seres vivos (animais ou vegetais) são oriundos de uma fonte de energia. As VIDAS no NOSSO PLANETA, NOSSA CASA, tem como fonte de energia o SOL. Lembre-se: naNATUREZA nada se perde, tudo se transforma. Pois, a energia que as VIDAS recebem doSOL são  transformadas em calor, sejam pelas respirações dos vegetais, sejam pelas queimas das calorias pelos animais. 

E calor esquenta. Aquece. Quando as moléculas aquecem, elas se expandem, aumentam de volume (única exceção: moléculas da água, H2O, quando aquecem contraem-se e quando esfriam expandem-se, aumentando de volume). Quando as moléculas se aquecem ocorrem também maior atividade. Esta maior atividade pode ser sentida pelo aumento do calor (moléculas agitadas aquecem por fricções, como quando nós esfregamos as mãos em alguma coisa).  

Este fenômeno é visível de outra forma: nas regiões tropicais a VIDA explode pois há maior produção de calor (os átomos ou moléculas se agitam mais, havendo maior reprodução - entenda-se sexo, tanto dos vegetais quanto dos animais - para produzir uma NOVA VIDA é preciso gerar muita energia, daí a produção de calor quando os animais, incluindo seres humanos, fazem sexo - o corpo todo esquenta).

Pois, a expressão máxima da NATUREZA, a evolução - digamos - "final" da 
NATUREZA é o HOMEM. Esta evolução ocorreu devido a velocidade que os neurônios do ser humano atingiram: possui os neurônios mais velozes de todos os seres vivos e por isto ele se tornou o maior predador do planeta. 

Tornando-se o maior predador do planeta, consome muito mais que pode consumir, numa fome insaciável, sem limites. E não repõe o que consome. E muito menos paga pelo que consome. Pior, a NATUREZA é generosa e nos oferece tudo. Até se esgotar.  Neste consumo insaciável o HOMEM produz calor, muito calor. Este calor é produzido pela respiração, pela alimentação, queima de calorias, produção de algum trabalho (manual ou industrial). Os animais ruminantes, como o boi, produzem incessantemente CH4, que aquece 23 vezes mais que o CO2. 

Pois então, todas as atividades realizadas pelos seres vivos produzem calor - originadas do SOL. Este calor produzido pelos seres vivos naturalmente não afeta o clima, pois os seres vivos são parte integrante da NATUREZA. O que afeta, muda, altera as condições daNATUREZA, é o excesso. 

Muito mais que a NATUREZA está habituada no seu ciclo natural. E um dos elementos mais sensíveis da NATUREZA é o CLIMA. Por ser tão sensível, as atividades realizadas pelo HOMEM, num consumo e velocidade maior que a NATUREZA está habituada, produzindo excesso de calor - que a NATUREZA não consegue absorver, transformar - o CLIMA no NOSSO PLANETA, NOSSA CASA.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

POLÊMICA PÕE EM XEQUE A VERACIDADE DO AQUECIMENTO GLOBAL





Erro na previsão de derretimento de geleira causa a polêmica: o aquecimento global existe mesmo? -- Imagem: www.apolo11.com

Parecia unanimidade. Mas, não é que, de uns tempos para cá, tem gente questionando a veracidade do “famigerado” aquecimento global. É isso mesmo. Depois de algumas informações desencontradas, alguns “céticos” arregaçaram as mangas e partiram para imprensa mundial: aquecimento global é uma balela – vociraram eles, comemorando. Mas, será  que eles têm razão?

Para quem ainda não sabe, o termo “aquecimento global” serve para designar  um fenômeno climático de larga extensão caracterizado por aumentos na temperatura média da superfície do  nosso globo, e que vem se intensificando nos últimos 150 anos. Por incrível que pareça, o fenômeno ainda não tem suas origens bem delineadas. Mas, acredita-se que a causa primeira deste aumento na temperatura do globo seja causada pela soma, nem sempre equilibrada, de fatores naturais e antropogênicos (provocados pelo homem).

A grande maioria dos cientistas que estuda com profundidade o clima do planeta é veemente em dizer que o aumento descontrolado da concentração de poluentes na atmosfera terrestre, atualmente, é causa principal da intensificação do aquecimento global.

“A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações metereológicas em todo o globo desde 1860. Os dados com a correção dos efeitos de “ilhas urbanas” mostra que o aumento médio da temperatura foi de 0.6+-0.2 C durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000. (fonte IPCC). […] Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global dos mares, do aumento das precipitações, da cobertura de nuvens, do El Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o século XX. […] Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de 10% na área que é coberta por neve desde os anos 60.

A área da cobertura de gelo no hemisfério norte na primavera e verão também diminuiu em cerca de 10% a 15% desde 1950 e houve retração das montanhas geladas em regiões não polares durante todo o século XX”.(Fonte: IPCC–Encontrado no site: www.jornaldomeioambiente.com.br)

O problema é que a principal fonte organizadora de todas essas evidências de uma “presença” do aquecimento global foi colocada em xeque por um erro, digamos, bastante polêmico: no início desse ano, alguns cientistas declararam uma verdadeira guerra ao IPCC  (Painel Intergovernamental de Especialistas sobre Mudanças Climáticas da ONU) por causa da inclusão, no relatório de 2007 da instituição, de uma declaração que, segundo os críticos, sem bases científicas, dava como certo o derretimento das geleiras do Himalaia nas próximas décadas.

O suposto erro foi descoberto depois que uma entrevista por e-mail veio a público, indicando que as informações sobre o derretimento da geleira eram “equivocados”. Uma reportagem da respeitada revista britânica New Scientist publicou um comentário do glaciologista indiano Syed Hasnain, da Universidade Jawaharlal Nehru em Nova Deli, que disse, na tal entrevista por e-mail, que todas as geleiras no Himalaia central e oriental poderiam desaparecer até 2035.

O problema é que Hasnain, que era então presidente grupo de trabalho sobre glaciologia do Himalaia, nunca fez essa previsão em um artigo científico e, muito menos, publicou-a em um periódico revisado por outros cientistas. Para piorar, logo depois, o mesmo pesquisador veio a público comentando novamente o assunto: a pedido da revista, ele agora diz que o comentário foi “especulativo”.
Para muitos pesquisadores integrantes do IPCC, o erro estaria sendo supervalorizado por conta de uma uma questão meramente política. Para Carlos Nobre, cientista brasileiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e membro do IPCC, por exemplo:

“Esses acontecimentos servem de impulso para os céticos porque eles não conseguem trazer qualquer fato científico novo, surpreendente, que coloque realmente em dúvida a ciência robusta e sólida do aquecimento global. Assim, se apegam a qualquer coisa […] para contestar o aquecimento do planeta. Como não têm condições de debater no nível da ciência, por isso querem jogar o debate em um nível político. Existem aí enormes interesses econômicos afetados pela mudança do paradigma da geração de energia, pela troca de todo o sistema de produção que a partir do qual construímos o bem estar moderno” (Fonte:IHU-Online).

O problema é que o próprio IPCC cometeu um erro “científico” ao permitir que um dos seus pesquisadores divulgasse informações errôneas. Creio que, sim, exista um nível político bastante forte no debate. Mas, com certeza, muito dessa confusão foi criada pela falta de controle do próprio IPCC. Não nos cabe aqui tomar partido sobre o que estaria certo ou errado na situação. Mas, é nosso papel cobrar mais responsabilidade daqueles que se dizem cientistas…

Autor: Henrique Oliveira
 
Fonte: http://www.blogdacomunicacao.com.br/polemica-poe-em-xeque-a-veracidade-do-aquecimento-global/




quinta-feira, 21 de julho de 2011

Aquecimento Global


Embora o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, percebe-se que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. 

Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) - isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial.

Outro aspecto distinto da mudança atual do clima é a sua origem: ao passo que as mudanças do clima no passado decorreram de fenômenos naturais, a maior parte da atual mudança do clima, particularmente nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.

A principal evidência dessa mudança atual do clima é o aquecimento global, que foi detectado no aumento da temperatura média global do ar e dos oceanos, no derretimento generalizado da neve e do gelo, e na elevação do nível do mar, não podendo mais ser negada.

Atualmente, as temperaturas médias globais de superfície são as maiores dos últimos cinco séculos, pelo menos. A temperatura média global de superfície aumentou cerca de 0,74ºC, nos últimos cem anos. 

Caso não se atue neste aquecimento de forma significativa, espera-se observar, ainda neste século, um clima bastante incomum, podendo apresentar, por exemplo, um acréscimo médio da temperatura global de 2ºC a 5,8°C, segundo o 4° Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de 2007.

Em resumo, a primeira parte do 4º relatório do IPCC, que compila os estudos sobre base científica da mudança do clima, considera o aquecimento global um fenômeno inequívoco e, muito provavelmente, causado pelas atividades antrópicas. 

A comunidade científica tem tido um papel importante para subsidiar os países em sua tomada de decisão, fornecendo projeções da mudança do clima sob diferentes cenários futuros, dentro de margens de erro aceitáveis, indicando desafios e apontando oportunidades.

(Posição do Ministério do Meio Ambiente sobre o problema do aquecimento global.)

Fonte: Ministério do Meio Ambiente
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Mais outro relatório de “aquecimento global” é desclassificado


Está se tornando um exercício enjoativo acompanhar a sucessiva revelação de fraudes em relatórios 'científicos' que justificariam o “aquecimento global” supostamente causado pelo homem.

Agora, o relatório do EurekAlert, grupo independente apoiado pela American Association for the Advancement of Science ‒ AAAS, que previa um aumento de 2,4º C na temperatura do planeta e que provocaria dramática escassez de alimentos está seriamente deformado, denunciaram cientistas.

O relatório alarmista foi espalhado por numerosas agências internacionais inclusive a AFP que se penitenciou pela divulgação.

A própria AAAS desclassificou o estudo apontando numerosos erros. Ginger Pinholster, portavoz da prestigiosa associação, disse que a entidade foi alertada pelas observações de um jornalista do “The Guardian” e apelou a um especialista em mudança climática que confirmou as perplexidades suscitadas pelo relatório.

Por certo, as causas das perplexidades não foram pequenas, porque a AAAS imediatamente tirou o relatório do seu website.

Um dos responsáveis do relatório desautorizado é o cientista Osvaldo Canziani, que fazia parte da equipe do IPCC galardoada com o Premio Nobel em 2007. Quando a revelação da fraude foi feita ele ficou desaparecido para a imprensa.
O climatólogo Ray Weymann disse à agência AFP que o “estudo contém erros significativos” e que a redatora ‒ Liliana Hisas da Ong Fundo Ecológico Universal (UEF) ‒ fora alertada dos erros antes da publicação “várias vezes”, mas ela se negou a corrigi-los.

O cientista Scott Mandia escreveu em e-mail à AFP que ainda que se aceite como verossímil a maior taxa de aquecimento proposta “a temperatura da Terra só aumentaria em 0,2 Cº até 2020”, enquanto o relatório apontava um crescimento inverossímil de 2,4 C, quer dizer, quase dez vezes mais que a hipótese mais extremada.”

Marshall Hoffman da empresa de relações públicas que publicou o relatório em nome da UEF disse que, ainda assim, o grupo defende o estudo.

Não é de espantar, religião cega é assim. Hoffman ainda tentou esboçar alguns argumentos em favor da tese descabelada.

Solicitado a comentar a resposta de Hoffman, Mandia disse à AFP: “Ele ainda está confuso.”





Fonte: http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com

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Estou novamente colocando as posições antagônicas de grupos que são : uns defensores de que há um aquecimento global e a outros,  que este aquecimento é dez vez menor do que o apregoado e que por isso mesmo inócuo ou então incapaz de causar os desastres que estão sendo profetizados.

Nós que lemos estas notícias contraditórias ficamos totalmente perplexos, sem saber em quem acreditar. O que será que realmente está acontecendo ? Onde está a verdade ?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Especialistas em estatística descartam 'esfriamento global'


Uma análise das temperaturas globais realizada por estatísticos independentes mostra que a Terra ainda está se aquecendo e não, esfriando, como alegam alguns contestadores do aquecimento global.
 A análise foi realizada  a pedido da agência de notícias Associated Press. Menções de uma tendência recente de resfriamento vêm se espalhando pela internet, alimentadas por alguns despachos noticiosos, novos livros e temperaturas que se mostram menores em anos recentes. 

Os estatísticos, valendo-se de dois conjuntos de dados de temperatura, não encontraram uma tendência de queda das temperaturas ao longo do tempo. Dados do governo dos Estados Unidos mostram que a década que terminará em dezembro deste ano será a mais quente dos últimos 130 anos e 2005, o ano mais quente já registrado.

A ideia de que a Terra pode estar esfriando vem, em parte, do clima recente. O ano passado foi mais frio que os anteriores. E já se passou algum tempo desde os anos mais quentes de todos os tempos, 1998 e 2005, sem que novos recordistas surgissem.

Em um teste cego, a AP deu dados sobre temperatura global a quatro estatísticos independentes e pediu que buscassem tendências nas séries numéricas, sem dizer aos especialistas a que os números se referiam. Eles não encontraram sinais de declínio na sequência.

"Se você olha para os dados e escolhe a dedo uma microtendência dentro de uma tendência maior, essa técnica é particularmente suspeita", disse John Grego, professor de estatística da Universidade de Carolina do Sul.

A despeito disso, a ideia de que há um resfriamento tem sido repetida em artigos de imprensa, em uma reportagem da BBC e em um novo livro dos autores do best-seller Freakonomics
Na semana passada, uma pesquisa do Per Research Center determinou que apenas 57% dos americanos acreditam que há forte evidência científica de aquecimento global, abaixo dos 77% de 2006. 

Os céticos do aquecimento baseiam suas alegações em um ano de calor incomum, 1998. Desde então, dizem, as temperaturas têm caindo - uma tendência de resfriamento. Mas as coisas não são tão simples.
Desde 1998, as temperaturas caíram, aumentaram, caíram de novo e agora voltaram a subir. 

Registros mantidos pelo escritório  meteorológico britânico e dados de satélite, usados pelos céticos, ainda mostram 1998 como o ano mais quente já registrado. Mas números da Administração Nacional de Atmosfera e Oceano (NOAA) do governo dos EUA põem 2005 acima de 1998.

Os boatos recentes sobre resfriamento levaram a NOAA a reexaminar seus dados de temperatura. Nenhuma tendência de resfriamento foi encontrada. A AP enviou a especialistas em estatística os dados anuais de mudança de temperatura dos últimos 130 anos e os 30 anos de dados de satélite que os céticos preferem.

Os estatísticos que analisaram os dados encontraram uma tendência clara de alta, década a década, nos números, mas não foram capazes de descobrir uma queda significativa nos últimos dez anos. As variações ano a ano da última década repetem a variação aleatória dos dados que se vê desde 1880.

Dizer que há uma tendência de queda a partir de 1998 não é uma afirmação científica legítima, disse David Peterson, professor aposentado da Universidade Duke e um dos analistas contatados pela AP.

Fonte: http://www.estadão.com.br/notícias

Nota: E então? O planeta está aquecendo ou não ?  Enquanto os especialistas não chegam a um consenso, as catástrofes ditas naturais vão aumentando cada vez mais, o sofrimento e insegurança das pessoas também. Talvez quando finalmente os cientistas chegarem a um acordo, seja tarde demais para que os poderosos assumam suas responsabilidades e tomem as providências cabíveis.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A natureza e não o homem governa o clima?



Temos, atualmente na mídia mundial, duas hipóteses contraditórias:
1) O aquecimento global depende da natureza e não do homem.
2) O homem está provocando o aquecimento global.

Então, qual das duas hipóteses será a verdadeira?
O que certamente é verdade é que o homem está envenando os rios, a terra e o ar que respira e, por consequência todo o planeta.
E, o que precisamos ter em mente é que está mais do que na hora de parar de nos envenenar, pois um dia não haverá mais nada a fazer. Entretanto, a terra continuará a se aquecer e se resfriar em seus processos naturais.

Mas, para que você possa refletir e tirar suas próprias conclusões, leia o artigo abaixo e compare com a propaganda midiática sobre o aquecimento global.


O professor Franco Battaglia escreveu um artigo sobre as falsas afirmações sobre o aquecimento global. O planeta, ele afirma, está efetivamente atravessando uma fase de aquecimento global.

O que é uma gigantesca mentira é o fato que o homem tenha um papel sobre o aquecimento ou sobre o clima. A organização não-governamental N-Ipcc, (N significa Não governamental) que avaliou a mesma literatura científica a disposição do mais famoso Ipcc (Intergovernamental Panel on Climate Change), chegou a conclusões opostas e publicou o livro A Natura, não o Homem, governa o clima, que foi traduzido em cinco idiomas. 

O relatório, junto com as assinaturas de mais de 650 cientistas do mundo inteiro, foi entregue ao senado norte-americano, para que ouvisse a voz do dissenso, ou, melhor, do consenso ao dissenso! Vale a pena explicar por que o homem não tem nada a ver com o aquecimento global. Há vários indícios que não tiveram nenhuma explicação, mas que, todos juntos, formam uma prova evidente.
1) O planeta já esteve mais quente que agora: sem evocar tempos muito longínquos, assim foi no período dito “quente  holocênico” e ao longo de alguns séculos no “período quente da Idade Média” de mil anos atrás.
2) O aquecimento atual iniciou-se em 1700, quando estava ausente a industrialização e os habitantes da Terra mal chegavam a um bilhão e meio, e continuou até 1940, quando, igualmente, a industrialização ainda estava escassa, mas a população do planeta alcançava um terço da atual.
3) A temperatura do planeta diminuiu de 1940 até 1975, tanto que em meados dos anos 1970, era popular uma histeria pelo frio, que pode se comparar à atual pelo calor! Pena, porém, que aqueles foram os anos do boom industrial, demográfico e de emissão de gazes estufa.
4) Desde 1998, a temperatura parou de crescer e o ano 2008, provavelmente, será declarado o ano mais frio destes últimos dez anos. Mas, desde 1998, as emissões de gazes estufa aumentaram ininterruptamente.
5) Todos os modelos matemáticos que atribuem aos gazes-estufa antrópicos (relativo às modificações provocadas pelo homem no meio ambiente) o papel de reguladores do clima, preveem que na troposfera, a 10 Km acima do Equador, dever-se-ia observar um aquecimento três vezes maior que na superfície terrestre. As medições, repetimos medições não boatos, feitas pelos satélites não revelam nem um aquecimento triplo, sequer um aquecimento. Ao contrário, há um resfriamento! 
Como se pode observar, o aquecimento atual ocorreu nos tempos e nos lugares errados em relação ao pensamento que o diria de origem antrópica. O último indício, não é, em verdade, um indício: evoluiu como prova principal da inconsistência da teoria antropogênica do “global warming”. A palavra-chave é “sensitividade climática”, isto é, o aumento da temperatura conseguinte à dobragem da concentração atmosférica de gazes-estufa.

O valor medido da sensitividade é de meio grau, o que significa que daqui ao fim do ano 2100, poderíamos esperar uma contribuição antrópica à temperatura da Terra de, talvez, 0,2 grau, contribuição praticamente imperceptível em relação aos outros fatores. Seria desejável que ninguém mais falasse do aquecimento global, mas isto é apenas uma ilusão, pois o aquecimento global antrópico é uma próspera indústria, muito bem oleada pelo dinheiro dos nossos impostos, uma fantasmagórica quantidade de dinheiro público, direcionado para projetos tanto grandiosos quanto inúteis.

Fonte:http://www.italiaamiga.com.br/wiki/aquecimento-global 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Aquecimento Global Começou Antes da Revolução Industrial


O início da interferência humana no meio ambiente e, consequentemente, no clima ocorreu em períodos anteriores à Revolução Industrial, que teve início em meados do século XVIII na Inglaterra. Uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) mostra que, mesmo antes do surgimento das grandes indústrias o planeta já sofria com aumento de temperatura e o início do aquecimento global.

Baseada em coleta, comparações e análise crítica das informações da literatura produzidas mundialmente sobre o tema, a advogada Aretha Sanchez mostra em sua dissertação de mestrado – Atividades humanas e mudanças climático -ambientais: Uma relação inevitável – orientada pelo professor e pesquisador do Ipen Luiz Antonio Mai e defendida em julho de 2009, que povoados como os Maias e Mochicas, na América Latina, Acádios, no Iraque, povos da Groenlândia Nórdica entre outros sofreram colapsos e desapareceram devido a essa modificação climática local.

Os antigos integrantes desses povoados usaram grande parte dos recursos naturais existentes nos locais em que viviam e foram obrigados a sair de sua região de origem após a deteriorização intensa do ambiente. O desmatamento, a caça, a pesca, o desenvolvimento da agricultura e a poluição das águas foram causas determinantes para a modificação climática regional e, consequentemente, a extinção de importantes povoados.

Apesar da gravidade dessas interferências, a pesquisadora afirma que foram necessárias para que as populações pudessem se desenvolver. “Para que possa haver desenvolvimento, o homem interferiu no meio ambiente e consequentemente no clima. Na época das primeiras interferências climáticas, as populações não tinham consciência de que o uso e a intervenção no meio ambiente pudessem levar seus povoados a extinção. Nós temos esse conhecimento e devemos tentar diminuir essas modificações ambientais”, explica Aretha.

As interferências ocorridas anteriormente à Revolução Industrial foram muito significativas para as modificações do clima em determinadas regiões do planeta. Segundo a pesquisadora, “houve um aumento de até 4ºC na Europa e na América do Norte. Apesar de o aumento de temperatura ter sido regional, podemos falar que foi causado pela interferência do homem no meio ambiente, um ‘aquecimento global’ em escala menor se comparado aos problemas climáticos atuais”.

Mesmo com os malefícios causados por esse aumento significativo na temperatura em certas regiões do globo, que ocasionou desequilíbrio ambiental e extinguiu povoados importantes, Aretha salienta que se não fossem essas interferências iniciais, as populações tanto da América do Norte quanto da Europa não se desenvolveriam da forma como se desenvolveram.

Desigualdade e meio ambiente
Os grandes problemas ambientais relacionados ao mau uso dos recursos naturais são causados, em parte, pela desigualdade social. Segundo a pesquisadora, a falta de acesso ao conhecimento e conscientização ecológica atrelada às deficiências educacionais são fatores que tornam as intervenções ambientais mais rotineiras e problemáticas.

“Não há investimentos necessários para que todos tenham esse tipo de educação e desenvolvam consciência ecológica. Um exemplo dessa falta de conhecimento pode ser visto atualmente no Brasil: as pessoas invadem áreas suscetíveis a deslizamento, como as margens de rios, as quais deveriam ser de total controle ambiental. A interferência no ambiente é tamanha que ocasiona enchentes e coloca milhares de vidas em risco”, explica Aretha.

Exatamente pelo fato de grande parte das populações atuais terem maior conhecimento das causas e efeitos das interferências humanas na natureza, é necessário encontrar maneiras de manter o desenvolvimento sem causar tantos danos ao ambiente. “Antigamente não havia consciência do que estava acontecendo e por que alguns povoados se extinguiram. Hoje há essa consciência e conhecimento dos possíveis problemas que enfrentaremos, como o aquecimento global e outras alterações ambientais. Por isso, precisamos procurar uma forma, seja por meio da ciência ou da educação, que nos ajude a frear ou estabilizar as modificações climáticas”, conclui a pesquisadora.
 
Autora: Ana Carolina Athanásio
Fonte: http://www.usp.br/agen/?p=15684

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O ambientalismo e suas crenças


Estamos acostumados a ouvir pessoas preocupadas com o aquecimento global, as catástrofes ambientais e a poluição de terra, ar e água, dizerem:  vamos salvar o planeta terra, o planeta está doente, etc. 

A preocupação com a preservação do ecossistema em que vivemos é muito importante, sim, mas não para a preservação da vida de Gaia. É muita pretensão do ser humano achar que suas atitudes egoistas, ambiciosas, irresponsáveis e inconsequentes poderão chegar a destruir a vida do planeta.

Que pode uma criatura vulnerável e pequena como o ser humano contra a VIDA?

 O fato é que toda esta problemática ambientalista está relacionada com a possibilidade  de que a espécie humana venha a causar a própria extinção,  dizimando também muitas espécies animais e vegetais e não com a destruição do planeta terra. 

Aliás, tudo leva a crer que nada que o homem possa fazer afetará, realmente, o planeta na escala geológica do tempo de milhões de anos.

Ao longo da historia do planeta muitas espécies surgiram e desapareceram na dependência de sua maior ou menor capacidade de adaptação às mudanças planetárias. Entretanto, a extinção
 da espécie humana está sendo acelerada pela depleção de boa parte dos ecossistemas que constituem a biosfera, essa fina e delicada camada que envolve o planeta.

Motivo de séria preocupação é a capacidade humana  de exacerbar a falha metabólica entre as sociedades humanas e a natureza que vem se aprofundando pela dependência de fontes fósseis de energia.

O foco do debate de desenvolvimento sustentável está na esperança de que a humanidade deixe de abreviar o prazo de sua inevitável extinção através da conservação da biocapacidade dos ecossistemas dos quais depende.

Num futuro próximo, em vista do seu comportamento suicida, a espécie humana poderá sair de cena mesmo sem ter havido uma catástrofe natural em escala planetária.  

O planeta, entretanto, seguirá sua trajetória de vida em escala de milhões de anos na qual continuarão a surgir e desaparecer espécies animais e vegetais, inclusive, talvez, outra espécie de seres conscientes mais compatível com a VIDA existente em GAIA.

terça-feira, 8 de março de 2011

O aquecimento global é antrópico?


O que é o aquecimento global
Imagem Google


O professor Franco Battaglia escreveu um artigo sobre as falsas afirmações sobre o aquecimento global. O planeta, ele afirma, está efetivamente atravessando uma fase de aquecimento global. O que é uma gigantesca mentira é o fato que o homem tenha um papel sobre o aquecimento ou sobre o clima. 

A organização não-governamental N-Ipcc, (N significa Não governamental) que avaliou a mesma literatura científica a disposição do mais famoso Ipcc (Intergovernamental Panel on Climate Change), chegou a conclusões opostas e publicou o livro A Natura, não o Homem, governa o clima, que foi traduzido em cinco idiomas. 

O relatório, junto com as assinaturas de mais de 650 cientistas do mundo inteiro, foi entregue ao senado norte-americano, para que ouvisse a voz do dissenso, ou, melhor, do consenso ao dissenso! Vale a pena explicar por que o homem não tem nada a ver com o aquecimento global. Há vários indícios que não tiveram nenhuma explicação, mas que, todos juntos, formam uma prova evidente.

1) O planeta já esteve mais quente que agora: sem evocar tempos muito longínquos, assim foi no período dito “quente  holocênico” e ao longo de alguns séculos no “período quente da Idade Média” de mil anos atrás.
2) O aquecimento atual iniciou-se em 1700, quando estava ausente a industrialização e os habitantes da Terra mal chegavam a um bilhão e meio, e continuou até 1940, quando, igualmente, a industrialização ainda estava escassa, mas a população do planeta alcançava um terço da atual.
3) A temperatura do planeta diminuiu de 1940 até 1975, tanto que em meados dos anos 1970, era popular uma histeria pelo frio, que pode se comparar à atual pelo calor! Pena, porém, que aqueles foram os anos do boom industrial, demográfico e de emissão de gazes estufa.
4) Desde 1998, a temperatura parou de crescer e o ano 2008, provavelmente, será declarado o ano mais frio destes últimos dez anos. Mas, desde 1998, as emissões de gazes estufa aumentaram ininterruptamente.
5) Todos os modelos matemáticos que atribuem aos gazes-estufa antrópicos (relativo às modificações provocadas pelo homem no meio ambiente) o papel de reguladores do clima, preveem que na troposfera, a 10 Km acima do Equador, dever-se-ia observar um aquecimento três vezes maior que na superfície terrestre. As medições, repetimos medições não boatos, feitas pelos satélites não revelam nem um aquecimento triplo, sequer um aquecimento. Ao contrário, há um resfriamento!

Como se pode observar, o aquecimento atual ocorreu nos tempos e nos lugares errados em relação ao pensamento que o diria de origem antrópica. O último indício, não é, em verdade, um indício: evoluiu como prova principal da inconsistência da teoria antropogênica do “global warming”. A palavra-chave é “sensitividade climática”, isto é, o aumento da temperatura conseguinte à dobragem da concentração atmosférica de gazes-estufa. 

O valor medido da sensitividade é de meio grau, o que significa que daqui ao fim do ano 2100, poderíamos esperar uma contribuição antrópica à temperatura da Terra de, talvez, 0,2 grau, contribuição praticamente imperceptível em relação aos outros fatores. 

Seria desejável que ninguém mais falasse do aquecimento global, mas isto é apenas uma ilusão, pois o aquecimento global antrópico é uma próspera indústria, muito bem oleada pelo dinheiro dos nossos impostos, uma fantasmagórica quantidade de dinheiro público, direcionado para projetos tanto grandiosos quanto inúteis.

Fonte:http://www.italiaamiga.com.br/wiki/aquecimento-global