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domingo, 25 de novembro de 2018

TUDO É FELICIDADE



"Minha experiência é que tudo é felicidade. Mas o desejo por felicidade causa dor. Assim, a felicidade se torna uma semente de dor. Todo o universo de sofrimento nasce do desejo. Abandone o desejo por prazer e você nem mesmo saberá o que é a dor."

SRI NISARGADATTA MAHARAJ

domingo, 1 de maio de 2016

CUIDADO COM O QUE DESEJA

 
A sua mente projecta uma estrutura e você se identifica com ela. É da natureza do desejo impelir a mente a criar um mundo para a sua satisfação. Mesmo um pequeno desejo pode iniciar uma longa linha de acção; e um forte desejo? O desejo pode criar um universo; seus poderes são milagrosos. Tal como um pequeno fósforo pode incendiar uma enorme floresta, um desejo acende os fogos da manifestação. O próprio propósito da criação é a satisfação do desejo.
O desejo pode ser nobre ou ignóbil, o espaço (akash) é neutro - ele pode ser preenchido com o que se gosta: Você deve ter muito cuidado com o que você deseja. E no que diz respeito ás pessoas que você quer ajudar, elas estão em seus respectivos mundos por causa de seus desejos; não há nenhuma maneira de ajudá-las a não ser através de seus desejos. Você só pode ensiná-las a ter os desejos correctos para que elas possam se elevar acima deles e serem livres do desejo de criar e recriar mundos de desejos, moradas de dor e prazer.

domingo, 14 de julho de 2013

SOMOS UMA CONSCIÊNCIA QUE TEM UM CORPO


Maharaj diz-nos repetidamente que estamos tão acostumados a pensar de nós mesmos como corpos tendo consciência, que achamos muito difícil aceitar ou mesmo entender a situação real. Na realidade, é a consciência que manifesta a si mesma em inumeráveis corpos. 

É, portanto, essencial perceber que nascimento e morte são apenas o início e o fim de uma corrente de movimentos na consciência, os quais são interpretados como eventos no espaço e no tempo. 

Se pudéssemos entender isto, deveríamos também compreender que somos puro ser-Consciência-felicidade em nosso estado original imaculado, e, quando em contato com a consciência, somos apenas a testemunha dos (e totalmente separados) vários movimentos na consciência. 

Este é um fato evidente porque, obviamente, nós não podemos ser o que percebemos; o percebedor deve ser diferente do que ele percebe.

Autor:  Sri Nisargadatta Maharaj 
Livro: "Sinais do Absoluto"