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segunda-feira, 6 de abril de 2015

AS GRANDES PERGUNTAS DA EXISTÊNCIA

http://www.unipazmg.org.br/facilita.htm
“Eu descobri aos poucos que quando a gente faz essas perguntas do sentido, vem as respostas. E as perguntas são: o que eu é que eu tô fazendo aqui?, eu tenho alguma missão nessa Terra?, essa vida tem sentido?, e eu como eu não sabia se ia viver ou não, e o que é que tem depois da morte?, e as poucos ficou claro que se não tem nada, essa existência não tem sentido. (…) E quando a gente faz essas perguntas doídas do fundo do coração, vem respostas. E vem respostas de várias maneiras, mas uma maneira é comum aos mutantes. (…) Começa a surgir acasos. Primeiro, as respostas às suas perguntas vem por acaso. E os acasos vão se multiplicando. E se multiplicam a tal ponto que acaso multiplicado por acaso não pode ser mais acaso”.
~ Pierre Weil (1924-2008)


Seguem vídeos com palestras de Pierre Weil abordando estas questões.







"[...] tive que aprender a ser, pois era doutor em ter e desconhecia o sentido da existência. Comunicar o que descobri por mim mesmo, convidar os outros a fazer as mesmas descobertas e indicar como procurá-las é o mínimo que posso fazer, com a máxima alegria, de coração para coração."
(Pierre Weil)

 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

NORMOSE, a patologia silenciosa: a história de como o psicólogo Pierre Weil se curou dela, por ele mesmo

Alguns já estão familiarizados com o conceito de “normose” e também com o trabalho do educador e psicólogo francês Pierre Weil (1924-2008), Doutor em Psicologia pela Universidade de Paris e autor de “A Neurose do Paraíso Perdido”, “Antologia do Êxtase” e “As Fronteiras da Evolução e da Morte”, mas talvez alguns ainda não estejam com a história pessoal que levou Pierre a se perceber um normótico em si mesmo e, a partir daí, a tomar um rumo diferente e a trabalhar profissionalmente, como psicólogo e palestrante, esse novo conceito. No texto abaixo, Pierre conta parte dessa história, fala de como saiu de uma infelicidade pessoal, de uma separação e de um câncer para o Tibete, para o ioga e para a fundação da UNIPAZ, a conhecida universidade da Paz fundada em Brasília em 1987.
Um dos problemas das correntes da normose é que elas são inconscientes e silenciosas. Mas, como Pierre afirma no texto abaixo, de sutis e fracas elas não tem nada: a normose é “um processo psicossociológico que ameaça a humanidade e as outras espécies vivas no planeta Terra, uma verdadeira fonte de sofrimentos e de tragédias, das mais diversas proporções”.
Para conhecer mais de Pierre Weil, visite o site oficial em pierreweil.pro.br e veja também o post “As grandes perguntas da existência e os processos de descoberta, pelo psicólogo Pierre Weil [4 VÍDEOS]“, publicado pelo Dharmalog em 2012.
“A normose pode ser considerada como o conjunto de normas, conceitos, valores, estereótipos, hábitos de pensar ou de agir aprovados por um consenso ou pela maioria de pessoas de uma determinada sociedade, que levam a sofrimentos, doenças e mortes. Em outras palavras: que são patogênicas ou letais, executadas sem que os seus autores e atores tenham consciência da natureza patológica.”
Pierre Weil

NORMOSE” [TRECHOS]

Por Pierre Weil
“(…) A maneira mais simples de fazê-los entender do que se trata será contando um pouco do que se passou comigo há algumas décadas. Isso nos levará, ao mesmo tempo, aos aspectos pessoais e sociais que levaram à criação do conceito de normose. Lembro-me da crise existencial pela qual passei aos trinta e três anos de idade. Com o conhecimento que tenho hoje, identifico-a como consequência de uma normose. Foi, tipicamente, a crise de um normótico que ainda não sabia nada a respeito da normose. Fazia prosa sem o saber, como diz um jargão popular.
Por que afirmo que eu era normótico? Minha crise ocorreu por eu ter procurado ser normal, de ter realizado o que uma sociedade recomendava e recomenda até hoje sobre o que é ser um homem bem-sucedido. A sociedade, por meio dos meus pais, moldara um ser humano bem-sucedido aos trinta e três anos. Um homem de sucesso porque eu tinha tudo: tinha a minha residência, tinha a minha casa de campo, tinha a minha piscina, tinha meu cargo na universidade, tinha o meu cargo junto ao presidente do maior banco da América Latina, tinha o meu consultório, tinha o meu livro best-seller, tinha entrevista na televisão, tinha, tinha, tinha, tinha… E minha normose era, justamente, ter. Havia introjetado toda uma civilização do ter. Eu tinha, tinha tudo e estava muito infeliz, não era um homem realizado. Conformado a este contexto, eu acabei tornando-me normótico.
Por quê? Porque eu segui a norma que me levou à patologia: a patologia moral – era profundamente infeliz; a patologia social – me divorciei porque, quando se está infeliz, culpam-se os outros; e uma patologia orgânica – a separação me levou a fazer um câncer. Então, já temos o conceito da normose: é o conjunto de hábitos considerados normais e que, na realidade, são patogênicos e nos levam à infelicidade e à doença. Embora resumida, é a definição que eu tenho seguido até hoje, muito útil e clara. Para sair da normose, deitei no divã do psicanalista e resolvi aprender e praticar ioga. Foi numa sessão de ioga que descobri a relatividade do conceito de normalidade. Vou contar a história, pois é muito ilustrativa. Todas as quartas-feiras à noite nosso grupo se reunia e o professor nos fazia relaxar, com música, e meditar. Depois, cada um relatava a sua experiência. Um dizia: eu vi um ser.
Outro: eu vi cores. Outro ainda dizia: eu vi formas. Um mais: eu tive uma inspiração maravilhosa. E, quando chegou minha vez, eu disse: gente! Eu estou tapado. Eu não estou vendo nada! Isso transcorreu durante um ano. Foi aí que comecei a observar a relatividade do conceito de normalidade: nesse grupo, todo mundo tinha visões e eu não. Então, o grupo era normal e eu era anormal. Lá fora, nos dois milhões de habitantes de Belo Horizonte, quase ninguém tinha visões. Então, eu era normal e o grupo era anormal. Foi quando comecei a cogitar sobre a relatividade do conceito de normalidade.

A fantasia da separatividade

O estudo da ioga me levou ao hinduísmo, ao budismo e ao conceito de maia. Constatei que essa nossa maneira de ver as coisas é uma fantasia. Mais tarde, eu a denominei de fantasia da separatividade.
Quando criamos a Universidade Holística, ao fazer o estudo da gênese da destruição da vida no planeta, descobrimos que sua raiz está em que consideramos a ilusão como normal. É um conceito provido de consenso social, que pode levar ao suicídio da humanidade. A isso se acrescentou, então, a noção de consenso: uma crença partilhada por uma maioria.
Os estudos de ioga me levaram a fazer um retiro com lamas tibetanos.
Fui para esse retiro especialmente para entender por que os tibetanos insistiam Maia: termo sânscrito, que significa ilusão, em seu sentido mais geral. tanto no caráter do sonho em nossa vida cotidiana. Ou seja, a semelhança entre o estado de consciência de vigília e o onírico. E lá eu aprendi, por mim mesmo, por meio do sonho lúcido, que a nossa vida cotidiana é como se fosse um sonho. Não tem muita diferença não. E todos acreditam nesse sonho. Voltamos à noção de normose e de consenso.
Um dia, em 1986, ao sair do retiro tibetano, Jean-Yves Leloup me convidou para um simpósio sobre a normalidade, no Centro Internacional de Saint-Baume. O local era um tipo de universidade holística, com um ambiente como o da Unipaz, que ele dirigia, no sul da França. Lá se encontrava e podia ser visitada a gruta onde Maria Madalena se refugiou depois da passagem de Jesus. E lá, a seu pedido, proferi uma palestra sobre as anomalias da normalidade.
Então, surgiu a ideia de que a normalidade podia ser patológica e patogênica. Todo o seminário versou sobre a definição do que é normal, tarefa nada fácil. O que é normal, afinal? De qualquer forma, a criação do conceito de normose nos força a buscar definir o que não o é.

Um conceito que me trabalhou

Fiz uma experiência em que procurei colecionar todas as atribuições que se costuma fazer às pessoas julgadas anormais. Por exemplo: você é um idiota; você é um irresponsável; você é maligno, etc. Fiz uma coleção de umas trinta ou quarenta epítetos. Em seguida, traduzi-os ao seu contrário, pensando que, talvez dessa forma, poderia definir o que é normal. Para surpresa minha, saiu uma lista do que é um santo. Por esse procedimento empírico, um ser normal seria um santo. Será? Deixo a ideia para reflexão.
Depois disso, o conceito de normose ficou me trabalhando porque um conceito novo nos trabalha. De vez em quando, eu o usava nas palestras. Notei que, a cada vez que pronunciava a palavra normose, as pessoas riam muito. Percebi, então, que a reflexão estava mexendo com alguma coisa fundamental. Inquietava as pessoas. Pouco a pouco me dei conta, entretanto, que esse é um conceito fundamental em psicologia, em sociologia, em antropologia, em educação e nas demais disciplinas e áreas de atuação humana. Mais ainda: evidencia um processo psicossociológico que ameaça a humanidade e as outras espécies vivas no planeta Terra. Uma verdadeira fonte de sofrimentos e de tragédias, das mais diversas proporções. Foi quando realizei uma primeira classificação das normoses. E continuo descobrindo outras em minhas reflexões cotidianas.
(…)
A característica comum a todas as formas de normoses é seu caráter automático e inconsciente. Podemos falar, no caso, do espírito de rebanho. A maior parte dos seres humanos, talvez por preguiça e comodidade, segue o exemplo da maioria. Pertencer à minoria é tornar-se vulnerável, expor-se à crítica. Por comodismo, as pessoas seguem ou repetem o que dizem os jornais; já que está impresso, deve estar certo! Quantas pessoas aderem a uma ideologia, religião ou partido político só porque está na moda ou para ser bem vistas pelos demais?
Uma maneira disfarçada de manipular as opiniões e mudar os sistemas de valores é anunciar que são adotados pela maioria da população. Nesse sentido, toda normose é uma forma de alienação. Facilita a instalação de regimes totalitários ou sistemas de dominação.
Fonte indicada: http://dharmalog.com/2013/06/11/normose-a-patologia-silenciosa-a-historia-de-como-o-psicologo-pierre-weil-se-curou-dela-por-ele-mesmo/
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O MUTANTE E O ESTAGNANTE


http://geonanacharlie.blogspot.com.br/2010/06/fadas-lindas.html
Pierre Weil chamou de mutantes essas pessoas em processo de expansão da consciência. É através de uma mutação que começa, na verdade, a dimensão transpessoal da consciência. É quando a gente se dá conta de que existe algo muito mais verdadeiro do que nossas meras identidades, nossas crenças, nossas opiniões, nossos apegos. 
Já não nos orientamos mais a partir de nossos interesses pessoais, mas por aquilo que vai além, que transcende a própria individualidade e se dirige para o coletivo, o social, o outro. Só então compreendemos que estamos aqui no mundo a serviço, todos nós somos servidores. Essa experiência muda tudo.
A visão da espiritualidade que decorre dessa mutação interna provoca uma nova postura perante a vida, uma vivência real, uma mudança interna que não tem nada a ver com a religião nem com doutrinas espíritas. Espiritualidade é um termo que significa mais uma dimensão noética, uma propensão aos valores humanos, uma capacidade de transcendência que pode ou não estar ligado a uma prática religiosa.

O mutante é aquele que aprende a conviver com esses fenômenos acontecendo na sua vida o tempo todo. Ele está aberto para mudar. Nós, seres humanos, somos um projeto inacabado. Essa é a grandiosidade do ser humano. Sua capacidade de abertura.
Mas, existem inúmeras pessoas que nunca viveram uma crise de transformação, que continuam com as mesmas idéias, hábitos e modo de pensar de sempre. Não buscam o sentido das coisas e repetem, como sonâmbulos, suas rotinas de vida incansavelmente. 
Pierre Weil chama essas pessoas de estagnantes, porque, na verdade, estão estagnadas. Vivem dopadas pela visão de mundo que é vendida pela mídia, pelo sistema político, pelos interesses econômicos. Pessoas estagnadas, alienadas, são um alvo muito fácil para um sistema que não se preocupa com o desenvolvimento humano, e sim, do capital.
Há uma imagem que ilustra bem como agem o mutante e o estagnante. Nossa mente se assemelha a um Boeing supersônico fabuloso, que viaja a velocidades incalculáveis e pode ir a espaços infinitos. 
Mas não sabemos como usar os instrumentos de bordo. Só existem duas possibilidades: ou aprendemos a pilotar o nosso Boeing e tomamos a direção em nossas mãos, ou ligamos o piloto automático e vamos dormir lá no fundo do avião. O mutante é aquele que vai buscar aprender tudo sobre sua mente-supersônica; o estagnante vai tirar uma soneca e se deixar conduzir para qualquer lugar...

Trecho de um artigo de Fátima Borges em: 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

EDUCAÇÃO PARA A PAZ



Foto: http://uniaoglobaldeatitudes.blogspot.com


Achei proveitoso divulgar os esforços de educar para a paz traduzidos em várias ações, entre elas a publicação desta obra literária. 

Este é um trabalho que a UNIPAZ vem fazendo há um bom tempo no Brasil e no mundo porque é preciso que continuemos a sonhar com nossas utopias, não podemos perder a fé nem a esperança de que um dia, finalmente, a humanidade aprenda a arte de viver em paz, inaugurando uma época de evolução e iluminação para todos os recantos do planeta.

Para quem desejar participar deste esforço, no Brasil temos várias unidades da UNIPAZ. A seguir, o prefácio de "A Arte de Viver em Paz" de Pierre Weill.

"A Universidade para a Paz, criada pelas Nações Unidas na Costa Rica, manifesta seu reconhecimento a Pierre Weil pelo trabalho que vem desenvolvendo à frente da Fundação Cidade da Paz e da Universidade Holística Internacional de Brasília. É marcante a contribuição de Weil a um tema fundamental de nossa época: a educação para a paz.


Como ele sublinha em sua obra, depois de séculos ou mesmo milênios de silêncio, a educação para a paz enfim floresce neste planeta. Chegam a nós, sem cessar, notícias sobre o estabelecimento de cátedras para a paz e de novos ensinamentos a esse respeito. Existe, hoje, um grande interesse por esse assunto em diversos setores da atividade humana.

A essa eclosão de atividades aplica-se a observação de Leibniz, predizendo que a humanidade ficaria fascinada e seria absorvida pelas faculdades de análise da ciência de tal forma que, durante séculos, dissecaria a realidade e se esqueceria da síntese, do universal. Mas ele previu, também, que a complexidade de nossas descobertas nos forçaria, mais cedo ou mais tarde, a retornar ao universal, à globalidade.

O momento chegou, como demonstra todos os dias nossa nova abordagem em relação à Terra, à natureza, à comunidade humana, à unidade das ciências,ao caráter multidisciplinar da pesquisa e dos estudos.


Pierre Weil, assim, integra a educação para a paz à arte de viver, assunto que também é de complexidade infinita e requer um tratamento holístico. O adjetivo “holístico” ainda assusta algumas pessoas. Que não se inquietem. Trata-se simplesmente da palavra grega “kath holikos”, que se refere à totalidade, ao universal. 

Essa palavra foi consagrada na expressão “Igreja Católica”, que quer dizer “Igreja Universal”.

Não vou me debruçar sobre a obra para analisá-la. Cabe ao leitor e aos professores a tarefa de descobri-la, apreciar seu porte e sua importância e compartilhar, como espero, o entusiasmo que senti.Encarregado que fui durante anos da coordenação das 32 instituições especializadas e de programas mundiais das Nações Unidas, tive de enfrentar a complexidade crescente do saber e das preocupações humanas, nos aspectos físico, científico, intelectual, moral, ético e espiritual.


Também eu, depois de longas reflexões e observações, fui levado a procurar um enfoque holístico para compreender e sintetizar o movimento da humanidade nesse sentido, ao longo dos séculos. Foi esse esforço de síntese que me valeu o Prêmio da Educação para a Paz da Unesco, em 1989. Muitas escolas já começam a aplicar essa visão holística de educação e foi-me dada a honra de batizar com meu nome algumas delas.


Pierre Weil e eu devemos grande reconhecimento à Unesco por sua acolhida benevolente a esses ensaios de ensinamento universal, que podem parecer utópicos a algumas pessoas hoje. Mas as utopias de hoje costumam ser as realidades de amanhã – a existência das Nações Unidas e o nascimento da Comunidade Econômica Européia são bons exemplos dessa constatação.

Um dia, a utopia de uma comunidade mundial, de uma nação terrestre unida, também será uma realidade. Como dizia Schopenhauer, “toda verdade passa por três estados:

primeiro ela é ridicularizada, depois é violentamente combatida, 

finalmente, ela é aceita como evidente”.


Em nome da Universidade para a Paz, envio sinceros agradecimentos a Pierre Weil e à Unesco. Queira Deus que esta obra seja a pedra angular para uma nova educação no limiar do terceiro milênio."



Autor : Robert Muller
Chanceler da Universidade para a Paz da Organização das Nações Unidas na Costa Rica

Fonte: Prefácio da obra literária: A Arte de Viver em Paz (Pierre Weil)


terça-feira, 27 de março de 2012

TRANSCOMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO EXTRA TERRESTRE







Estamos vivendo uma época muito especial. À medida que o velho materialismo capitalista ou socialista dá o seu último suspiro através de espasmos convulsivos que se traduzem pela violência e o consumismo desenfreado dos recursos limitados do nosso planeta, estão surgindo cada vez mais índices de que seres de outras dimensões ou universos estão querendo se manifestar para nós, das maneiras mais inesperadas e repentinas.

O número de pessoas que está, de repente, acometida por um estado diferente da consciência, em que começa a receber "mensagens" de um guia ou mentor, está aumentando de mês em mês. O fenômeno se chama "Channelling" ou "Canalização" em bom português. 

Está aumentando o número de livros a respeito. Forças Angelicais, Virgem Maria, Cristo, Guias que não querem se identificar, estão a nos comunicar dados importantes sobre assuntos os mais variados, como a Vida de Cristo, a importância da reencarnação, do auto conhecimento, da responsabilidade e missão do ser humanos no Planeta, a necessidade de evoluir e transcender espiritualmente e de realizar a nossa verdadeira natureza, os meios para transformar as nossas tendências destrutivas, a natureza divina, a preparação necessária para enfrentar um eventual apocalipse.

Ao ler certos textos, ficamos realmente assombrados pela seriedade, precisão científica e profundidade das mensagens; algumas nos parecem difíceis de terem sido escritas por mãos humanas.

Estamos hoje convencidos que se torna necessário uma confrontação dos textos e uma análise em nível acadêmico deste fenômeno que vem enriquecer a fenomenologia já cientificamente demonstrada da parapsicologia.

Só a título de exemplo, recomendaria a leitura do livro de EVA PIERRAKOS: "O caminho do auto aperfeiçoamento" nas edições Cultrix-Pensamento.

Pierre Weil

fonte: http://www.pierreweil.pro.br/Novas/Novas-54.htm



ABDUÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DA HUMANIDADE







O que vamos relatar a seguir é algo que ao mesmo tempo se relaciona com o destino da humanidade como também trata da interferência alienígena neste mesmo destino. é um tema assustador.

Neste últimos anos dois tipos de pesquisa tem atraído a minha atenção. Embora fazendo parte de assuntos bastante diversos senão opostos quanto ao seu conteúdo, há certas evidências que nos fazem pensar que existe entre eles uma estreita relação.

De um lado, pesquisas de natureza interdisciplinar e intercultural, tem levantado evidências da diminuição significativa do número de espermatozóides no ser humano.

De outro lado, outras pesquisas levantaram evidências bastante convincentes da intervenção de seres alienígenas no exame de espermatozóides e de óvulos humanos, assim como da fecundação de seres híbridos, metade humanos e metade alienígenas educados em espaço externo ao nosso planeta.

Uma reportagem especial da BBC ilustra de maneira bastante convincente, um fenômeno afetando os seres humanos de sexo masculino. Já há algumas décadas que a percentagem de espermatozoides está diminuindo de maneira assustadora, à razão de dois por cento ao ano. 

Esta redução já atinge a proporção de cinqüenta por cento. De 150.000.000, a media de espermatozóides caiu para 75.000.000. A partir de 20.000.000 de espermatozóides os homens são considerados como estéreis.

Os pesquisadores foram procurar as causas e encontraram como principais motivos, os inseticidas como o DDT, os agrotóxicos e os plásticos.

Um estudo bastante exaustivo foi publicado num livro intitulado "O FUTURO ROUBADO", título bastante sugestivo. Os seus autores, Theo Colborn, Dianne Dumanowski e John Peterson Myers levantaram evidências dos distúrbios glandulares, principalmente produção de estrôgeno.

Os pesquisadores são praticamente unanimes para considerar a situação como bastante ameaçadora para o futuro da humanidade. No vídeo da BBC de Londres, um dos pesquisadores pergunta o que iremos responder ao nossos filhos ou netos quando indagaram se nós sabíamos do perigo de esterilização da humanidade e porque sabendo, não teríamos feito nada?

E para agir logo, os mesmos levantam dúvidas quanto a capacidade da humanidade mudar a sua cultura de consumo de plástico, agrotóxicos e inseticidas, sendo necessária uma verdadeira revolução de hábitos fortemente enraizados em todos nós.

A esta notícia já bastante alarmante, vem se acrescentar uma outra mais assustadora ainda: outras pesquisas levantaram evidências que seres alienígenas, vulgarmente conhecidos como extraterrestres, também estão empenhados em colher esperma humano entre outras coisas.

O estudo mais exaustivo foi realizado por um professor de história contemporânea da Templeton University, o doutor David M. Jacobs, cujo livro foi prefaciado pelo professor de psiquiatria da Escola de medicina da Harvard University, o doutor John E. Mack.

O autor entrevistou mais de sessenta abduzidos, isto é, pessoas, na sua maioria mulheres, que tem sido forçados por seres extraterrestres a saírem dos seus lugares, em geral a sua cama, a serem levados para um OVNI onde foram examinados fisicamente e ou mentalmente e eventualmente submetidos a intervenções cirúrgicas tais como implantes de chips ou fetos.

Os relatos colhidos através de mais de quinhentos sessões de hipnose, técnica necessária para a grande maioria em virtude da indução pelos alienígenas de uma amnésia completa do ocorrido, são praticamente unanimes em muitos detalhes essenciais dos fatos ocorridos.

O mérito do pesquisador foi de chegar a uma descrição sinóptica não somente do fenômeno de abdução, mais ainda das principais características do interior de uma nave espacial ou OVNI e dos  alienígenas a elas ligados.

No que se refere as intervenções contra a vontade dos abduzidos, elas consistem essencialmente no seguinte. Os homens e as mulheres são levados para um primeiro cômodo e ali desvestidos. 

Numa outra sala são submetidos a vários exames por apalpação e instrumentais. Numa outra sala os homens são excitados sexualmente por vários processos e retirado o esperma na hora da ejaculação.

Quanto ás mulheres se retira um óvulo através de um instrumento que atravessa o umbigo. Em certos casos se implanta um feto.

Os abduzidos são levados para sua cama onde acordam sem nenhuma lembrança dos fatos. As mulheres que recebem um feto constatam com surpresa que são gravidas o que é confirmado pelos exames dos obstetras. 

Estes, alguns meses depois, constatam que o feto sumiu, sem que haja rastros de aborto e que a mulher foi de novo levada para o OVNI, onde o feto é extraído e criado em condições especiais.

Tudo indica que está se criando uma nova raça híbrida sobre a qual os alienígenas não se pronunciam. Várias hipóteses podem ser feitas. A mais plausível é que os ETs estariam executando um plano preparativo para povoar o nosso Planeta por uma nova raça ou espécie. 

Será que algo semelhante que nos conta a gênese estaria acontecendo de novo? Os deuses casando com as filhas dos homens?

E agora podemos especular livremente sobre as relações possíveis entre as duas descobertas. Será que os ETs também descobriram a provável extinção da humanidade, já que examinam regularmente o seu esperma? 

Será que, sabendo dessa provável extinção, estão preparando a invasão do nosso planeta por estes seres híbridos que teriam todas as características positivas das duas espécies, inclusive e sobretudo a de poder respirar a nossa atmosfera e se adaptar a outras condições também? Coincidência ou não, a relação entre os dois fenômenos merece maiores reflexões sobretudo nosso posicionamento como espécie humana.

A pergunta é válida, pois pelas estimativas estatísticas e inquéritos realizados por amostragem, o número de abduzidos, só nos USA, seria já de aproximadamente um milhão de pessoas.

Dá o que pensar.

Artigo de Pierre Weil in http://www.pierreweil.pro.br/Novas/Novas-02.htm 

Para quem não conhece Pierre Weil, ele foi pedagogo, psicólogo, psicanalista, filósofo, fundador e Reitor da Universidade Holística Internacional de Brasília, recebeu o Prêmio UNESCO de Educação para a Paz, entre muitas outras habilidades e cargos exercidos. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

AMOR: ENERGIA UNIVERSAL

Fonte da imagem : Google images

O que a nossa humanidade mais precisa é despertar o Amor em todos os corações. Dilacerada pela violência, ela chegou perto do fundo do poço. E deste lugar, só lhe resta uma alternativa, é olhar para cima, em direção ao sol, à Luz da Sabedoria e ao calor do Amor.


O Amor do coração foi progressivamente abafado por quatro mil anos de dominação dos homens, que limitaram a participação das mulheres à família e ao lar. Resultou disto uma repressão dos valores femininos no Homem, e com eles o próprio Amor. A nossa cultura masculinista esta na raiz do desenvolvimento extremo das qualidades intelectuais mais particularmente da razão, que leva ao domínio absoluto da ciência e da tecnologia, e limita a educação ao puro intelecto.


Os valores do coração e do espírito são desprezados e relegados à religião. Resulta disto um racha entre razão e coração. e chegamos aos extremos das aplicações frias da ciência através da tecnologia, à fabricação descontrolada de armas e ao seu uso na matança de seres indefesos no terrorismo ilegal e nas guerras legais, tanto faz. As empresas usam as tecnologias tanto a serviço de valores construtivos ou destrutivos desde que se obtenha o devido lucro.


O advento do movimento feminista levou as mulheres à saírem do seu lar para trabalhar fora. Isto faz com que, progressivamente, os valores afetivos penetram na empresa e no trabalho humano em geral. À preocupação masculina exclusiva pela efetividade, vem se integrar harmoniosamente o valor feminino da afetividade.


A exclusividade de focalização empresarial pela produção, está se acrescentando um interesse cada vez maior pelas pessoas, isto é, pela qualidade de vida de cada funcionário. É de esperar também que com o ingresso de mulheres na política, o Amor e a preocupação pelo ser humano tornem-se cada vez mais central na gestão das sociedades. O futuro desta gestão se acha num reencontro do masculino e do feminino em cada um de nós.


Tirar o Amor da vida humana é ameaçar a própria vida no nosso Planeta. Pois a destruição ecológica é o resultado da falta de Amor à Natureza, que leva o ser humano a um suicídio progressivo, o qual já começou.


O Amor é a força que sedimenta todos os conjuntos. A energia que liga entre elas as partículas do átomo é o Amor, garantindo assim a existência da matéria. O  Amor é a energia que une as células formando os tecidos das plantas, dos animais e do nosso corpo. O Amor é a força que atrai os dois sexos garantindo a continuidade de todas as espécies, vegetal, animal e humana. O Amor estimula a nossa criatividade, insuflando o nosso entusiasmo pela vida e inspirando a nossa alma poética. O Amor é o fator que proporciona a ternura dos casais e a amizade entre pessoas. O Amor é a liga das estrelas, formando o Universo.


Onde há Amor é impossível a violência, o terrorismo e as guerras. Despertemos a todo instante o Amor no nosso coração para todos os seres viventes. É a melhor contribuição que podemos dar para a nossa humanidade sair do atoleiro em que está enleada!


Autor: Pierre Weil
Fonte: http://www.pierreweil.pro.br/Novas/Novas-63.htm

sábado, 12 de março de 2011

O Termo Holística e suas utilizações


O termo “holística” e suas utilizações

A palavra “holística” não é encontrada em nenhum dicionário francês; em alguns dicionários de filosofia encontra-se o termo “holismo”, cuja criação é atribuída a Smuts.
Em 1926, Smuts escreve e publica um livro intitulado Holism and Evolution. Filósofo sul-africano, ele foi um dos primeiros partidários do anti-apartheid; é Alfred Adler quem o descobre e lança na Europa.

É ele, pelo que sabemos, o primeiro autor a empregar a palavra “holística”, além do termo “holismo”, que designa unia força vital responsável pela formação de conjuntos - de gestalts, dir-se-ia hoje; essa mesma força seria a formadora dos átomos e moléculas, no plano físico, da célula, no plano biológico, das idéias, no plano psicológico e da personalidade, no plano espiritual; o próprio universo seria um conjunto em constante formação.

Vários anos se passaram e só recentemente alguns autores de psicologia transpessoal se lembraram dele, como por exemplo Ken Wilber, em seu livro Up from Eden.
Parece-nos difícil, até hoje, estabelecer uma relação entre a obra de Smuts e o emprego atual do vocábulo “holística”. Com efeito, a palavra é empregada atualmente na literatura da microfísica, de um lado, e da psicologia transpessoal, de outro.

Fala-se também da medicina holística, de uma visão ou perspectiva holística do real e da abordagem holística no domínio do conhecimento, mais particularmente em epistemologia e em hermenêutica.

Parece que a descoberta do princípio do holograma, no qual o conjunto da imagem é recuperado em todas as suas partes, propriedade explorada na neurologia por Karl Pribram e em física por David Bohm, foi um dos fatores do aumento apreciável da freqüência de uso desse termo e de outros criados mais tarde a partir da mesma raiz. 

Assim, fala-se em teoria holonômica do universo (David Bohm) e na tendência holotrópica de uma pessoa (Stanislav Grof). Em inglês, aproveita-se também a semelhança fonética entre os termos wholeness, ou inteireza, globalidade, plenitude, e holyness, ou santidade.

Holística vem do grego holos, que significa “todo”, “inteiro”. Holística é, portanto, um adjetivo que se refere ao conjunto, ao “todo”, em suas relações com suas “partes”, à inteireza do mundo e dos seres.

Parece-nos conveniente estabelecer uma clara distinção entre vários substantivos de que esse termo é o adjetivo qualificativo, ou seja, a visão ou perspectiva holística, a abordagem holística, o movimento holístico e a experiência holística.
Definamos, pois, sucessivamente, essas palavras.

fonte: Holística - Uma Nova Visão e Abordagem do Real - Pierre Weil