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quarta-feira, 8 de abril de 2015

O SAPO E SEU ORGULHO

O Sapo
Fonte da imagem: http://todosconectado.com.br/category/metaforas/

"Na boca do tolo está a punição da soberba, mas os sábios se conservam pelos próprios lábios" Provérbios 14:3

Era uma vez um sapo falador que queria fugir do inverno.

Então, alguns gansos sugeriram que o sapo se juntasse a eles e migrasse, que fosse com eles para um lugar mais quente.

Mas aí apareceu um problema: o sapo não voa, como poderia seguir viagem?

Mas o sapo sabido foi logo dizendo:

"Deixem comigo, tenho um cérebro brilhante, vou ter uma boa ideia."

Pensou um pouco e então pediu aos gansos que o ajudassem segurando um caniço forte, cada um numa ponta.

Como o sapo tem um bocão, ele poderia se prender ao cabo pela boca e seguir com os gansos.

Em pouco tempo os gansos e o sapo iniciaram a sua jornada.

Assim que passaram por uma pequena cidade os moradores saíram para ver aquela cena estranha e original.

Quem poderia ter tido uma ideia tão brilhante? perguntaram alguns moradores. 

Isso fez com que o sapo se inchasse tanto de orgulho e, se sentido importante gritou:

Fui eu, fui eu!

Seu orgulho foi sua ruína, pois no momento em que abriu a boca, se soltou do caniço e estatelou-se no chão, morto.

J. Gilmour



segunda-feira, 6 de abril de 2015

O SEGREDO DA NOSSA CASA

Casa Simples e Ampla
Há muito valemo-nos das fábulas para dizer, de modo eufêmico, verdades cotidianas.
Assim, quando objetos e animais ganham vozes e se submetem a acontecimentos diversos, melhor podemos analisar, na alegoria da história contada, ações e reações nossas. Momento em que repensamos os nossa hábitos e nossos crenças.
 
Abaixo, uma fábula africana que nos dá oportunidade de ponderamos sobre a real
necessidade de noticiar aquilo que ocorre no íntimo dos nossos lares.
 
“Certo dia, uma mulher estava na cozinha e, ao atiçar a fogueira, deixou cair cinza em cima do seu cão.
 
O cão queixou-se:
 
– A senhora, por favor, não me queime!
 
 
Ela ficou muito espantada: um cão a falar! Até parecia mentira…Assustada, resolveu bater-lhe com o pau com que mexia a comida. Mas o pau também falou:- O cão não me fez mal. Não quero bater-lhe!A senhora já não sabia o que fazer e resolveu contar às vizinhas o que se tinha passado com o cão e o pau.
Mas, quando ia sair de casa a porta, com um ar zangado, avisou-a:
– Não saias daqui e pensas no que aconteceu. Os segredos da nossa casa não devem ser espalhados pelos vizinhos.
A senhora percebeu o conselho da porta. Pensou que tudo começara porque tratara mal o seu cão. Então, pediu-lhe desculpa e repartiu o almoço com ele.”
Lenda via O Ponto
Editorial CONTI outra
Fonte: http://www.contioutra.com/o-segredo-de-nossa-casa-uma-fabula-africana/