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domingo, 15 de maio de 2011

Coleção de orquídeas do Jardim Botânico do Recife.

Alguns espécimes do Jardim Botânico do Recife




A seguir uma contribuição para os estudiosos e apreciadores das orquídeas.
Classificação
A classificação das orquidáceas é um ponto importantíssimo e fundamental, não só do ponto de vista dos estudos, mas também para seu cultivo. É através da classificação que seu modo de cultivo é determinado.
As plantas foram classificadas em famílias, diferenciadas umas das outras pela estrutura de suas flores, hastes, folhas e raízes. Cada família é dividida em tribos e posteriormente em gêneros. De acordo com a classificação de Rudolf Schlechter, a família das orquidáceas é classificada em 85 grandes grupos (tribos), mais de 2500 gêneros e aproximadamente 35 mil espécies. As orquídeas são relacionadas em grupos de acordo com características vegetativas. Dentro das espécies encontram-se plantas parecidas, variando apenas as flores em tamanho e cores.
As orquídeas são classificadas na divisão Spermatophyta, subdivisão Angiospermae, classe Monocotyledonae, ordem Microspermae (Gynandrae) e família Orchidaceae. A família é uma das maiores plantas floríferas, englobando quase um sétimo das existentes no planeta. É composta por cerca de mil gêneros e vinte mil espécies. O maior número de espécies ocorre nas regiões subtropicais, predominando as formas epífitas e rupícolas, enquanto as formas terrestres são mais comuns fora dos trópicos. Há diversidade no tamanho, desde aquelas com as dimensões de uma cabeça de alfinete (microorquídeas) até plantas com caules de 5 ou 6m de comprimento. Muitas pessoas acreditem que as orquídeas são parasitas, no entanto elas apenas usam o hospedeiro para fixar suas raízes.
A 1ª subfamília, as Diandrae, compreende as espécies com duas anteras férteis e é composta por duas tribos: as Cipripediloideae e as Apostasioideae. Congregam orquídeas sem caule e com flores cujos labelos têm a forma de "sapatinhos".
A 2ª subfamília, as Monandeae, é formada por espécies com apenas uma antera fértil. É muito mais extensa e compreende todas as outras orquídeas. São tantas, que se desdobram em divisões, tribos, subtribos, séries, subséries e seções.
Divisão 1:
Basitonae- reúne as espécies com antera persistente e coluna curta, formando a tribo Ophrydoidae, que por sua vez divide-se em 8 subtribos de plantas terrestres, com raízes tuberculosas e que perdem as folhas na época do repouso do inverno. São elas: Androcorydeae, Disiae, Dispepideae, Habenarieae, Huttoneeae, Plantanthereae, Porolabieae e Satyrieae.

Divisão 2:
Acrotonae- tem como característica principal a antera caduca, ou seja, as políneas, ao serem removidas, desprendem também a cápsula na qual está alojada. Essa divisão é reagrupada em duas tribos: as Polychondreae e Kerosphaereae. Essa última tribo também divide-se em duas séries e congrega a maioria das plantas cultivadas para fins ornamentais.

Nomenclatura
As plantas são classificadas por um nome genérico e outro restritivo específico. Assim, o primeiro nome da planta refere-se ao gênero a que pertence e o segundo à espécie. Algumas plantas podem receber um terceiro nome para indicar a variedade referente à cor, tamanho, forma, ou modo de desenvolvimento.


Lista Das Espécies De Pernambuco
  • Amblostoma armeniaca (sin/syn Epidendrum armeniacum) tridactylum (sin/syn Amblostoma cernua)
  • Anacheilium alagoensis (sin/syn Epidendrum ou/or Encyclia alagoense), fragrans (sin/syn Epidendrum ou/or Encyclia fragrans), glamaceum (sin/syn Encyclia glumacea ou/or Epidendrum glumaceum), vespum (sin/syn Epidendrum vespum ou/or Encyclia vespa)
  • Aspidogyne bidentifera (sin/syn Erythrodes bidentifera), foliosa (sin/syn Erythrodes aratanhensis), kuczynskii (sin/syn Erythrodes kuczynskii)
  • Beadlea bicolor (sin/syn Cyclopogon bicolor), elegans (sin/syn Cyclopogon elegans)
  • Brassavola tuberculata
  • Brassocattleya - Híbridos Naturais/Natural Hybrids
  • B. tuberculata X C. granulosa
  • Bulbophyllum sanderianum
  • Capanemia thereziae
  • Campylocentrum crassirhizum, fasciola, iglesiasii, lansbergii, linearifolium, micranthum, ornithorrhynchum, pauloense, pernambucense, pernambucense, sullivanii
  • Catasetum appendiculatum, barbatum, barbatum fma albina, blackii, ciliatum, cristatum, discolor, hookeri, hookeri var. labiatum, macrocarpum, purum, reichenbachianum, uncatum
  • Cattleya elongata, granulosa, guttata, labiata, leopoldii var. pernambucansis
  • Cattleya - Híbridos Naturais/Natural Hybrids X le czar (C. granulosa x C. labiata) (Sin/Syn C. X imperator) X victoria-regina (C. labiata X C. leopoldii var. pernambucense)
  • Chaubardia surinaemensis
  • Comparettia coccinea
  • Coryanthes speciosa
  • Cyclopogon candidus (sin/syn Hapalorchis rhombiglossae ou/or Hapalorchis candidus)
  • Cyrtopodium aliciae, andersonii, gigas, paranaense
  • Diadenium barkeri
  • Dichaea panamensis
  • Dimeranda emarginata
  • Dipteranthus duchii
  • Disciphus scopulariae
  • Elleanthus brasiliensis, linifolius
  • Eltroplectris calcarata
  • Encyclia dichroma, euosma, longifolia, odoratissima (Lindl), oncidioides, oncidioides fma roseo-alba, osmantha, pygmaea (sin/syn Hormidium tripterum), randii, tripartita
  • Epidendrum ansiferum, cinnabarinum, compressum, crassifolium, difforme, denticulatum, elongatum, fulgens, imatophyllum, latilabre, latifolium, nocturnum, ochrochlorum, paniculatum (sin/syn densiflorum), pernambucense, ramosum, rigidum, saxatile, secundum, schomburgkii, spruceanum, strobeliferum, vesicatum, xanthinum
  • Epistephium lucidum
  • Eulophia alta
  • Eurostyles cotyledon
  • Gomesa barkeri, recurva
  • Gongora aropurpurea, bufonia, nigrita, quinquenervis
  • Habenaria cryptophila, glaucophylla, goyazensis, hexaptera, liguliglossa, matogrossensis, petalodes, pickelii, polycarpa, pratensis, schenckii, trifida
  • Hexadesmia cearensis, sessilis
  • Ionopsis satyrioides, utricularioides
  • Isochilus linearis
  • Jacquiniella globosa, teretifolia
  • Lanium avicula, berkeleyi
  • Leochilus labiatus
  • Leptanthopsis floripecten
  • Liparis nervosa
  • Lockhartia goyazensis, lunifera
  • Lygyophila rosea
  • Masdevallia infracta, infracta fma atropurpures, gomesii-ferreirae
  • Maxillaria amazonica, camaridii, ferdinandiana, jenischiana, leucaimata, minuta, notyliglossa, ochroleuca, pendens, rufescens, villosa
  • Mesadenella esmeraldae
  • Miltonia flavescens, spectabilis
  • Notylia barkeri, hemitricha, longispicata, lyrata, microchila, rosea
  • Octomeria deltoglossa, helvola, linearifolia, oxichela
  • Oeceoclades maculata (sin/syn Eulophidium maculatum)
  • Oncidium barbatum, blanchetii, cebolleta, cebolleta fma alvina, croesus, flexuosum, gravesianum, lanceanum, phymatochilum, raniferum
  • Ornithidium parviflorum
  • Phragmipedium sargentianum
  • Phymatidium delicatum
  • Physosiphon spiralis
  • Pleurothallis barbullata, exarticulata, gomesii-ferreirae, lingua, minima (sin/syn marginata), ochreata, paranaensis, peduncularis, pernambucensis, pruinosa, quartzicola, rubens, rudolfii, ruscifolia, saudersiana, sclerophylla, sphaeroglossa, trifida, uniflora
  • Pogoniopsis schenckii
  • Polystachya concreta, estrellensis, foliosa
  • Prescottia epiphyta, microrhiza, plantaginea, stachyodes
  • Psygmorchis pusilla (sin/syn Oncidium pusillum ou/or Tolumnia pusilla)
  • Reichenbachantus emarginatus
  • Rodriguezia bahiensis, bracteata, leeana, pubescens
  • Sanderella discolor
  • Sarcoglottis acaulis, grandiflora, schwackei
  • Scaphyglottis cuneata, sicikii, violacea
  • Schomburgkia crispa (ou/or gloriosa)
  • Schomburgkia crispa (ou/or gloriosa) fma albina
  • Schomburgkia crispa (ou/or gloriosa) fma atroviolacea
  • Sobralia liliastrum
  • Sophronitis cernua
  • Stanhopea lietzei
  • Stelis aprica, filiformis, loefgrenii, megantha, papaquerensis
  • Stenorrhynchus lanceolatus
  • Tetragamestus modestus
  • Trichocentrum cornucopiae, fuscum, tenuiflorum
  • Trichopilia santos-limae
  • Trigonidium acuminatum, latifolium, tenue
  • Vanilla bahiana, chamissonis, denticulata, gardneri, palmarum, pompona, schwackeana
  • Xylobium colleyi
  • Zygosepalum ballii
  • Zygostates dazyrhisa, kuhlmanni
  • Warmingia eugenii
  • Wullschlaegelia aphylla
Fonte: http://www.recife.pe.gov.br/meioambiente/jb_orquidario.php

segunda-feira, 9 de maio de 2011

As nobres e belas Laelias

Me apaixonei por esta Laelia Anceps

Mais orquídeas floriram no Orquidário dos Oliveira

BRASSO LAELIA CATTLEYA

CATASETUM E ABELHA EUGLOSSA
 Observem os olhos da abelha como sáo fosforescentes!
BRASSIA ARACNIS

 De fato esta orquídea tem o formato que aparenta uma aranha !
BRASSO LAELIA CATTLEYA
Gostaram?

sábado, 7 de maio de 2011

Mudas de phalaenopsis

Phalaenopsis

Obtenção de mudas de orquídeas Phalaenopsis na haste floral por indução com pó de canela
Por Josué Fontana
Logo após a floração da sua Phalaenopsis, quando as flores murcham e secam por completo e são manualmente removidas, é possível induzir o nascimento de uma muda clone que brotará na própria haste floral, com a aplicação de pó de canela no substrato.

Após o corte com tesoura de poda (esterilizada com fogo ou produto específico) no terceiro nó da haste floral da planta, é comum brotar uma nova haste que vai fazer sua Phalaenopsis gerar uma segunda floração no mesmo ano, quando bem tratada.

Mas se você fizer a poda da haste floral na altura do mesmo terceiro nó e colocar uma colher média de canela em pó em toda superfície do vaso, isto vai estimular o nascimento de uma nova planta que brotará na haste, na altura deste nó.

Em alguns meses, logo que a planta estiver com quatro folhas de cerca de quatro centímetros cada e emanando duas ou três raízes de até 3 centímetros, faça o corte da nova muda pela haste, um pouco abaixo e replante a nova muda em outro vaso menor.
Lembre-se de que as plantas jovens precisam de maior umidade, por isso, fique atento a rega até que as plantas se desenvolvam.

fonte: http://www.orquideana.com.br/artigos.ht

domingo, 1 de maio de 2011

Veja as novas orquídeas que floresceram no Orquidário dos Oliveira

 


Visão das espécies floridas. Se desejar apreciar cada um com seu respectivo nome científico, vá à página deste blog intitulada: Orquidário dos Oliveira (http://orquidario-virtual.blogspot.com.br/) clicando na barra horizontal do menu  que a ela se refere.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

2º Concurso Virtual de Orquídeas do Fórum "A Orquídea"


Sabiam que existe concurso virtual de orquídeas?
Pois existe!
Apreciem a beleza das vencedoras nas três categorias:


 ESPÉCIES

1º LUGAR: OSMAR M. TIBA
DENDROBIUM THYRSIFLORUM


2º LUGAR: NUUILTON GOUTIELLE
CATASSETUM MATTOSIANUM


3º LUGAR:  JOSÉ GIL
CATTLEYA LEOPOLDII


 HÍBRIDOS

1º LUGAR: JOSÉ GIL
MILTONIOPSIS


2º LUGAR:  OSMAR M. TIBA
CATTLEYA PEDRA DA GÁVEA


3º LUGAR: SHEILA FORATO
BL. ORIENTAL MAMBO
"MARAVILHA"


 RARAS

1º LUGAR: JOSÉ GIL
COCHLEANTHES AMAZÔNICA



2º LUGAR: HOGO FOMAROLLI
CATTLEYA ACLANDIAE VAR. VERDE



3º LUGAR: OSMAR M. TIBA 
PPSYCHOPSIS PAPILO



Não são lindas?
 
Fonte: http://www.aorquidea.com.br/

sábado, 2 de abril de 2011

Lenda sobre a origem da orquídea




Na cidade de Anam existia uma formosa jovem chamada Hoan-Lan cujo divertimento predileto era fazer penar duras paixões em numerosos admiradores. Por um sorriso seu o jovem Kien-Su tinha cinzelado o ouro mais fino, e trabalhado com infinita paciência as mais lindas peças de jade. A ingrata Hoan-Lan, depois de adornar-se com todos os presentes, riu-se dele. Kien-Fu desesperado acabou com a vida jogando-se no Rio Vermelho.

E como Kien-Su vários outros mataram-se: o pintor Nzuyen-Ba penetrou selva adentro, Ma-Da envenenou-se, Cunz-Lie enlouqueceu. Todos por terem sido desprezados por Hoan-Lan.
Mas o poderoso deus das cinco flechas julgou ter chegado o momento de castigar tanta maldade. E o castigo foi fazer com que a jovem volúvel se apaixonasse perdidamente pelo formoso Mun-Say. E assim aconteceu. Desde então Hoan-Lan, no seu leito de nácar e sedas bordadas, desesperava-se com a indiferença de Mun-Say:
"- Não me interessas rapariga, dizia ele, és como todas as outras, não serve nem para atar as fitas da sandália da mulher que amo."
. . .Treslouca Hoan-Lan, apesar da noite escura, foi procurar o deus da montanha de Tan-Vien.. . .Quando chegou junto ao trono de ônix do poderoso gênio, prostou-se e implorou:
"- Cura-me que sofro horrorosamente. Amo Mun-Say que me despreza."
"- É justo o castigo, respondeu o gênio, porque o mesmo tens feito aos teus apaixonados. Vai-te daqui, nada conseguirás!, rugiu o gênio."
Na saída do templo Hoan-Lan encontrou uma bruxa de pés de cabra.
"- Formosa jovem, disse-lhe a bruxa, sei que és muito desgraçada. Queres vingar-te de Mun-Say?"
"- Vende-me tua alma e juro-te que embora Mun-Say nunca te ame, não amará outra mulher."
Hoan-Lan aceitou o contrato. A bruxa fez um feitiço com uma folha de palmeira e enterrou-a, pronunciou umas palavras desconhecidas e desapareceu. E Hoan-Lan voltou para casa.
. . .Um dia, vendo de longe seu adorado Mun-Say, correu para ele, e quando preparava-se para abraçá-lo o jovem transformou-se numa árvore de ébano. Neste momento apareceu a bruxa que, soltando uma gargalhada, disse:


"- Dessa maneira o teu amado, embora nunca te ame, não poderá ser nunca de outra mulher."
"- Bruxa infame, exclamou chorando a pobre Hoan-Lan, que fizeste ao meu adorado? - Devolve-me ou mata-me."
"- Contratos são contratos - replicou a bruxa. - Cumpri o que prometi. A tua alma me pertence. E soltando uma última gargalhada, desapareceu.

. . .
Hoan-Lan caiu chorando ao pé da árvore: "- Perdoa-me Mun-Say. Tem para mim uma só palavra de amor, de indulgência, de compaixão. Não vês como me arrasto a teus pés, como sofro?" Mas a árvore nada respondia.. . .A jovem ficou ali parada durante muito tempo. Um dia, passou por ali um gênio, que se compadeceu de sua dor. Acercando-se dela, colocou um dedo em sua testa e disse:
"- Mulher, procedeste muito mal, mas sua dor purificou sua alma. Estás perdoada e vai deixar de sofrer. Antes que a bruxa venha buscar tua alma, vou converter-te numa flor. Ficarás sendo, no entanto, esquisita e requintada que dê a impressão do que foi tua vida maldosa. Quem vir tuas pétalas facilmente advinhará o que foi teu espírito caprichoso, volúvel e cruel e a tua preocupação constante com a elegância.
"-Concedo-te um bem: não te separarás do bem que adoras e viverás de tua seiva, parasita do teu amado."


Enquanto falava, a túnica rósea de Hoan-Lan ia empalidecendo e tomando uma delicada cor lilás. Os olhos da jovem brilhavam como pontos de ouro e suas carnes tomaram a tonalidade do nácar. Os seus formosos braços enrolaram-se na árvore, numa derradeira súplica. E ela se transformou numa orquídea.
E foi assim que apareceu a primeira orquídea no mundo, segundo a lenda de Anam.

Fonte: http://www.orquídea.com.br

Nota: Acredito que na época em que surgiu a lenda acreditava-se que as orquídeas eram parasitas o que hoje sabemos que não é verdade. Mas, vale pela beleza poética da estória.

segunda-feira, 28 de março de 2011

México: 24 espécies de orquídeas desaparecidas numa década

 

Os furacões, os incêndios, a desflorestação descontrolada e a imigração que passa pelo Sul do México afetaram as orquídeas, uma flor exótica, que em dez anos viu desaparecer pelo menos 24 espécies, informaram hoje investigadores universitários.

Peritos da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) realizaram estudos no Parque Nacional Lagunas de Montebello, localizado no Estado de Chiapas (Sul), com fronteira com a Guatemala, una zona protegida que conta com o habitat mais diverso deste tipo de flora no México.

O especialista Gerardo Salazar, do Instituto de Biologia da UNAM, assinalou que os factores citados, assim como o comércio ilícito destas plantas, levaram a que se perdesse a biodiversidade no ecossistema das orquídeas das Lagunas de Montebello.

Isso deu azo a que já não exista uma grande variedade de orquídeas numa comunidade «onde era possível encontrar até 200 espécies dessa flor num hectare de bosque», salientou o cientista.

Embora muitos tipos de orquídeas não estejam em «iminente risco» no México, poderão vir a ficar «se continuarem a verificar-se factores como a desflorestação descontrolada e a extração ilegal para a sua venda, sobretudo nas ruas e mercados das grandes cidades do país, indicou o biólogo da UNAM.

Salazar citou o exemplo da orquídea conhecida como Flor de Maio (Laelia speciosa), que habita nos bosques de azinheiras e se extrai a »taxas alarmantes« que a põem em perigo.O perito mexicano destacou que no mundo há cerca de 25 mil espécies de orquídeas, existindo só no México 1.300 espécies, 40% delas endêmicas, que não se dão de forma natural em nenhum outro local.

A orquídeo-flora deste país caracteriza-se pela «alta proporção de espécies exclusivas», com níveis semelhantes aos da África do Sul, o Sudeste do Brasil e Madagáscar, comentou o perito.

Fonte: http://orquidologiaemfoco.blogspot.com/ 

Fonte da imagem: http://www.oem.com.mx/elheraldodechiapas/notas/n2982926.htm