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quinta-feira, 17 de julho de 2014

ESSE MILAGRE VOCÊ PODE REALIZAR

Scrapbook photos

Imagine aquele reforço de metal no final dos cadarços do seu tênis. Eles protegem o tecido, certo?
Agora imagine os Telômeros, como estruturas do DNA situadas nas extremidades dos seus cromossomos. Essas pontinhas milagrosas protegem todo o seu patrimônio genético, controlam o início do envelhecimento e a estabilidade da sua saúde.
Buda já dizia que “tudo está na mente”. O que você conservar na mente, positivo e negativo, afeta o material genético, inicialmente nos telômeros que respondem ao estado mental. Se positivo, focado no melhor, apesar do pior, os telômeros recebem uma ordem de manter a integridade do seu equilíbrio e você permanece mais tempo saudável e jovem.
Infelizmente, o contrário também é verdadeiro. O estado mental negativo e focado em desgraças, sintomas físicos dolorosos e carência financeira passam a ser uma ordem de destruição dos telômeros, e, adeus proteção. Não precisamos desse reforço, porque os telômeros já se degradam por fatores naturais, estresse, má alimentação e sedentarismo.
Telômeros produzem a enzima telomerase, vital para a saúde, a longevidade e manutenção do estado mais jovem.
Quanto ao Buda e o “tudo está na mente”, podemos brigar com ele anos a fio e, um dia, descobrir: não é que Buda estava, aliás, está certo?
Numa aula, propomos aos nossos estudantes focarem a mente no ruído do ar condicionado por algum tempo. Em seguida, conduzimos suas mentes a uma viagem imaginária. E quando eles voltaram desse exercício, foram unânimes em dizer: “Durante a viagem imaginária, não ouvi o ruído do ar condicionado.”
Bem, uma coisa é o ruído externo. Desfocar a mente dos dramas internos é coisa bem diferente. Imagine controlar a mente para não sentir o saldo zerado no banco, com as contas a pagar lá nas alturas.
O treino agora é colocar a mente na sua melhor função: usar a imaginação positiva para cada memória negativa, para cada opressão gerada na dor, na carência afetiva e financeira.
Facinho? Se fosse, todos já seriam Budas. Iluminar a mente é também conquistar o domínio de colocá-la no bem, no bom e no belo. Então, o mal, o desagradável e o feio desaparecem da mente aos poucos. Isso significa construir também externamente uma nova realidade.
Treine durante sete anos anotando numa agenda se você faz esse exercício todos os dias, todos os dias, todos os dias. Mude sua mente. Mude seu DNA. Reconstrua seus telômeros. Não é milagre. É determinação, pelo tempo mínimo de sete anos. E não vale mentir, esquecer ou sabotar, queridos.
Grande abraço.
Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon

quinta-feira, 10 de julho de 2014

"NADA JAMAIS VAI EMBORA ATÉ QUE TENHA NOS ENSINADO O QUE PRECISAMOS SABER."

http://versiculosemeditacoes.blogspot.com.br/2013/06/se-ficarmos-olhando-para-os-obstaculos.html

“Em relação ao nível interior de obstáculos, talvez nada realmente nos ataque exceto nossa própria confusão. Talvez não exista um obstáculo sólido exceto nossa pró
pria necessidade de nos proteger de sermos tocados. Talvez o único inimigo seja que nós não gostamos do jeito que a realidade é agora e então desejar que ela vá embora rápido. 

Mas o que nós descobrimos como praticantes é que nada jamais vai embora até que tenha nos ensinado o que precisamos saber. Mesmo se corrermos a mil quilômetros por hora até o outro lado do continente, encontraremos o mesmo problema lá nos esperando quando chegarmos. 

Ele fica retornando com novos nomes, novas formas e novas manifestações até que aprendamos o que ele tem pra nos ensinar: Onde estamos separados da realidade? Como estamos nos retraindo ao invés de nos abrindo? Como estamos nos fechando ao invés de nos permitir experimentar inteiramente o que quer que encontremos?”

Fonte:https://pt-br.facebook.com/MestresDeSabedoria

ATENÇÃO AO QUE TE INCOMODA, TENS ALI UM MESTRE


 





Perceber que tudo o que vivemos é a nosso favor
Estamos perante um antigo ditado chinês:
“Atenta ao que te incomoda, tens ali um mestre.”


Passamos uma vida inteira a julgar. Isto é bom, aquilo é mau. Quero isto, não quero aquilo. Em simultâneo, corremos atrás do que nos convencemos ser bom, esquecendo o todo maior, a existência inteira, perseguindo uma fantasia. Mas tudo é importante, por fazer parte da existência em que nos inserimos.

Este antigo ditado, é muito difícil de interiorizar. Que mestre tenho no barulho dos vizinhos? Que mestre tenho na indiferença dos outros? Que mestre tenho, num governo que me cobra tantos impostos e retira os apoios à saúde e à educação? Que mestre tenho na forma como se conduz no nosso país?


Para percebermos isto, temos de começar por perceber o que é um mestre. Mestre, é aquele que nos ajuda a sermos nós próprios, ou seja, nos ajuda a encontrarmos o nosso próprio caminho ou via. O mestre não tem importância em si. O que é ou não, é indiferente. 


Este mestre, não tem de ser forçosamente uma pessoa; uma pessoa incomodativa. Este mestre está no facto em si. É no facto em si que existe algo a ser revelado. Se estivermos muito atentos a um facto em si, perceberemos o que nos incomoda, o que temos de evitar ou de implementar nas nossas vidas. 


Perante novos factos incómodos, passamos a estar gratos pela lição em vez de incomodados. Passamos a aceitar os incómodos da vida para descobrir neles as suas importantes lições: mas agindo. Sem acção não há lição. Sem prática não se gera a verdadeira aprendizagem.



Se nos recordarmos das lições da vida, das que nos ficaram fortemente enraizadas, elas contiveram emoção, significado e acção. Melhor seria, se permitíssemos um silêncio a seguir à emoção tornando-nos conscientes dela, não ficando por uma simples e cômoda explicação.

Interiorizar esta magnífica e simples lição, leva-nos a viver com um sorriso interior os novos incómodos, lições gratuitas que a vida nos dá. Também acontece outra coisa prodigiosa: cada vez menos coisas nos incomodam.
O Universo, a existência, Deus, o que lhe quiserem chamar, é omnipresente. Encontra-se em nós e rodeia-nos. Somos seus filhos queridos e os seus sinais não revelam mais que a preocupação de um pai perante os que mais ama.


Mas somos muito cegos e surdos. Somos também muito convictos de que sabemos seja o que for. Somos muitas vezes o pior ignorante; e este é o que se convenceu de que sabe. Com este convencimento ignoramos os sinais da vida, a constante informação da existência. Que é silenciosa! Não é verbal nem mental.


Uma folha ou uma flor nascem e crescem silenciosas, com uma quietude cheia de dignidade, amor e beleza. 
Perceber este ditado exige contemplação. Não é a olhar para o lado. É sentir atento e profundamente os seus sinais. Sem pensar nem julgar nada, permitindo que o óbvio se revele.

Aprendi-o há bastantes anos, já nem me lembro onde. Levei muito tempo a interiorizá-lo e vivê-lo. É fácil reagirmos brutalmente ao que nos incomoda. Mas se pararmos para pensar no que têm sido as escolhas da nossa vida para estarmos a viver aquela experiência, agradecermos à existência a sua vivência.


Agradecendo, por nos tornarmos conscientes das nossas dúvidas, fraquezas e questões. Tendo assim a possibilidade de as transformar em conhecimento, força e capacidade de resposta.
Agradecendo, pela lição dada. Pelo mestre ali contido.


Por Ishi


sexta-feira, 4 de julho de 2014

OS PRIMEIROS PENSAMENTOS


A mente humana está programada para a preservação da vida: se ocupa muito mais com o que está indo mal do que com o que pode nos dar prazer!
Quando acordamos, os primeiros pensamentos vão para o que está nos causando sofrimento e dor: lembramos de quem nos magoou, das dívidas…
Na doença, sonhamos com a saúde. Ao recuperarmos o bem-estar, nos alegramos por algumas horas e, em seguida, nos ocupamos com outro problema!
Já que o que temos de bom e prazeroso não nos chega automaticamente, o balanço adequado da nossa condição depende da interferência da razão.
Devemos nos alegrar, todos os dias, com as coisas boas que temos ao invés de nos deixarmos embalar pelas dores que surgem sozinhas na mente.
Flávio Gikovate

Fonte: Ignotus.com.br

Concordo, mas, somos seres condicionáveis e podemos nos condicionar para que nossos primeiros pensamentos ao acordar sejam de agradecimento por estarmos vivos. Eu experimentei e consegui.


domingo, 22 de junho de 2014

O EQUILÍBRIO ENTRE O TER E O SER

 

Vivemos em um mundo que valoriza extremamente os bens materiais. Em sua maioria, as pessoas valorizam ou não o próximo, a partir do que o outro possui e aparenta, e não pela essência de seu ser.

Em um mundo dominado por nações materialistas e ainda sem ter alcançado suficiente desenvolvimento espiritual, grande parte das pessoas dedica sua vida a acumular dinheiro e bens materiais.

Desde cedo as crianças se acostumam a ter o que querem. E passam a valorizar seus amigos por suas aparências.

O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.

Sem dúvida que as posses materiais são uma conquista sócioeconômica do ser humano, ao longo de suas inúmeras jornadas na Terra.

O desenvolvimento material das sociedades é importante, pois gera melhorias na qualidade de vida, incentiva o desenvolvimento da indústria, do comércio, das ciências, das artes.

Todas essas conquistas permitem à Humanidade superar obstáculos de sobrevivência básica e, com isso, a possibilidade de desenvolver seu lado espiritual e moral.

A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.

A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores morais e leva o indivíduo a elevar-se como Espírito.

O risco da posse ou da aquisição da propriedade não está no fato em si, mas da maneira como isto se dá e no que representa emocionalmente.

A aquisição de bens materiais não deve ter como base a avareza, e como objetivo a conquista de posição social passível de inveja ou de submissão de outrem.

A conquista material deve ser resultado do trabalho digno e constante, frequentemente oriundo de uma profissão baseada em estudo e preparo.

A conquista material deve prover conforto e equilíbrio àqueles que a possuem, mas jamais levar ao desequilíbrio das posses supérfluas e do modo de vida de ostentação e prazeres intermináveis.

Quem acumula bens materiais em quantidade superior àquela necessária à sua dignidade bem como de sua família, tem uma obrigação moral: dividir seus bens de uma maneira inteligente e sensata.

Obviamente que a doação àqueles que necessitam é necessária e nobre, mas a verdadeira divisão é baseada na geração de empregos e desenvolvimento.

Para ter tal lucidez é preciso que o indivíduo já tenha maior evolução espiritual a fim de que possa perceber que de nada serve uma fortuna acumulada em instituições financeiras e transformada apenas em bens de uso próprio.

É preciso ter equilíbrio, é preciso pensar no próximo, é preciso ser mais do que ter.

A felicidade, na Terra, independe do que se tem, mas se constitui naquilo que o ser cultiva interiormente em termos de amor sincero, ilimitado e em simplicidade.

TEXTO:
Redação do Momento Espírita com base no cap. 
Propriedade, do livro Jesus e o Evangelho à luz da 
psicologia profunda, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco,ed. Leal.
Em 01.04.2010

sexta-feira, 13 de junho de 2014

“O OPOSTO DA SOLIDÃO”

Amigos são o oposto de solidão mas, não se esqueça “você é responsável por aquilo que cativas”, cuide todos os dias para não ficar só.
PDMEOC
Imagem Google


Por Marina Keegan
(tradução Nando Pereira)
27 de maio de 2012.
O texto abaixo foi escrito por Marina Keegan da turma de 2012 para uma edição especial do News distribuído nos exercícios de discursos de formatura da turma de 2012 semana passada. Keegan morreu em um acidente de carro no sábado. Ela tinha 22 anos.
Não temos uma palavra para o oposto da solidão, mas se tivéssemos, eu poderia dizer que é o que queremos na vida. É o que eu tenho gratidão e agradecimento de ter achado em Yale, e o que tenho pavor de perder quando acordar amanhã e deixar esse lugar.
Não é exatamente amor e não é exatamente comunidade; é somente uma sensação que existem pessoas, um monte delas, que estão nisso juntas. Que estão na nossa equipe. Quando a conta é paga e você fica na mesa. Quando é quatro da manhã e ninguém vai pra cama. Aquela noite com o violão. Aquela noite que não conseguimos lembrar. Aquela vez que fizemos, fomos, vimos, rimos, sentimos. Os chapéus.
Yale é cheio de pequenos círculos que criamos ao nosso redor. Grupos a cappella, times de esportes, casas, sociedades, clubes. Estes pequenos grupos que nos fazem sentir amadas e seguras e parte de algo mesmo em nossas noites mais solitárias quando ficamos em casa com nossos computadores – sem companheiros, cansadas, acordadas. Não teremos isso ano que vem. Não vamos morar no mesmo quarteirão que todos os nossos amigos. Não teremos um monte de grupos para mandar mensagens.
Isso me assusta. Mais do que encontrar o trabalho certo ou cidade ou marido - me assusta perder esta rede em que estamos. Este elusivo e indefinível oposto da solidão. Essa sensação que tenho exatamente agora.
Mas vamos entender bem uma coisa: os melhores anos de nossas vidas não estão atrás de nós. Eles são parte de nós e eles vão se repetir conforme crescemos e mudamos para Nova Iorque e de Nova Iorque e quando vamos desejar que tivéssemos ou não morado em Nova Iorque. Tenho planos de fazer festas quando eu tiver 30 anos. Quero me divertir quando eu for velha. Qualquer noção de OS MELHORES anos vem de um monte de clichês de “deverias…”, ” se eu tivesse…”, “eu gostaria de…”.
Claro, tem coisas que queríamos ter feito ou tido: nossas leituras, aquele garoto no fim do corredor. Somos nossos próprios piores críticos e é fácil nos colocar pra baixo. Dormimos demais. Atrasamos. Cortamos caminho. Mais de uma vez lembrei daquele eu quando estava no colégio e pensei: Como fiz aquilo? Como dei tão duro? Nossas inseguranças privadas nos seguem e sempre nos seguirão.
Mas o negócio é que todos somos assim. Ninguém acorda quando queria acordar. Ninguém leu todo o texto (exceto talvez aquelas pessoas malucas que vencem os prêmios…). Temos esses altos padrões impossíveis e provavelmente nunca cumpriremos nossas fantasias perfeitas de nossos próprios futuros. Mas sinto que está tudo bem.
Somos tão jovens. Somos tão jovens. Temos vinte e poucos anos. Temos tanto tempo. Tem essa sensação que às vezes tenho, subindo por nosso consciências coletivas enquanto ficamos sozinhos depois de uma festa, ou embalamos nossos livros quando os doamos ou saímos – que de alguma maneira é tarde demais. Que os outros estão à frente. Mais talentosos, mais especializados. Mais em seus destinos de salvar o mundo de alguma maneira, de criar e inventar ou melhorar. Que agora é tarde demais para COMEÇAR um começo e que nós devemos nos contentar com a continuidade, para começar.
Quando viemos para Yale, havia uma percepção de possibilidade. Essa imensa e indefinível energia potencial – e é fácil sentir que isso se foi. Nunca tivemos que escolher e de repente tivemos que escolher. Alguns de nós focaram em si mesmos. Alguns de nós sabem exatamente o que querem e estão no caminho para conquistá-lo; já estão indo para a faculdade de medicina, trabalhando na ONG perfeita, realizando pesquisas. Para vocês eu digo parabéns e vocês são uns merdas.
Para a maioria de nós, entretanto, estamos meio que perdidos neste mar de artes liberais. Não muito certos de que estrada estamos e se deveríamos tê-la tomado. Se ao menos eu tivesse me formado em biologia… se ao menos eu tivesse envolvida em jornalismo desde o início… se ao menos eu tivesse pensado em passar para isso ou aquilo…
O que temos que nos lembrar é que ainda podemos fazer qualquer coisa. Podemos mudar nossas opiniões. Podemos começar de novo. Fazer uma Pós ou tentar escrever pela primeira vez. A noção que é tarde demais para fazer alguma coisa é cômica. É hilária. Estamos nos formando na universidade. Somos tão jovens. Não podemos, nós DEVEMOS não perder o sentido de possibilidade porque, no fim das contas, é tudo que temos.
N coração de uma noite de sexta-feira de inverno do meu ano como caloura, eu estava tonta e confusa quando recebi uma ligação dos meus amigos para encontrá-los na EST EST EST. Atordoadamente e confusa, comecei a me arrastar para o SSS, provavelmente o ponto mais longe do campus. Surpreendentemente, não me pergunte como e porque exatamente meus amigos estavam festando no prédio administrativo de Yale. Claro, eles não estavam. Mas estava frio e meu ID de alguma maneira funcionou e então entrei no SSS e tirei meu telefone. Estava calmo, as madeiras velhas rangiam e a neve quase não estava visível fora do vidro manchado. E eu sentei. E olhei pra cima. Nessa enorme sala que eu estava. Onde neste lugar milhares de pessoas tinha sentado antes. E sozinha, naquela noite, no meio de uma tempestade em New Haven, me senti tão extraordinária e inacreditavelmente segura.
Não temos uma palavra para o oposto da solidão, mas se tivéssemos, eu diria que é como me sinto em Yale. Como me sinto exatamente agora. Aqui. Com todos vocês. Apaixonada, impressionada, modesta, assustada. E não temos que perder isso.
Estamos nisso juntos, 2012. Vamos fazer algo acontecer a este mundo.
Fonte: http://dharmalog.com/2014/05/21/o-oposto-da-solidao-marina-keegan/

quinta-feira, 12 de junho de 2014

QUER SER FELIZ? SEJA GRATO!

David Steindl-Rast
Imagem Google
Quer ser feliz? Seja grato” é o título da palestra do monge beneditino austríaco David Steindl-Rast no TEDGlobal 2013,  realizado em junho do ano passado e já visto por mais de 3 milhões de pessoas - e que segue abaixo na íntegra. “Não é a felicidade que traz gratidão, é a gratidão que traz felicidade” é um dos pontos principais da palestra, e para ser agradecido é fundamental perceber o que nos foi dado. E o que nos foi dado, como diz um sem-número de mestres e ensinamentos, é omomento presente. E quem consegue enxergar e viver o momento presente?
Ser grato pode trazer benefícios mesmo se for tomado como uma mera manobra comportamental, mas se for realizado como algo mais profundo e verdadeiro, como um interesse genuíno em enxergar este momento, em perceber o que nos foi dado e em agradecer verdadeiramente por ter consciência desta dimensão, então pode realmente acontecer uma experiência de felicidade.
 “Mas não podemos ter somente experiências de gratidão. Podemos ser pessoas que vivem em gratidão“, sintetiza Steindl-Rast. A palestra tem um tema parecido com o que outros autores como Eckhart Tolle ensinam, mas a partir de uma vertente focada mais na virtude, neste caso da gratidão.
“Meu assunto é gratidão. Como é a conexão entre felicidade e gratidão? Muitas pessoas diriam: “Bem, isso é muito fácil. Quando se está feliz, sente-se gratidão”. Mas pensem novamente. Será que são mesmo as pessoas felizes que são gratas? Todos conhecemos um grande número de pessoas que têm tudo para serem felizes e não são felizes, porque elas querem algo a mais ou querem mais do mesmo. E todos conhecemos pessoas que passam por várias adversidades, pelas quais nós próprios não gostaríamos de passar, e são profundamente felizes. Elas irradiam felicidade. É surpreendente. Por quê? Porque elas são gratas. Então, não é a felicidade que traz a gratidão. É a gratidão que traz a felicidade. Se vocês pensam que é a felicidade que os torna gratos, pensem novamente. É a gratidão que os torna felizes”.
David Steindl-Rast, no TEDGlobal 2013
Vídeo com a palestra:

Fonte: http://dharmalog.com/2014/04/14/viver-agradecidamente-momento-presente-felicidade-david-steindl-rast-video/

quarta-feira, 11 de junho de 2014

MENTE LIMPA, CORAÇÃO TRANQUILO


A fim de manter sua mente limpa, nunca crie dúvidas sobre si nem sobre os outros. Seja como um guerreiro que avança com determinação no campo de batalha para destruir todas as negatividades com a espada dos pensamentos positivos e dos bons sentimentos para todos. Ao manter na mente só o que é limpo, você pode colocar um ponto final no passado e encarar o futuro com confiança.”
António Sequeira, Virtudes para uma nova consciência, Centro de Raja Yoga Brahma Kumaris de Lisboa, 1999

segunda-feira, 9 de junho de 2014

LIBERTE-SE DOS PROGRAMAS DE PREOCUPAÇÃO

IMAGEM GOOGLE
Com tantos desastres naturais acontecendo com mais frequência, muitos estão se sentindo energeticamente drenados e empaticamente conectados ao evento, mesmo quando o distúrbio ocorre em outra parte do nosso planeta. Abaixo estão algumas novas perspectivas e meios para encontrar sua paz interior durante todos os tipos de distúrbios, para encontrar a resposta com frequência mais alta para todos os desafios que surgem em sua jornada.
As frequências energéticas na Terra estão se elevando, oferecendo experiências de amor, alegria e paz interior como jamais tivemos a partir do interior de nosso corpo. Esta alteração dramática de energia para Gaia e para nós é uma oportunidade mágica para fazer mudanças de todos os tipos. Estamos sendo impulsionados energeticamente para o alinhamento com nosso Eu Superior e para o alinhamento com essas frequências mais altas. 
Nossas almas conhecem essas frequências, sentem-se mais em casa nelas do que já se sentiram na Terra. Para muitos de nós, a superação do medo, da preocupação e da dúvida é uma área que deve ser limpa removendo-se o bloqueio para que estas frequências mais altas sejam vivenciadas e apreciadas em nossas vidas. 
Nós permitimos nosso Deus interior estar totalmente presente dentro de nós quando estamos em um estado de alegria, graciosidade, harmonia interior, paz interior, confiança em nós e amor por nós. Um padrão de energia de frequência inferior como a preocupação e o medo impede que essa frequência divina surja.
A preocupação, seja por Gaia, por nós ou por outros seres, oferece uma oportunidade para transformarmos essa frequência energética em uma vibração de frequência mais alta de amor, confiança e compreensão de que Gaia é um ser consciente que está criando sua própria jornada, tal como nós estamos criando a nossa. Esta forma superior de amor vindo do coração sabe que tudo está bem o tempo todo, apesar do que nossa realidade tridimensional possa estar percebendo.
A preocupação realmente não é uma forma de amor. Ela está enraizada no medo. Apesar das intenções positivas, a preocupação emite uma frequência vibracional bastante baixa. A preocupação é um sinal seu (enraizada no seu corpo mental) emitido energeticamente através do universo de que você mantém espaço para resultados negativos, ao ver este resultado negativo como possível, provável ou até inevitável. 
A lei da atração é aplicada, geralmente ajudando a criar o resultado que você menos deseja, mas a que, todavia, você dedica sua energia. Nossos pensamentos estão agora muito mais potentes com essas intensas frequências mais altas na Terra nesta época, acelerando o processo de manifestação.
Nós temos agora muita assistência para finalmente suplantarmos a preocupação e outras vibrações de frequência mais baixa mantidas em nosso corpo mental. Nós podemos proporcionar um novo papel para o nosso corpo mental como um sistema de apoio para o nosso Deus interior. 
A vida centrada no coração é conseguida quando o corpo mental é treinado por você para seu papel de apoiador, com a posição de diretor sendo passada para o seu Deus interior. Nosso coração está equipado com sua própria frequência intelectual. Quando este “pensar” baseado no coração é combinado com a sabedoria interior de quem nós somos como alma e do que viemos para cá para sermos, nós desenvolvemos um diretor maravilhosamente equipado para a nossa jornada.
Treinar nossa mente é um trabalho interior. Até estar devidamente treinada, a mente pode se parecer com um comboio de “oh, não”, “fazer”, “talvez”, “deveria”, “poderia” e “e se”.
Aqui estão algumas técnicas específicas iniciais.
Primeiro: pratique estar no presente respirando intencionalmente e passando um tempo na natureza. Comece, também, a prestar mais atenção ao que está em seus pensamentos. Pergunte-se se um determinado pensamento está enraizado em medo/preocupação ou amor/confiança. Este é um filtro eficaz para treinar sua mente a ajudar você a ser amor, a ser confiante, a ser seu Deus interior.
Segundo: desenvolva uma prática de meditação que lhe ajude a vivenciar uma mente silenciosa, livre de “conversa” mental. Eu creio que todos podem aprender uma forma de meditação. Eu acho que aqueles que dizem não conseguir meditar são os que mais precisam por terem dado ao corpo mental tanto poder que ele os convence de que ele não pode ficar em silêncio. Todos nós nos beneficiamos ao silenciar a mente. Se seu desejo é vivenciar sua voz interior, seu Deus interior, você vai fazer isso com seu corpo mental injetando todo esse falatório e ruído?
Ao criar ou utilizar um método de manifestação que funciona para você, este método lhe oferece momentos com a mente calma e silenciosa. Quanto mais você praticar, mais longos serão estes momentos. Você pode descobrir como é prazeroso estar em seu corpo físico com a mente silenciosa, escolhendo “ser” nesse estado de consciência com mais frequência, talvez em todos os momentos de sua existência. O resultado é um corpo mental que não mais é dono de sua jornada. Ele não foi criado para essa posição suprema.
Terceiro: peça aos seus guias, anjos, Deus interior para ajudá-lo. É muito frequente nos esquecermos de pedir. Ao pedir ajuda nesta área específica, abra-se para o surgimento de conselhos, respostas e novas ideias, muitas vezes provindos dos lugares mais improváveis. Seu discernimento o ajudará a seguir a trilha que o Universo lhe proporcionará guiando-o amorosamente para sua meta fixada.
Quarto: confie que você é totalmente capaz de desprogramar todos e quaisquer medos e preocupações, transformando-os em amor e confiança. Você é um Mestre Criador. Treinar sua mente para trabalhar no apoio de sua jornada exige esforço, mas vale a pena. Até mesmo aqueles de nós que deixamos nossas mentes controlarem nossas vidas por décadas podemos fazer essa 
grande mudança. Você é uma alma eterna; um aspecto único de Deus. Você é muito maior, muito mais poderoso do que sua mente física ou seus pensamentos. Com alguma prática e estas técnicas para iniciar sua mudança, você pode vivenciar progressos dramáticos em sua jornada.
Estes lembretes são muito importantes nesta época. Paz interior e nossas respostas em uma frequência mais alta baseada no amor para nós mesmos e para o nosso universo parecem componentes críticos do plano de resgate para qualquer tipo de desastre natural, pessoal ou planetário.
Amor e bênçãos,
Jill Renee

SETE DEGRAUS PARA VENCER NA VIDA




1. Primeiro degrau: escute mais

Antes de tudo, ouça. Depois, abra a boca. Em geral, erramos muito porque fazemos justamente ocontrário. Acerta quem fala pouco e se preocupa em manter as orelhas em alerta. Diz um antigo e sábio ditado: “Deus nos deu dois ouvidos e uma boca exatamente para escutarmos o dobro do que falamos”.

2. Segundo degrau: tenha paciência

Ninguém cresce sem aprender a esperar o tempo certo, pois todos os acontecimentos têm seu momento. Então, respeite-o. Aguarde pacientemente o desabrochar da flor e as novidades de sua vida. Não tente apressá-las. Com suavidade, faça sua parte da melhor forma possível e, acredite, Deus fará a dele.

3. Terceiro degrau: busque serenidade

O coração suave é manso e acolhedor, além de educado e amável. Tenha certeza: qualquer gigante tomba diante da tranquilidade e da doçura. Se alguém lhe acolher com aspereza, devolva com um sorriso terno. A simpatia consegue quebrar qualquer gelo.

4. Quarto degrau: seja alegre

Após o ressuscitar de Jesus, ninguém mais tem o direito de ser triste. Afinal, esse ato foi a prova de que Deus ama você. Motivo, portanto, suficiente para lhe fazer feliz. Cara amarrada não leva a nada. Sorria sempre, demonstrando alegria.

5. Quinto degrau: lute por justiça
Ao encaixarmos peças sem deixar folga, cremos estar tudo justo. Ser íntegro, então, é respeitar os outros e não deixar espaço para a desonestidade. Com justiça, os demais degraus ficarão menos penosos.

6. Sexto degrau: saiba dar e receber perdão

Só evoluímos ao desculpar e ser desculpado. afinal, somos humanos e falhos. A perfeição pertence a Deus. Então, quando erramos, pedimos perdão. Erraram, perdoemos. Estar sempre com o coração aberto, embora difícil, nos aproxima de Deus.

7. Sétimo degrau: ame

Enfim, o último passo. O amor só pode ser vivido depois de você ter escutado, com paciência e serenidade, seu coração e os conselhos de Deus. Assim, com a alma mais afetuosa, conseguirá agir com alegria e justiça, fazendo brotar o perdão. Não à toa, o amor está no topo dessa escada. Afinal, a pessoa que compartilha esse sentimento só pratica o bem e procura sempre o melhor. Amar é deixar deus tomar conta do seu íntimo. Esse também é o caminho mais indicado para caminhar em direção às realizações plenas. A boa consequência? Encontrar o sentido da própria existência, porque só somos melhores ao nos apaixonarmos. Por isso, por mais difícil que seja amar e se permitir ser amada, esse desejo deve estar entre as principais metas a serem alcançadas. O motivo: encontrando o amor, estará mais próxima de Deus.

Padre Juarez de Castro.


FONTE: http://ignotus.com.br/profiles/blog/show?id=6519434%3ABlogPost%3A174015&xgs=1&xg_source=msg_share_post