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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A LENDA DE AGHARTA E OS SUBTERRÂNEOS DE SINTRA

CAMINHO EM SINTRA/PORTUGAL
Imagem Google


Repleta de subterrâneos, a Serra de Sintra toma sempre proeminência no fantástico presente na mente das pessoas. Alguns autores referem que o "Mundo de Agharta" encontra uma das suas entradas na Serra de Sintra. Mas o que é o "Mundo de Agharta"? E porquê em Sintra?

Poderá saber mais sobre estas questões AQUI.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Agartha: O Mundo Intra-Terreno em nosso Planeta



É possível que a cada dia, sob a nossa existência diária, exista um mundo novo e desconhecido para nós.

Espanta-me sempre, que, apesar de as coisas que foram ensinadas pelo stabilishment como verdadeiras, mais cedo ou mais tarde, revelarem-se falsas e alguns de nós continuam "presos" na velha idéia. A maioria de nós aceitou como verdadeiras as coisas que nós aprendemos em nossa formação, apenas porque todo mundo acredita nelas. 


Se você tiver coragem de "ir contra a corrente", se você colocar em dúvida a veracidade do ruído dos axiomas oficiais, muitas vezes você recebe um epíteto específico. Por exemplo, se você estiver fora dos padrões religiosos, então você é chamado de "sectário", se você tem uma opinião diferente da agenda oficial de informação científica, você será incluído nos que são classificados como um "sonhador" - na melhor das hipóteses, se você não concorda com os pontos de vista políticos se tornará um extremista, neo-nazista, comunista. 

Nossa sociedade tem um rótulo para cada tipo de inconformismo ou para classificar àqueles que são curiosos e interrogativos e que não aceitam o “status quo” vigente.

Em 2.300 milhas para além do Pólo Norte, haveria uma entrada para o interior da Terra. Aqui, de acordo com o almirante Richard E. Byrd, o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, viveria uma civilização mais evoluída do Homem. Aqueles que povoaram a Terra 100.000 anos atrás passaram a viver em subterrâneos. Uma guerra que aconteceu e incorreu na destruição da superfície da Terra, que criou desertos 

Segredos do subterrâneo da cidade de Agartha.

Virgil Armstrong, ex-agente da CIA, descreve o universo subterrâneo fascinante, habitado por  seres humanos como nós só que lá são imortais, a atmosfera controlada, velocidades de deslocação de 3.000 quilômetros por hora, atlantes e lemuriens, voando sobre aeronaves que superam nossa tecnologia humana.

Uma foto recente do Pólo Norte, que a NASA tem sob custódia, e enviado por um dos satélites da Terra ressuscitaram muito o interesse dos geofísicos, e não apenas para eles. Nesta imagem, podemos ver facilmente na área do Pólo Norte magnético, uma área que não é coberta por gelo glacial, como seria normal. Num raio de cerca de 300 milhas, podemos ver a terra - e ainda bem fértil.

A imagem, se você não está falando de uma ilusão cósmica, seria louca o suficiente para ensandecer um cientista. E isto, porque até mesmo um estudante de ensino fundamental sabe que sob o gelo do Pólo Norte não existe nada mais do que a água, como foi confirmado por rotas de submarinos, que passam por essa área freqüentemente. E então, o que poderia ser a pegada de "terra" no coração de gelo no Ártico?, A NASA perguntou. Para resolver o mistério, eles mandaram uma nova fotografia de satélite, feito desta vez após a outra rotação da Terra e de outro ângulo.Novamente, o buraco e mas manchas são teimosas para aparecer em frente ao Pólo Norte magnético. O primeiro pensamento foi que se trata de um fenômeno magnético da natureza, como pode haver uma perturbação atmosférica devido a este campo. Mas a hipótese era afastar os pesquisadores da NASA no domínio dos campos electromagnéticos: "O efeito mais importante, as luzes do norte, manifestam-se em um jogo completamente diferente e luzes celestes aparecem de outra forma em uma foto via satélite. Claramente, a pegada é na terra e não no ar ", disse Robert Fishermann, chefe do Laboratório de Estudo do campo magnético terrestre.

O hipótese Halley. 

Como era de se esperar, a imagem tinha revelado uma série de velhas e surpreendentes teorias. A primeira das teorias revelada foi a hipótese de Halley, o do cientista que descobriu o cometa com o mesmo nome. Segundo esta teoria, em áreas do Pólo Norte e Pólo Sul há aberturas grandes que levam para dentro da Terra. Por outro lado, que a Terra estaria vazia por dentro e que seria possível para uma nova civilização humana se desenvolver naquele ambiente, talvez mais avançada do que a civilização da superfície superior.

A variante Byrd.

Mas para os geofísicos pareciam estar mais interessados em outra versão, cujas raízes estão em algum lugar em 1926. Precisamente, em maio desse ano, o almirante Richard E. Byrd se tornou o primeiro homem a voar sobre o Pólo Norte. Em uma entrevista que ele concedeu em 1947, Byrd afirmou que em 2.300 milhas através do Pólo Norte encontrou uma área de clima muito quente, com vegetação e montanhas, lagos e rios. 


Byrd, um famoso explorador, acima de qualquer suspeita, notou muito precisamente sobre o que ele achou nessa área em seu diário. "As pessoas que vivem aqui se comunicam através de telepatia. 

Na verdade, eles não vivem na superfície. Debaixo da terra, alguns quilômetros de profundidade existe uma grande cidade com milhões de habitantes, uma cidade que é chamada Agartha. Existem muitas cidades subterrâneas em várias partes do mundo, mas Agartha é a mais importante delas. "Byrd escreveu em seu diário secreto.


Um antigo agente da CIA confirma.

Estes arquivos de registro do diário de Byrd, foram publicadas por Virgil Armstrong, ex-agente da CIA. Armstrong afirma que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve a civilização subterrânea como "sendo superior a nossa".

Caça americano Stealth (avião invisível) quebrando a barreira do som

O ex-agente da CIA, acrescentou que, imediatamente após a descoberta do diário de Byrd, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretos pelo serviço secreto americano (CIA), e ordenou que a área ou rota que levaria à cidade era para ser guardada por bases militares dos E.U.A. e não vai deixar quaisquer invasores descobrirem como lá chegar. Armstrong revelou também que o Governo E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha. Mais, que as aeronaves em vôo que aparecem no céu são meios de transporte para as pessoas de Agartha e outras cidades intraterrenas, e que uma parte da tecnologia de produção tem sido dada ao Pentágono, "o avião invisível, o Stealth, sendo um resultado desses saberes". 

Byrd recebeu a gratidão do Governo dos EUA.  Almirante Richard E. Byrd nasceu em 25 de outubro de 1888 em Winchester, na Virgínia. Ele aprendeu a voar em aviões entre 1916-1917, em Pensacola. Em maio de 1926 ele se tornou o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, e em novembro de 1929, o primeiro homem a voar sobre o pólo sul. 


Entre 1928-1955 fez 11 expedições aos pólos geográficos. Em 19 de fevereiro de 1947 ele foi para o Pólo Norte para fotografar a aurora boreal. Vendo que ele não retornava à base, foi dado como desaparecido. Byrd voltou em 11 de março de 1947, vinte dias após sua partida,  e descreveu a "terra além do Pólo Norte-Agartha". 

Como uma coincidência, o Almirante Richard E. Byrd morreu exatamente 10 anos depois, em 11 de Março de 1957. Foi elevada ao posto de Almirante em 1950 e em 1952 recebeu a Medalha de Honra do Governo E.U.A. Além disso, um dos cruzadores encouraçado da marimha dos  E.U.A. foi batizado com seu nome. Portanto, não era possível que Byrd  fosse apenas um louco que tinha alucinações no Pólo Norte.

O segredo da imortalidade

Voltando ao ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, ele também revelou alguns elementos do diário secreto de Byrd: "O almirante descreve em detalhes que, nas cidades subterrâneas vivem as pessoas com traços delicados, que têm milhares de anos de vida, mas a idade não marca as suas características. 


Os habitantes de Agartha saberiam o segredo da imortalidade. Depois de considerar que elas tinham vivido o suficiente, eles são também aqueles que escolhem quando se aposentar da vida. As mulheres dão à luz apenas uma ou duas vezes durante sua vida, e a gestação dura apenas três meses. Dão nascimento em templos, nas bacias de água particulares. Os Partos ocorrem sem dor ". 

Guerras entre Lemúria (MU) e Atlântida.

O diário de Byrd sobre Agartha não é o único relato que menciona sobre as cidades subterrâneas. Na época, havia muitos testemunhos sobre a vida sob a crosta terrestre. Existem outros documentos, gravuras, esculturas e até mesmo muito antigos descrevendo Agartha. Diz-se que, debaixo da terra, de todo o mundo existem cerca de 100 cidades, das quais a maior é Agartha. O Mundo subterrâneo seria conhecido como Shamballa. 


Os habitantes deste mundo, como sabemos a partir dos documentos, deixaram a superfície do mundo, 100.000 anos atrás, depois da catastrófica guerra entre atlantes e lemurianos, as duas grandes civilizações que dominaram a Terra naquele tempo.A Guerra estaria descrita em dois artigos da cultura hindu, o Ramayana e o Mahabharata.

 Após a guerra, graças às poderosas armas utilizadas, resultaria áreas como o deserto do Saara, Gobi, terrenos inóspitos da Austrália e E.U.A, lugares onde eram aglomerações de atlantes e lemurianos. A atmosfera na superfície era irrespirável, para os sobreviventes do conflito foram se retirando para o interior da terra. Segundo esta teoria, os povos da região seriam descendentes daqueles que se recusaram a se aposentar em cidades subterrâneas e, entretanto, ao ficarem na superfície tornaram-se selvagens.

Uma mandala tibetana representando o reino subterrâneo de Agartha

Cidades subterrâneas.

Mas, de acordo com documentos secretos, estas seriam as cidades mais poderosas do mundo intraterreno: Poseid - o primeiro refúgio dos Atlântes, com a entrada no estado brasileiro do Mato Grosso, com população de 1,3 milhões de habitantes; SHONSHE refúgio dos uigures, um ramo da raça lemurina, com a entrada através dos Himalayas, 3,5 milhão de habitantes; RAMA - perto de Jaipur, na Índia, 1 milhão de habitantes; SHINGWA - a fronteira entre a China e Mongólia, com 1,5 milhões de habitantes; Telos - perto de Mount Lassen, na Califórnia, com 1,5 milhões de habitantes. As cidades estão colocadas em profundidades variando entre 1,5 e 2 milhas abaixo da crosta terrestre. 




O que Armstrong diz: "Atlantes entendemos por telepatia e lemurianos falam uma língua - Maru - que é uma raiz comum do hebraico e do idioma sânscrito. Agora, as duas civilizações vivam em paz e harmonia. Eles são liderados por um Conselho Superior composto de 12 pessoas , 6 homens e 6 mulheres. As cidades são artificialmente iluminadas e tem uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturada em vários níveis. Os moradores  se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade ( cerca de 3000 milhas por hora), que flutuam ".

Fonte: 
http://www.bukisa.com/articles/92548_the-world-inside-earth

Tradução: lhas3126@yahoo.com.br


Nota da autora do blog:  Sobre estas teorias, eu nem acredito, nem deixo de acreditar. Acreditar em utopias é parte das necessidades psicológicas do ser humano e eu ainda sou um ser humano...

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ALTO PARAISO - AGARTHA BRASILEIRA.

Imagem : Google Images


Esta é mais uma concepção sobre AGHARTA, mundo interior, que achei interessante apresentar, mudam localizações, mas a Essência do seu simbolismo continua o mesmo, segundo minha compreensão. Então, vou publicar este vídeo para que ouçam com atenção e tirem suas próprias conclusões a respeito.

De acordo com a explicação que acompanha o vídeo a síntese desta forma de entender o que deve ser AGHARTA é a que segue:


Agartha é uma terra central e sagrada dos continentes. Toda civilização tem a sua Agartha, a sua terra das origens. Ali as grandes sínteses culturais são produzidas, nestes platôs sagrados "nem tanto ao céu nem tanto à terra", sinal do equilíbrio sagrado que leva à transfiguração natural dos opostos em todas as suas expressões. Este vídeo traz uma análise histórica do grande mito agarthino, da sagrada terra-do-centro, e o começo da sua manifestação atual na civilização brasileira em formação, base para a nova raça-raiz aberta em 2012 segundo os maias-nahuas.


 








AGHARTA BRASILEIRA II


Há 52 anos atrás, em 21 de Abril de 1960, acontecia a Fundação da nova capital do Brasil, celebrando um momento de euforia da nação brasileira, quando o país se preparava para figurar como uma nação emergente no cenário mundial, abrindo as suas portas para a modernidade e apresentando as suas inovações na área da arquitetura, na qual Brasília retoma uma idéia tradicional de cânone para oferecer ao mundo...



Acreditava-se que o país podia "dar certo", que as dificuldades eram superáveis e que a democracia era uma instituição sólida.



Brasília era um atestado da modernidade da nação, uma cidade feita basicamente para os automóveis, os quais foram não casualmente apresentados na sarcástica anti-utopia de Aldous Huxley chamada "Admirável Mundo Novo" -- que representa na verdade uma "metáfora da nossa realidade"-, como a imagem moderna de "deus", literalmente como "deus ex machina"! -tal o grau que os "tempos modernos" tem adorado esta inovação tecnológica e cada vez mais lhe concedido os seus espaços, em detrimento a outras tecnologias e até ao próprio espaço do ser humano.



Feita para não ter sinaleiras e nem engarrafamentos, a nova Capital se encontra todavia hoje abarrotada de veículos, cenário cada vez mais semelhante ao das grandes cidades comuns. Todavia espaçosa e aberta como é, ainda não sofre muito com poluição acumulada e busca ampliar as suas vias na esperança de minimizar os seus males.

Brasília é a prova do planejamento imperfeito. Se esperava que a cidade contasse com uma população de 600 mil habitantes no ano 2000, mas já alcançava os 2 milhões de habitantes neste ano. Seus arredores constam como os mais violentos do país, comprometendo a imagem duvidosa da capital como ilha de prosperidade.

Ademais, o papel de Brasília como cidade-esperança também tem sido profundamente comprometido, sob o tacão da Ditadura Militar e sua herança nefasta. Todo este quadro denota, pois, a necessidade de mudar esta situação para resgatar o verdadeiro papel desta cidade nova, surgida em meio a tantos sonhos e expectativas nacionais e mundiais.

A data de 2012 é propícia porque encerra um ciclo tradicional de mudanças, que é o "Fogo-Novo" de 52 anos, e ainda mais, pois a segurança das mudanças em pauta, está em que esta data assinala igualmente ciclos maiores, como são o "Ciclo-Fênix" maia-nahua, de 520 anos e a Sexta Era Solar, de 5.200 anos. Analisaremos aqui, não obstante, especialmente o ciclo menor de 52 anos.


O texto acima está inscrito no vídeo abaixo.

Trecho da obra "As Luzes do Pramantha -- o Livro dos Anciãos", Luís A. W. Salvi





quarta-feira, 14 de março de 2012

Agharta é o mundo dos justos e perfeitos

Imagem Google
Paulo Andrade escreve: " Vivemos tempos em que a proliferação de obras sobre temáticas esotéricas tornou-se moda. Isso tem no seu aspecto positivo o despertar de muitas das consciências adormecidas para a " verdadeiro caminho da iniciação ", mas também tem muito de negativo por fomentar as mais diversas formas de psiquismo, com todas as suas mais nefastas influencias.

A temática dos mundos subterrâneos ou intraterrenos não tem sido (felizmente) dos temas mais populares pelos "escritores de hipermercado" que proliferam hoje em dia, pois a esses interessa-lhes mais o lucro fácil a qualquer preço, e este assunto não é dos mais vendáveis. E também porque não é fácil ter conhecimento direto ou indireto sobre tão nobre tema, pois as " portas " estão abertas para poucos ……

No entanto ao longo da história pôde-se registar uma plêiade de personalidades de excelsa sapiência (esses sim conseguiram "ter as portas abertas " …) que de forma mais ou menos velada explanaram este assunto de forma a que " quem tivesse olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para sentir " pudesse abrir as portas dos mundos internos tanto do próprio como da própria Terra, pois " o que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo ".

Temos assim de forma mais romancista ou filosófica:Francis Bacon que na " Nova Atlântida " fala-nos da ilha branca, morada dos bem aventurados, que não se alcança senão pelo mar ou pelo ar, simbolizando a existência dum centro espiritual primordial.

Thomas Moore que na " Utopia " faz menção a uma região desconhecida que denomina Utopia altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos onde as instituições e as leis eram sábias e justas, diferentes das existentes na face da Terra.Tommas, o Campanella, que na " Cidade do Sol " aborda temas muito semelhantes ao referido na " Utopia ", falando duma cidade desconhecida existente no alto dum cume onde existe uma sociedade altamente desenvolvida alicerçada na harmonia e na ordem.


Júlio Verne que em " Viagem ao centro da Terra " fala-nos duma aventura em que proliferam animais pré-históricos, criaturas desconhecidas, natureza exuberante e uma rede de túneis no centro da terra com entrada através dum vulcão. Bulwer Lytton que em " A raça futura " fala-nos dum romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sociedade em que vive e a sua extrema evolução a nível tecnológico e espiritual.

James Hilton que em " Horizonte Perdido " fala-nos duma região inóspita nos Himalaias que denomina Shangri-La onde impera a harmonia e evolução interior e exterior, e em que seus habitantes descobriram o elixir da longa vida e no seu livro pode-se ler que " Perder Shangri –La uma vez é procurá-la toda a vida "……Duma forma mais esotérica e direta temos: Helena Blavatsky, que nas suas inúmeras obras mas mais concretamente em " Isis sem véu " e " Doutrina Secreta " fala-nos dum colégio de sábios que denomina como Fraternidade Branca responsável pelo governo oculto do mundo, assim como de vários túneis que proliferam no interior da terra ligando locais tão díspares como os Andes na América do Sul ao Himalaias, onde no deserto do Gobi identifica a existência de Shamballah Saint Yves D´Alveydre onde essencialmente na sua obra " Missão da Índia " fala-nos minuciosamente de Agartha em todos os seus aspectos tanto hierárquicos, filosóficos e sociológicos, como políticos e tecnológicos.

Ferdinand Ossendowski que em " Animais, homens e deuses " fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos que referem lendas de tempos ancestrais relacionadas com os mundos subterrâneos e o enigma do Rei do mundo e das suas profecias.Alice Bailey que através de Djwahl Khul, o mestre tibetano fala-nos de Shamballah como local sagrado e sol central do planeta donde irradia a luz que ilumina as consciências e evolução dos habitantes da Terra, além de outras inúmeras referências.

René Guénon que em " o Rei do Mundo " fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que falam da existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nos confins da Terra.E finalmente (os últimos são os primeiros) Henrique José de Souza (JHS) , aquele que para nós desenvolveu de forma mais sublime esta temática, não deixando de falar claramente sobre os mundos internos. 

No seu livro " O verdadeiro caminho da iniciação " fala-nos que o país para onde Noé se dirigia, segundo a tradição, era um local subterrâneo, cujo nome até mesmo se parecia com o de "barca", ou seja, Agartha. "Como se vê, `arca' ou `barca' teve um sentido muito mais profundo que a Lei ainda não permitiu totalmente desvendar."Falando sobre esta região transcendente de Agartha, reforça a tônica dada por outros insignes adeptos da Boa Lei:
"Este país de Agartha é por muitos denominado Shamballah e as escrituras o descrevem como uma ilha imperecível que nenhum cataclismo pode destruir.


"Agartha, Arca ou Barca é o lugar para onde o Manu Noé conduziu seu Povo ou Família, e os casais de animais a que se refere a Bíblia, porém com a interpretação errónea de que o termo `família' fosse apenas dos seus parentes"."Agartha é o celeiro das civilizações passadas". Em suma estes são alguns nomes a que podemos juntar outros como Raymond Bernard, Nicholas Roerich, Mário Roso de Luna ou Timothy Patterson que melhor até hoje deram o seu contributo em prol da divulgação dos mundos subterrâneos.

Devemos então indagar, será que todos tiveram uma imaginação fértil ou realmente há algo mais do que aquilo que usualmente conhecemos da Terra e dos seus habitantes?Pensamos que sim, como se costuma dizer " não há fumo sem fogo " senão vejamos: Ao nível científico devemos perguntar que tendo a superfície da Terra cerca de 508 milhões de quilômetros quadrados, se esta correspondesse ao que é unanimemente aceite como poderá pesar apenas seis sextilhiões de toneladas. Segundo cálculos perfeitamente comprováveis o seu peso teria que ser muito maior! 

Mas não ficamos só por aqui, à luz da ciência voltamos a perguntar o que origina as auroras boreais? Como se formam os icebergues uma vez que são constituídos de água doce?, O que produz as marés no Ártico assim como a existência de rocha e areias? Para onde vão as raposas, lebres e ursos durante o Inverno glaciar, que são observados ao Norte da Gronelândia?

Porque o vento norte no Ártico, fica mais quente, quando se navega para o norte, além dos 70 graus de latitude? Porque se encontram sementes tropicais, plantas e árvores flutuando nas águas doces dos icebergues? Porque pássaros tropicais e outros animais emigram mais para o Norte no Inverno, onde não existe alimento possível?


Pensamos que só à luz da Teurgia e da Sabedoria iniciática das idades tais perguntas que a ciência ainda não pôde ou não quis responder poderão ser respondidas admitindo a tese da Terra oca com orifícios nos pólos, tese esta que faz parte dum conhecimento ministrado no silêncio dos santuários secretos.

Sendo assim facilmente conclui-se que a Terra constituiu originalmente uma bola de matéria incandescente sendo que uma parte dessa matéria ficou em suspensão no centro, mais tarde dando origem a um Sol interior, enquanto a força centrifuga, criada pela rotação sobre o seu eixo, empurrou os materiais sólidos para periferia formando a crosta compacta. 

A concavidade interior comunica-se com o exterior através das embocaduras polares, sendo aquecida e iluminada pelo Sol central do planeta, justificando assim as auroras boreais ao " chocar-se" com pólo magnético exterior. Nessa concavidade interior situa-se, encaminhando-se para o centro o mundo de Badagas , seguindo-se o mundo de Duat e finalmente o mundo de Agharta , cada uma com 7 cidades principais, sendo a 22º Shamballah (o Sol central).

Curioso no Tarot existirem 22 arcanos maiores !.. . Este é um assunto que explanaremos detalhadamente mais à frente neste trabalho. Não custa então admitir que no interior do planeta resida uma civilização extremamente avançada assim como a existência duma flora e fauna muito própria que justificam as migrações de animais referidas anteriormente.

Uma prova da tecnologia avançadíssima dos povos intraterrenos são a existência dos OVNIS ou que na tradição oriental são designados por Vimanas, muitos investigadores acham que provem de outros planetas, mas à luz do aqui exposto parece-nos errado, pois a probabilidade de seres com aparência antropomórfica de " cabelos louros " provirem de outros planetas é ínfima, sendo muito mais fácil admitir a sua origem no nosso planeta.

Vamos ainda referir a existência de lendas e tradições de todos os povos e culturas diferentes que apresentam pontos comuns, apesar da enorme distância que os separa como a referencia a 1 lugar misterioso, morada dos Deuses situado numa ilha ou montanha, ou a memória de um local donde provieram os seus antepassados, que se mantém oculto, onde permanecem ainda esses seres espirituais e de poderes sobre-humanos.

Também é referido que quando as nações da Terra necessitassem o conhecimento desses Seres ou Guias adviria para sua utilização, além de que a sua localização é referida em locais no interior de montanhas, grutas ou em castelos. Respigando alguns desses " mitos " podemos referir na Grécia o Monte Olimpo, na Ìndia o Monte Meru, na Palestina Canaã, no Tibete Shamballah, em Portugal a ilha de São Brandão, na América do Sul o Eldorado, na Escandinávia Asgard, e Avalon, a ilha das maçãs para onde partiu o Rei Artur, onde a morte não existe, além de inúmeras outras referencias.

De certa forma estabeleceu-se no inconsciente colectivo da humanidade a existência dum paraíso perdido para nós, terra da felicidade e da eterna luz onde o sofrimento e a velhice não são conhecidos .Como podemos observar as referências são universais, o que leva-nos a concluir que é real a existência desse " centro da Terra ", Paraíso, ou Sol interior que é na verdade Shamballah, a " mansão dos Deuses ", morada do Rei do Mundo que controla e dirige toda a evolução de vida quer no interior como no exterior da Terra, sendo também aí que se encontram as hierarquias criadoras, os arquétipos da humanidade.

Sendo que nesses mundos a evolução está muito mais avançada que a nossa, estando os seus habitantes socialmente organizados de um modo sinárquico , sendo o Rei do Mundo o cume da pirâmide hierárquica. A Sinarquia impede a existência de votações, ou partidos políticos ou religiosos, porque tal não é necessário, visto haver uma regulação pela lei trina das funções da natureza e pelo primado orgânico da hierarquização natural.

Tudo e todos em justiça e honestidade ocupam os seus lugares em ordem ao equilíbrio espiritual, individual e colectivo, ou seja social e planetário, logo numa abrangência universal, por isso AGHARTA É O MUNDO DOS JUSTOS E PERFEITOS, O REINO DAS ALMAS SUPERADAS.

É interessante que uma das chaves dos alquimistas na elaboração da Grande Obra era a obtenção do elemento VITRIOL (visita interiora terrae rectificando inveries ocultum lapidem – visita ao interior da terra, retificando encontrarás a pedra oculta), não existe uma evidente analogia com aquilo que temos referido? E realmente existe pois há uma similitude de relações entre o microcosmos e o macrocosmos, quando alguém pretende realizar uma prática espiritual recolhe-se em meditação no seu Sactum- Sanctorum , no imo do seu próprio Ser que é a parte mais pura de cada um , logo o melhor do nosso Ser está no interior ! 

Então analogamente o melhor do planeta (que é o corpo de manifestação de um Ser extremamente mais evoluído) está no seu interior, podendo então relacionar-se os estados de consciência alcançáveis na prática de meditação com os estados de consciência existentes nos " mundos subterrâneos ", consoante a sua maior interiorização. 

Assim temos: plano físico – face da terra , plano vital Badagas , plano astral- Duat , plano mental – Agharta e a Mónada – Shamballah . Assim como possuímos 7 centros energéticos ou chakras principais e um oitavo oculto, assim também pela lei da analogia existem 7 centros mais 1 principais no planeta. Podemos então referir que no período Atlante quando se deu o julgamento planetário, a humanidade mais avançada que sobreviveu ao cataclismo, a Sedote, recolheu-se no interior do planeta, onde constituiu a sua evolução, tendo a restante, Jiva, permanecido na superfície, dando origem aos homens atuais (os tais que a ciência oficial fala como existentes na pré-historia).

Os Grandes Iniciados da Atlântida selecionaram os seres humanos mais avançados espiritualmente na altura, e os conduziram para o interior da Terra através duma abertura polar no hemisfério Norte, então muitíssimo mais acessível. Numa primeira fase ao interiorizarem-se estabeleceram -se no mundo de Badagas, que encontra-se a cerca de 60 km de profundidade. Este mundo já de elevada espiritualidade, civilização e cultura caracteriza-se pela tônica do desenvolvimento tecnológico, como referencia podemos falar dos OVNIS.

É neste mundo que residem as Fraternidades Jinas, bem físicas dos Adeptos Independentes que no seio da humanidade em evolução na face da Terra se distinguiram dela e passaram a ser os seus paradigmas de eleição. A este mundo são recolhidos fisicamente todos aqueles que terminaram a sua missão antes da morte natural, ou excepcionalmente aqueles que tenham uma não menos excepcional missão na face da Terra relacionada com os Mundos Aghartinos.

Para este mundo são encaminhados, após a morte física, os discípulos que em vida terrena não se conscientizaram plenamente das suas missões ligadas à Obra Divina. Aí recapitulam toda a sua atividade física passada antes de serem transferidos para o Duat, onde irão recapitular o que deverão fazer na próxima vida terrena, ficando aí a aguardar o momento da próxima reencarnação. 


É também em Badagas que são resgatados os corpos físicos densos de Grandes Adeptos e Iniciados, para servirem em trabalhos específicos secretos só conhecidos dos Mestres ocultos, explicando assim a razão porque ninguém sabe até hoje onde estão os despojos físicos dos Grandes Mestres da Humanidade. Badagas exterioriza então o duplo etérico da Terra, tendo um ciclo semelhante ao da Terra, metade dia, metade noite.

Desse mundo tem-se acesso ao mundo de Duat onde se encontram seres ainda mais evoluídos, os quais tem uma fisiologia semelhante à do homem da superfície, sendo que o que mais impressiona são as bibliotecas e museus onde se encontram todas a produção literárias e artísticas significativas criadas pelo homem, é assim como uma memória viva da Terra.

Funciona como o plano mental da Terra encontrando-se aí os " duplos " psicomentais de todos os Adeptos e Iniciados, sendo que muitas dessas Almas Viventes aguardam o momento de voltarem a manifestar-se na Terra, isto se a Lei os obrigar a tanto, pois em contrário após esse período de transição e assimilação descerão para Agharta.


É no Duat que se encontram os Senhores Lipikas (escribas) Manu – Yama – Karuna – Astaroth, que registam todos os atos, pensamentos e palavras da humanidade no " livro do Kamapa ", são os chamados Senhores do Karma. Possui um ciclo de atividade de dois terços de dia e um terço de noite. Mais interiorizado ainda encontra-se o reino de Agharta relacionado o com o plano espiritual da Terra, com as suas sete cidades, que podem-se relacionar com os chakras, governadas pelos Reis de Édon ou do Éden, sendo que aí reina a sinarquia universal e a paz estabelecida. Agharta é o " celeiro das civilizações humanas ", pois é aí que estão guardadas as sementes monádicas que irão compor as Raças, de ciclos em ciclos. 

Cada cidade Aghartina representa e corresponde a um continente, globo etc., preservando ainda o padrão ou estado de consciência de cada uma das Raças. Agharta possui um ciclo diurno permanente, pois não existe noite, sendo que os Seres que aí habitam não necessitam de descanso porque superaram há muito o conceito vulgar de espaço e tempo por terem obtido uma metástase permanente com o Eterno Logos. Como um oitavo chakra, a oitava cidade de Agharta e sua capital é Shamballah, a " mansão dos Deuses", governada pelo Rei do Mundo, o soberano supremo, o eterno jovem das dezesseis primaveras.


Esse é o mundo do silêncio móvel, onde só aquele que por direito próprio tem assento no conselho do rei dos reis, pode morar. Daí dizer-se que é a morada dos Deuses, a cidade dos Imortais. Em Shamballah existe sempre sombra ou trevas, isto porque contém toda a luz ao ponto de a tornar ausente (Agharta é o diafragma refletor das 7 luzes provenientes da única do Sol negro), e por ser o núcleo central da Terra, tem a designação de " Laboratório do Espírito Santo "De uma forma análoga pode-se dizer que o homem vive num mundo tridimensional, no entanto existem outras dimensões 4º, 5º, 6º e 7º que constituem os " mundos superiores ". 

Assim sendo a 4º dimensão corresponde ao plano astral, a 5º ao plano mental, a 6º ao plano espiritual e a 7º que está ligada a uma 8º que podemos caracterizar como a Unidade Perfeita ou " o espaço sem limites ".Pois cada cidade de Agharta corresponde a cada um dos chakras da Terra que constituem os sistemas geográficos em evolução ( 7 que são Machu Pichu , Chizen Itza , El Moro , Sidney , Sintra , Cairo , Srinagar , mais 1 São Lourenço que corresponde a Shamballah ), assim como as cidades de Duat tem a ver com os plexos da Terra e os locais referidos na superfície com as glândulas do mesmo globo ou Logos Planetário refletindo no homem , este o microcosmo daquele , o macrocosmo. 

Explicando melhor, no homem temos as glândulas no corpo físico que comunicam com os chakras no corpo etérico que também comunicam com os seus correspondentes no corpo astral e estes com os correspondentes no corpo mental . Analogamente concluímos que pelos sistemas geográficos flúem as energias espirituais do centro da Terra para a face da mesma , fluindo e impregnando a humanidade e fixando a espiritualidade sobre a Terra.

O homem comum só percebe o mundo através das 3 dimensões da matéria, para perceber a 4º dimensão necessita utilizar a abstração dos sentidos, a concentração. A questão que se põe é que os mundos subterrâneos, mesmo que na sua camada mais próxima da superfície abarquem as 3 dimensões conhecidas, não deixam de encontrar-se em dimensão diferente do 3º, e é por isso que cada um de nós não os consegue perceber ou acede-los.

 Razão porque faz-se necessária a " verdadeira iniciação ", o tornar-se Real ou verdadeiramente iniciado, acedendo assim ao nosso verdadeiro Ser em todas os seus planos de evolução, tornando-nos seres conscientes de nós mesmos tanto interiormente como exteriormente, possibilitando assim que as " portas " dos mundos subterrâneos se abram de forma a podermos retornar ao " paraíso " outrora perdido….Em suma nesse vasto mundo subterrâneo encontram-se as cidades das estátuas vivas, estátuas essas que correspondem a cada homem e mulher que "desperte " e serão vivificadas no instante preciso em que, estabelecida a ligação aos seus princípios superiores, possam despertar simultaneamente os inferiores (ou interiores) ….
Fonte:
http://krakdoscavaleiros.blogspot.com.br/2011/03/agharta-e-o-mundo-dos-justos-e_05.html

sábado, 7 de janeiro de 2012

MAIS ARTIGOS SOBRE AGHARTA





A palavra Agharta é de origem budista. Refere-se ao Mundo Subterrâneo ou Império, em cuja existência todos os verdadeiros budistas acreditam fervorosamente. 

Eles também acreditam que este Mundo Subterrâneo tem milhões de habitantes e muitas cidades, todas sob o supremo domínio de Shamballah, a capital do mundo subterrâneo, onde reside o Chefe Supremo deste Império, conhecido no Oriente como Rei do Mundo.

 Acredita-se que deu ordens ao Dalai Lama do Tibete, que era o seu representante terrestre e que suas mensagens eram transmitidas através de certos túneis que ligam o Mundo Subterrâneo ao Tibete.


 Túneis misteriosos e semelhantes existem no Brasil. O Brasil, no Ocidente, e o Tibete, no Oriente, parecem ser as duas partes da Terra onde os contatos entre o Mundo Subterrâneo e a superfície podem ser mais facilmente estabelecidos, devido à existência destes túneis.
Nicholas Roerich, o famoso artista, filósofo e explorador russo, que viajou extensivamente pelo Oriente Distante, assevera que Lhasa, a capital do Tibete, era ligada por um túnel a Shamballah, a capital do império subterrâneo de Agharta. A entrada deste túnel era guardada por lamas que juraram conservar secreta a sua real localização, por ordem do Dalai Lama. Acredita-se que um túnel semelhante ligava as câmaras secretas da base da Pirâmide de Gizeh com o Mundo Subterrâneo, por intermédio do qual os faraós mantinham contato com os deuses ou super-homens do mundo sob a terra.

As várias estátuas gigantescas dos primeiros deuses e reis egípcios, bem como as de Buda, encontrados no Oriente, representam super-homens subterrâneos que vieram à superfície auxiliar a espécie humana. São geralmente representados como assexuados. Eram emissários de Agharta, o paraíso subterrâneo, que é a meta desejada por todos os verdadeiros budistas.

As tradições budistas estabelecem que Agharta foi colonizada, pela primeira vez, há milhares de anos, quando um santo homem conduziu uma tribo, que desapareceu sob a Terra. Supõe-se que os ciganos vieram de Agharta, o que explica o seu desassossego.na superfície da Terra e suas viagens constantes em busca de sua pátria perdida. Isto faz lembrar de Noé, que era realmente um atlante que salvou um grupo merecedor, antes do dilúvio que submergiu Atlântida. Acredita-se que trouxe este grupo para um alto planalto brasileiro, onde se estabeleceu em cidades subterrâneas, interligadas por túneis com a superfície, a fim de escapar do envenenamento pelas precipitações radioativas produzidas pela guerra nuclear dos atlantes, que trouxe a inundação que submergiu seu continente.

Acredita-se que a civilização subterrânea de Agharta representa uma continuação da civilização atlante, que, tendo se convencido da futilidade da guerra, permaneceu desde então num estado de paz permanente, fazendo progressos científicos estupendos, jamais interrompidos pela recorrência das guerras, como a nossa civilização da superfície o tem sido. Sua civilização tem muitos milhares de anos de idade (Atlântida afundou há cerca de 11.500 anos atrás),enquanto a nossa é muito jovem, com apenas uns poucos séculos de idade.

Os cientistas do mundo subterrâneo são capazes de aproveitar forças naturais das quais nada sabemos, como demonstrado pelos seus discos voadores, que são operados por uma nova e desconhecida fonte de energia, mais sutil que a energia atômica. Ossendowski assevera que o Império de Agharta consiste de uma rede subterrânea de cidades, interligadas por túneis, através dos quais os veículos passem a velocidades tremendas, tanto sob a Terra como sob o oceano.

Estes povos vivem sob o reinado benigno de um governo universal, chefiado pelo Rei do Mundo. São os descendentes dos habitantes dos continentes perdidos de Lemúria e Atlântida, bem como da raça perfeita e original dos Hyperboreos, a raça dos deuses.

Durante várias épocas da história, os super-homens ou deuses de Agharta vieram à superfície ensinar a espécie humana e salvá-la de guerras, catástrofes e destruição. A vinda dos discos voadores, logo depois da primeira explosão atômica em Hiroshima, representa uma outra de tais visitas, porém desta vez os próprios deuses não apareceram entre os homens, enviando-lhes os seus emissários.

O épico indu Ramaiana descreve Rama como um dos tais emissários de Agharta, vindo num veículo aéreo que era, provavelmente, um disco voador.

Uma tradição chinesa fala de professores divinos vindos em veículos aéreos. Da mesma maneira veio Manco Copac, o fundador da dinastia inca.

Um dos maiores professores de Agharta na América foi Quetzalcóatl, o grande profeta dos Maias e Astecas e dos índios de ambas as Américas, do norte e do sul. Foi indicado que ele era um estranho entre os índios, sendo de uma raça diferente (atlante) por ser louro, enquanto eles eram morenos; alto, quando os índios baixos; barbudo, ao contrário dos índios desprovidos de barbas. Foi reverenciado como o salvador dos índios do México, Yucatán e Guatemala, muito antes da chegada dos homens brancos. Os Astecas o chamaram "Deus da Abundância" e "Estrela Matutina". Seu nome Quetzalcóatl quer dizer "Serpente Emplumada", significando o professor da sabedoria (simbolizada pela serpente) que voa. Foi-lhe dado este nome por que veio num veículo aéreo, que parece ter sido um disco voador. Veio provavelmente do mundo subterrâneo por que, depois de permanecer algum tempo com os índios, desapareceu misteriosamente, do mesmo modo que tinha vindo; acreditando-se ter retornado ao Mundo Subterrâneo de onde viera. Quetzalcóatl é descrito como tendo sido "um homem de boa aparência e semblante grave, de pele e barbas brancas, vestido num traje branco, comprido e flutuante". Ele foi também chamado Huemac, por causa da sua grande bondade e continência. Ensinou aos índios o caminho da virtude e tentou salvá-los do vício, dando-lhes leis e conselhos para refreá-los da luxúria e levá-los a serem castos.

Ensinou o pacifismo e condenou a violência em todas as suas formas. Instituiu uma dieta vegetariana, com o milho como principal alimento, e ensinou o jejum e a higiene corporal. De acordo com o arqueólogo sul-americano, Harold Wilkins, Quetzalcóatl foi também o professor espiritual dos antigos habitantes do Brasil.

Depois de permanecer algum tempo com os índios e vendo quão pouco ligavam para os seus ensinamentos, com exceção de sua recomendação para plantar e comer milho, Quetzalcóatl partiu, dizendo-lhes que regressaria um dia. Que este "visitante do Céu" partiu do mesmo modo em que veio - num disco voador - é indicado pelos fatos seguintes. Quando Cortez invadiu o México, o imperador Montezuma acreditou que havia ocorrido o previsto "regresso de Quetzalcóatl", por que então uma bola de fogo girou sobre a Cidade do México, fazendo o povo gemer e gritar, e pondo fogo no templo do deus da guerra. Acreditaram que aquela bola de fogo era o disco voador no qual Quetzalcóatl viajava.

Osíris foi outro dos tais deuses subterrâneos. De acordo com Donnelly, no seu livro, Atlantics the Antediluvian World, os deuses dos antigos eram os governantes da Atlântida e membros de uma raça super-humana, que governava a espécie humana. Antes da destruição do seu continente, o que previram, viajaram por discos através da abertura polar para o Mundo Subterrâneo no interior oco da Terra, onde continuaram a viver para sempre, desde então. "O Império de Agharta", escreveu Ossendwski no seu livro, Beasts, Men and Gods, "se estende através de túneis subterrâneos por todas as partes do Mundo". No seu livro ele fala de uma vasta rede de túneis construída por uma raça pré-histórica da mais remota antigüidade, a qual passava sob oceanos e continentes e através da qual veículos muito rápidos viajam. O império do qual Ossendowski fala e a respeito do qual aprendeu dos lamas no Oriente Distante, durante suas viagens na Mongólia, consiste obviamente de cidades subterrâneas dentro da crosta da Terra, as quais devem ser diferenciadas daquelas existentes no centro oco. Assim, existem dois mundos subterrâneos, um mais superficial e outro no centro da Terra.

Huguenin, cujo livro sobre discos voadores e mundo subterrâneo mencionamos previamente, acredita que existem muitas cidades subterrâneas a várias profundidades, entre a crosta da Terra e o seu interior oco. Relativamente aos habitantes destas cidades subterrâneas, ele escreve:

"Esta outra humanidade alcançou um elevado grau de civilização, de organização econômica e social e de progresso cultural e científico em comparação com os quais a humanidade que vive na superfície da Terra é uma raça de bárbaros."

No seu livro, Huguenin mostra um diagrama do interior da Terra com suas várias cidades subterrâneas em diferentes níveis, interligadas por túneis. Descreve estas cidades como existindo em cavidades imensas na Terra. A cidade de Shamballah, a capital do império subterrâneo, é representada por ele como existindo no centro da Terra, no seu interior oco, em vez de dentro da crosta sólida. Ossendowski escreve:

"Todas as cavernas subterrâneas da América são habitadas por um povo antigo que desapareceu do mundo. Estes povos e as regiões subterrâneas onde moram estão sob a autoridade suprema do Rei do Mundo. Tanto no oceano Pacífico quanto no Atlântico existiram vastos continentes que mais tarde submergiram e seus habitantes encontraram refúgio no Mundo Subterrâneo. As profundas cavernas são iluminadas por luz resplandecente que permite o cultivo de cereais e de outros vegetais e proporciona aos seus habitantes uma vida de longa duração, livre de doenças. Neste mundo existe uma grande população e muitas tribos."

No seu livro, The Coming Race, Bulwer Lytton descreve uma civilização subterrânea, muito mais avançada do que a nossa própria, que existe numa grande cavidade na Terra, ligada à superfície por um túnel. Esta imensa cavidade era iluminada por uma luz estranha, que não necessitava de lâmpadas para ser produzida, mas parecia resultar de uma eletrificação da atmosfera. Esta luz tornava possível a vida vegetal e permitia que os povos subterrâneos cultivassem os seus alimentos. Os habitantes da Utopia descrita por Lytton eram vegetarianos. Tinham certos aparelhos, pelos quais voavam, em vez de andar. Eram livres de doenças e tinham uma organização social perfeita, de maneira que cada um recebia o que necessitava, sem exploração de uns pelos outros.

É asseverado que a crosta da Terra é intercortada por uma rede de túneis, passando sob os oceanos, de continente para continente, e levando a cidades subterrâneas, em grandes cavidades na Terra. Estes túneis são especialmente abundantes na América do Sul, principalmente no Brasil, que foi o centro principal da colonização atlante; e podemos acreditar que foram construídos pelos atlantes. O mais famoso destes túneis é a "Estrada dos Incas" que se estende por várias centenas de quilômetros ao sul de Lima, no Peru, e passa sob Cuzcor Tiahuanaco e Três Picos, continuando para o Deserto Atacambo. Um outro ramo se abre para Arica, no Chile, o qual foi visitado por Madame Blavatski.

É asseverado também que os Incas usaram estes túneis para escapar dos conquistadores espanhóis e da Inquisição, quando exércitos inteiros entraram por eles, levando o seu ouro e outros tesouros nas costas de lhamas, o que fizeram logo que os conquistadores espanhóis chegaram. Seu desaparecimento misterioso na ocasião, deixando apenas a raça dos índios Quechuas para trás é também explicada pela sua entrada nestes túneis. É dito que quando Atahualpa, o último dos reis Incas, foi brutalmente assassinado por Pizarro, o ouro que estava sendo levado para o seu resgate, numa caravana de 11.000 lhamas de carga, encontrou refúgio nestes túneis. É asseverado que estes túneis tinham uma forma de iluminação artificial e que foram construídos pela faça que tinha edificado Tiahuanaco, muito antes do primeiro Inca aparecer no Peru. Uma vez que os Incas que entraram nestes túneis para escapar dos espanhóis nunca mais foram vistos e desapareceram da superfície da Terra, é provável que continuem vivendo nas cidades subterrâneas iluminadas, às quais estes túneis conduziam.

Estes túneis misteriosos, um enigma para os arqueólogos, existem em grandes números sob o Brasil, onde se abrem na superfície em vários lugares. O mais famoso está nas Montanhas do Roncador, no nordeste de Mato Grosso, para onde o Coronel Fawcett estava se dirigindo quando visto pela última vez. É dito que a cidade atlante pela qual procurava não era a ruína de uma cidade morta na superfície, mas sim uma cidade subterrânea com atlantes ainda vivos como seus habitantes; e que ele e o seu filho Jack alcançaram esta cidade e estão ainda vivendo por lá. Esta é a crença do Professor Souza, do Comandante Strauss e de O. C. Huguenin, que já mencionamos antes.

A abertura do túnel do Roncador é guardada pelos ferozes índios Xavantes, que matam qualquer um que entrar sem ser convidado e que possa molestar os moradores subterrâneos, que são por eles respeitados e reverenciados. Os índios Morcegos também guardam estas aberturas secretas dos túneis que levam às cidades subterrâneas na região da Montanha do Roncador, em Mato Grosso. Citamos a seguir uma carta escrita ao autor por um americano, chamado Carl Huni, que viveu muitos anos em Mato Grosso e fez estudos especiais sobre este assunto.


"A entrada das cavernas é guardada pelos índios Morcegos, que são de pele escura e de pequeno porte, mas de grande força física. Seu sentido do olfato é mais desenvolvido do que o dos melhores cães de caça. Mesmo se eles o aprovem e lhe deixem entrar nas cavernas, receio que estará perdido para o mundo presente, por que guardam o segredo muito cuidadosamente e não podem permitir que aqueles que entram possam sair. (Isto pode ter acontecido ao Coronel Fawcett e a seu filho Jack, que se acredita terem entrado num túnel que levava a uma cidade subterrânea na Montanha do Roncador e nunca regressaram.)

Os índios Morcegos vivem em cavernas e saem à noite para a floresta circunvizinha, mas não têm contato com os moradores de baixo, habitando uma cidade subterrânea na qual formam uma comunidade auto-suficiente, com uma população considerável. Acredita-se que as cidades subterrâneas que habitam foram construídas pelos atlantes.

Uma coisa certa é que a precipitação radioativa não pode alcançá-los. Ninguém sabe se os que vivem nestas antigas cidades subterrâneas atlantes são os próprios atlantes ou outros que se estabeleceram lá, depois que os seus construtores originais se foram. O nome da cadeia de montanhas onde existem estas cidades subterrâneas atlantes é Roncador e fica no nordeste de Mato Grosso. Se você for em busca destas cidades subterrâneas é bom que se despeça da vida, pois pode jamais regressar, como o Coronel Fawcett.

Quando estive no Brasil ouvi muito sobre as cavernas sob a Terra e cidades subterrâneas. Elas estão, todavia, muito longe de Cuiabá. Estão próximas do rio Araguaia, que desemboca no Amazonas. Estão a nordeste de Cuiabá, no sopé de uma cadeia de montanhas tremendamente comprida chamada Roncador. Desisti de fazer outras investigações por que ouvi dizer que os índios Morcegos guardam zelosamente a entrada dos túneis contra as pessoas que não estejam suficientemente desenvolvidas, a fim de evitar aborrecimentos. Em primeiro lugar não querem ninguém que esteja ainda enredado em comércio e que queira ganhar dinheiro.

Sei que uma boa parte dos imigrantes que ajudou na revolta do General Isidoro Dias Lopes, em 1924, desapareceu nestas montanhas e nunca mais foi vista novamente. Foi sob o Governo do Dr. Bernardes, que bombardeou São Paulo durante quatro semanas. Finalmente fizeram uma trégua de três dias e permitiram que 4.000 praças, que eram principalmente alemães e húngaros, saíssem da cidade. Cerca de 3.000 deles foram para o Acre, no noroeste do Brasil e cerca de 1.000 desapareceram nas cavernas. Ouvi a história muitas vezes. Se me lembro bem do local onde desapareceram foi na extremidade sul da Ilha do Bananal (perto das Montanhas do Roncador) .

Existem também cavernas na Ásia e os tibetanos as mencionam. Entretanto, tanto quanto eu saiba, as maiores estão no Brasil e existem em três níveis diferentes. Estou certo que conseguiria permissão se quisesse juntar-me a eles e que me aceitariam como um dos seus. Sei que não usam dinheiro e que a sua sociedade é organizada numa base estritamente democrática. As pessoas não ficam velhas e vivem em perpétua harmonia."

Esta Utopia subterrânea, mencionada pelo Sr. Huni (agora residindo em Nova York) parece muito semelhante à descrita por Bulwer Lytton no seu livro, The Coming Race. Lytton era um rosacruciano e provavelmente baseou sua novela em informações dos ocultistas relativas à existência de cidades subterrâneas .

Ruínas de algumas cidades atlantes foram achadas em Mato Grosso e no território amazônico, indicando que os atlantes colonizaram aquela região no passado. Alguns anos atrás um professor inglês, de primeiras letras, ouvindo rumores de uma cidade atlante perdida num elevado planalto daquela região, resolveu encontrá-la. Ele a encontrou, mas as privações da viagem lhe custaram a vida. Antes de morrer enviou, por pombo-correio, um bilhete descrevendo a magnífica cidade que tinha descoberto e cujas ruas eram ornamentadas de altas estátuas de ouro.

Se os atlantes colonizaram o Brasil no passado e construíram cidades em Mato Grosso, na sua superfície, por que construiriam cidades subterrâneas  lá? Não poderia ser para escapar ao dilúvio que submergiu a Atlântida e áreas distantes, por que Mato Grosso é um planalto elevado onde as águas da inundação não podiam chegar. O arqueólogo americano, Harold Wilkins oferece uma outra teoria: que as cidades subterrâneas foram construídas para escapar das precipitações radioativas resultantes de uma guerra nuclear dos atlantes. Isto parece ser uma explicação muito razoável, pois de outra maneira não haveria razão para empreenderem a grande tarefa de escavar a Terra e construir cidades subterrâneas, quando já tinham cidades magníficas na superfície da Terra.

Se e quando formos ameaçados por uma guerra nuclear, nós também teremos de procurar refúgio dentro da Terra e lá morar em cidades subterrâneas iluminadas, produzindo nosso alimento sob esta luz. Naturalmente será muito mais fácil aderir às cidades subterrâneas existentes, construídas a milhares de anos atrás pelos atlantes, que nos suplantam de muito em habilidade e engenharia, do que construir as nossas próprias. Se pudesse estabelecer contato amistoso com os moradores subterrâneos, quando a guerra vier, ou mesmo antes, quando a precipitação radioativa aumentar além do ponto crítico e ameaçar a nossa sobrevivência, seria vantajoso, se admitidos, estabelecer residência nelas.

Não há velhice em Agharta e nem morte. É uma sociedade em que todos são de aparência jovem, mesmo quando com muitos séculos ou milhares de anos de idade. Isto parece inacreditável aos moradores da superfície, expostos aos efeitos perniciosos das radiações solares e à auto-intoxicação dos alimentos venenosos de uma dieta errada. Os sintomas da velhice não são o resultado natural da passagem do tempo ou de um processo presumido de envelhecimento, mas sim de condições e hábitos adversos. A senilidade é uma doença; e desde que os atlantes estão livres das doenças não ficam velhos.

Os sexos vivem separados em Agharta e não existe o casamento. Cada um é livre e independente e um sexo não depende do outro para seu suporte econômico. A reprodução é por partenogênese; e as crianças nascidas de mães virgens são todas do sexo feminino. (Nesta sociedade matriarcal o sexo considerado normal, perfeito e superior é o feminino.) As crianças são criadas coletivamente por professores especiais e não por famílias particulares. São sustentadas pela comunidade, bem como suas mães.


A cultura científica superior do povo subterrâneo, da qual os seus discos voadores são um exemplo evidente, é o resultado de um desenvolvimento cerebral superior e mais enérgico. Isto é devido ao fato de que sua energia vital flui para os seus cérebros, em vez de ser dissipada através do sexo, como entre as assim chamadas raças "civilizadas" da superfície. Na realidade, a indulgência sexual está completamente banida de suas vidas; por causa da sua dieta de frutas, suas endócrinas estão num estado de equilíbrio perfeito e de funcionamento harmônico, como nas criancinhas, e não são estimuladas a atividades anormais pelas toxinas metabólicas produzidas por alimentos tais como sal, pimenta, café, tabaco e álcool. Conservando sua corrente sangüínea pura e livre de toxinas, o povo subterrâneo é capaz de viver em completa continência, conservando todas as suas energias vitais e convertendo-as em poder cerebral superior. Suas conquistas científicas superiores resultam do fato de que os seus cérebros são superiores aos nossos em desenvolvimento intelectual. São da raça que criou os discos voadores. Relativamente a Agharta, o Professor Henrique J. de Souza, Presidente da Sociedade Teosófica Brasileira e autoridade de destaque no assunto do Mundo Subterrâneo, escreveu na sua revista um artigo, Existe Shangri-lá?, do qual passamos a citar:

"Entre todas as raças da humanidade, desde o alvorecer dos tempos, existe a tradição de uma Terra Sagrada ou Paraíso Terrestre, onde os mais elevados ideais da humanidade são realidades vivas. Este conceito é encontrado nos escritos mais antigos e nas tradições dos povos da Europa, Ásia Menor, China, índia, Egito e Américas. Esta Terra Sagrada, dizem, pode ser conhecida somente das pessoas merecedoras, puras e inocentes, razão pela qual constitui o tema central dos sonhos da infância.

O caminho que conduz a esta Terra Abençoada, este Mundo Invisível, este Domínio Esotérico e Oculto, constitui a motivação central e a chave mestra de todos os ensinamentos misteriosos e sistemas de iniciação no passado, presente e futuro. Esta chave mágica é o 'Abre-te Sésamo' que destranca as portas de um mundo novo e maravilhoso. Os antigos rosacrucianos a designavam pela palavra vitriol, que é a combinação das primeiras letras da frase vista interior a terra e rectificando invernes omnia lapidem, para indicar que 'no interior da Terra está oculto o verdadeiro mistério’. O caminho que conduz a este Mundo Oculto é o da Iniciação.

Na Grécia antiga, nos Mistérios de Delfos e Eleusis, esta Terra Celestial era chamada de Monte Olimpo e de Campos Elísios. Também nos tempos védicos primitivos era chamada por vários nomes, tais como Ratnasanu (pico da pedra preciosa), Hermadri (montanha de ouro) e Monte Meru (lar dos deuses do Olimpo e dos Indus). Simbolicamente, o pico desta montanha sagrada está no céu, sua metade na Terra e a sua base no Mundo Subterrâneo.

O escandinavo Eddas também menciona esta cidade celestial, que ficava na terra subterrânea de Asar, dos povos da Mesopotâmia. Era a terra de Amenti do Livro Sagrado dos Mortos, dos antigos egípcios. Era a cidade das Sete Pétalas de Vishnu, e a Cidade dos Sete Reis de Edom, ou Éden da tradição judaica. Em outras palavras, era o Paraíso Terrestre .

Em toda a Ásia Menor, não somente no passado mas também hoje, acredita-se na existência de uma Cidade de Mistério, cheia de maravilhas, que é conhecida como Shamballah (Shamb-Allah), onde fica o templo dos Deuses. É também o Erdami dos tibetanos e mongóis.

Os persas a denominam Alberdi ou Aryana, terra dos seus ancestrais. Os hebreus a chamam de Canaã e os mexicanos de Tula ou Tolan, enquanto os astecas chamavam-na de Maya-Pan. Os conquistadores espanhóis que vieram para a América acreditavam na existência de tal cidade e organizaram muitas expedições para procurá-la, chamando-a de El Dorado, ou Cidade do Ouro. Provavelmente souberam a seu respeito pelos aborígines que a chamavam de Manoa ou Cidade Cujo Rei se Veste com Roupas de Ouro.

Para os celtas esta terra sagrada era conhecida como 'Terra dos Mistérios' - Duat ou Dananda. Uma tradição chinesa fala de uma Terra de Chivin ou Cidade das Doze Serpentes. É o Mundo Subterrâneo, que fica nas raízes do céu. É a terra dos Calças, Caleis ou Kalki, a famosa Colchida, pela qual os Argonautas procuravam quando foram em busca do Velocino de Ouro.

Na Idade Média referiam-se a ela como a Ilha de Avalon, onde os Cavaleiros da Távola Redonda, sob a liderança do Rei Artur e sob a orientação de Mago Merlin, iam em busca do Graal Sagrado, símbolo da obediência, da justiça e da imortalidade. Quando o Rei Artur foi ferido seriamente numa batalha pediu ao seu companheiro Belvedere para partir num barco para os confins da Terra, com as seguintes palavras: 'Adeus, meu amigo e companheiro Belvedere, siga para a terra onde nunca chove, onde não há doenças e onde ninguém morre'. Esta é a Terra da Imortalidade ou Agharta, o Mundo Subterrâneo. 
Esta terra é a Walhalla dos alemães, o Monte Salvat dos Cavaleiros do Graal Sagrado, a Utopia de Thomas More, a Cidade do Sol de Campanella, a Shangri-lá do Tibete e a Agharta do mundo budista."Indicamos previamente que as cidades subterrâneas de Agharta foram construídas pelos atlantes, como refúgios contra a precipitação radioativa produzida pelas suas guerras e também nos referimos à teoria de Huguenin de que os discos voadores eram aparelhos aéreos que foram levados para o Mundo subterrâneo antes da catástrofe que submergiu Atlântida. O abandono de seu lar primitivo no alto da montanha sagrada de quatro lados, no centro de Atlântida (Monte Olimpo ou Meru, mais tarde simbolizado pelas pirâmides truncadas de quatro lados do Egito e México), e sua viagem aérea sobre a Ponte do Arco-íris da Aurora Boreal, através da abertura polar, para o novo lar em Walhalla, os palácios dourados da cidade de Shamballah, capital de Agharta, o Mundo Subterrâneo. Esta migração dos deuses governantes de Atlântida para o Mundo Subterrâneo, antes da destruição de seu país, foi mencionada na mitologia teutônica como o "Gotterdammerung", ou o Crepúsculo dos Deuses. Fizeram a viagem em discos voadores, que eram os aparelhos aéreos dos atlantes. Enquanto, nos dias dos atlantes, os discos voadores voavam na atmosfera externa da Terra, depois de entrarem no Mundo Subterrâneo continuaram a voar na sua atmosfera interna, no seu interior oco. Depois de explosão atômica de Hiroshima, em 1945, eles se elevaram novamente para a superfície em grandes números, buscando evitar uma catástrofe nuclear. A tragédia que atingiu Atlântida foi devido ao seu desenvolvimento científico ter se adiantado em relação ao seu desenvolvimento moral, resultando numa guerra nuclear, que aqueceu a atmosfera, derreteu as calotas de gelo do pólo e ocasionou um dilúvio terrível que submergiu o continente. Um grupo de sobreviventes, conduzido por Noé se refugiou nos planaltos do Brasil (então uma colônia atlante) onde construíram cidades subterrâneas, interligadas por túneis à superfície, para evitar a destruição pela precipitação radioativa e pelas inundações .

De acordo com as narrativas de Platão, Atlântida foi submersa por uma série de inundações, que alcançou o auge há cerca de 11.500 anos. Cerca de quatro milhões de habitantes perderam a vida. Aqueles que eram mais evoluídos espiritualmente e foram prevenidos escaparam em tempo para o Brasil, onde eles ou seus descendentes ainda vivem em cidades subterrâneas, segundo se assevera.

Em conexão com este assunto é interessante; se referir ao livro de Júlio Verne, Uma Viagem ao Centro da Terra, que apresenta uma concepção semelhante à do livro de Gardner de nome parecido. Verne descreve as aventuras de um grupo de exploradores que entraram pela cratera de um vulcão e depois de viajar alguns meses chegou finalmente ao centro oco da Terra, um mundo novo com o seu próprio sol a iluminá-lo, oceanos, terras e mesmo cidades de origem atlante. Verne acreditou que, antes da destruição de Atlântida, alguns dos seus habitantes escaparam e estabeleceram cidades subterrâneas no centro oco da Terra. Uma vez que a maioria das previsões de Verne foi mais tarde confirmada, é possível que esta também o seja - não pela entrada pela cratera de um vulcão, mas por uma expedição aérea, através das aberturas polares ao interior oco da Terra.

Um dos primitivos colonos alemães de Santa Catarina, no Brasil, escreveu e publicou um livro em alemão antigo, tratando do Mundo Subterrâneo e baseando-se para isto em informações dos índios. O livro descreveu a Terra como sendo oca, com um sol no seu centro. O interior da Terra foi dito ser habitado por uma raça de frugívoros, livres de doenças, e de vida muito longa. Este Mundo Subterrâneo, o livro afirmava, era ligado à superfície por túneis, que se abriam principalmente em Santa Catarina e regiões limítrofes do sul do Brasil.

O autor dedicou quase seis anos de investigações ao estudo dos túneis misteriosos que se entrelaçam sob Santa Catarina, construídos obviamente por uma raça antiga, a fim de alcançar as cidades subterrâneas. As pesquisas ainda estão em andamento. Numa montanha, perto de Joinville, o canto coral dos homens e mulheres atlantes tem sido ouvido repetidamente - também o "Canto do Galo", que é a indicação da existência da abertura de um túnel que conduz a uma cidade subterrânea. O canto não é produzido por um animal, mas provavelmente por alguma máquina.

O  explorador russo,   Ferdinand   Ossendowski, autor de Beasts, Men and Gods, assevera que os túneis que circundam a Terra, passando sob os oceanos Pacífico e Atlântico, foram construídos por homens de   uma   civilização Hiperbórea, pré-glacial, que floresceu nas regiões polares quando o seu clima ainda era tropical, uma raça de super-homens, possuidores de poderes científicos de ordem superior, inclusive de máquinas para abertura de túneis, por meio das quais entrecruzaram a Terra com estes e das quais nada sabemos. Citaremos agora do notável livro de Ossendowski, contando suas próprias experiências na Mongólia, onde a crença na existência do Mundo Subterrâneo  de Agharta,  governado pelo Rei do Mundo, que vive na cidade sagrada  de  Shamballah,  é  universal.

Ossendowski  escreve:
"- 'Pare!' - disse o meu guia mongol, quando cruzamos o planalto de Tzagan Luk - 'Pare!' Seu camelo se abaixou sem que fosse necessário que ele o ordenasse. O mongol levantou sua mão num gesto de adoração e repetiu a frase sagrada:

- on mani paeme hum -."

Os outros mongóis imediatamente pararam os seus camelos e começaram a rezar.
- 'Que aconteceu?' - perguntei assombrado e fazendo parar o meu camelo.
Os mongóis rezaram por alguns momentos e então montaram nos camelos e seguiram.

- 'Olhe' - disse-me o mongol, - 'como os camelos mexem suas orelhas aterrorizados, como as crinas dos cavalos permanecem imóveis e alertas e como os camelos e o gado se ajoelharam no chão. Observe como as aves pararam de voar e os cães de latir. O ar vibra docemente e ouve-se uma canção que penetra no coração de todos os homens, animais e aves. Todos os seres vivos, tomados de medo, se prostraram por si próprios. O Rei do Mundo, no seu palácio subterrâneo, está fazendo profecias sobre os povos de toda a Terra.'

Assim falou o velho mongol.

Na Mongólia, com suas montanhas terríveis e planaltos ilimitados, nasceu um mistério que foi preservado pelos lamas vermelhos e amarelos. Os governantes de Lhasa e Ourga conservaram esta ciência e eram donos destes mistérios. Foi durante minha viagem à Ásia Central que ouvi pela primeira vez o Mistério dos Mistérios, ao qual a princípio não prestei atenção, o que fiz somente mais tarde, quando fui capaz de analisar e comparar certos testemunhos sujeitos a controvérsias freqüentes. Os velhos das margens do Amyil contaram-me uma lenda antiga, de acordo com a qual uma tribo mongol, buscando escapar de Genhis Khan, se escondeu numa terra subterrânea. Mais tarde, perto do Lago Nogan, Soyota me mostrou uma porta que servia como entrada para o reino de Agharta. Foi através desta porta que um caçador entrou naquela região e depois de voltar falou de sua visita. Os lamas cortaram sua língua para evitar que falasse a respeito do Mistério dos Mistérios. Na sua velhice ele retornou à entrada da caverna e desapareceu no Mundo Subterrâneo, cuja lembrança emocionou sempre o nômade.

Obtive informações mais detalhadas de Houtouktou Jelyl Djamsrap, de Narabanch Kure. Ele me contou a história da chegada do todo-poderoso Rei do Mundo à porta da saída do Mundo Subterrâneo, sua aparência, seus milagres e profecias. Comecei então a compreender esta lenda, esta hipótese, esta visão coletiva que, não importa como a interpretemos, esconde não somente um mistério mas também uma força real que governa e influencia o curso da vida política da Ásia. Desde aquele momento comecei minhas investigações. O lama Gelong, favorito do Príncipe Choultoun Beyli, me fez uma descrição do Mundo Subterrâneo.

Há mais de seis mil anos, disse ele, um homem santo desapareceu na Terra, acompanhado por uma tribo e nunca mais voltou à superfície. Este mundo interno foi também visitado por vários outros homens, como Cakya-Muni, Undur-Chengen Paspa, Baber e outros. Ninguém sabe onde acharam a entrada. Alguns dizem que está no Afganistão, outros que está na índia.

Todos os habitantes desta região estão protegidos contra o mal, e o crime não existe dentro de seus limites. A ciência se desenvolve tranqüilamente, jamais interrompida pelas guerras e livre do espírito de destruição.

Conseqüentemente o povo subterrâneo foi capaz de conquistar um grau muito elevado de sabedoria. Eles formam um vasto império com milhões de habitantes, governados pelo Rei do Mundo. Este domina todas as forças da natureza, pode ler o que está dentro da alma de todos e no grande livro do destino.

Invisivelmente, governa sobre oitocentos milhões de seres humanos, todos desejosos de executarem suas ordens. Todas as passagens subterrâneas no mundo inteiro levam ao Mundo de Agharta. Os lamas dizem que todas as cavidades subterrâneas da América são habitadas por este povo. Os habitantes dos continentes pré-históricos submersos (Lemúria e Atlântida) encontraram refúgio e continuaram a viver no Mundo Subterrâneo.

O lama Turgut, que fez a viagem de Ourga a Pequim junto comigo, deu-me detalhes adicionais. A capital de Agharta,  Shamballah, é cercada por vilas onde vivem os sábios sagrados.  Isto lembra Lhasa, onde o templo do Dalai Lama se ergue no topo de uma montanha circundado por templos e mosteiros. Seu palácio é cercado pelo dos Gurus, que controlam as forças visíveis e invisíveis da Terra, do seu interior até o céu, e são senhores da vida e da morte. Se a nossa louca humanidade continuar suas guerras, eles podem vir à superfície e transformá-la num deserto. Podem secar os oceanos, transformar continentes em mares e causar o desaparecimento de montanhas. Viajam em veículos estranhos,  desconhecidos  sobre  a  terra, a velocidades inacreditáveis, através de túneis dentro da Terra. Os lamas acharam vestígios destes homens em todas as partes e em inscrições nas rochas; e viram rastros das rodas dos seus veículos.

Quando pedi para me dizer quantas pessoas visitaram Agharta, o lama respondeu: '-Um grande número, mas a maioria daqueles que lá estiveram mantém o segredo enquanto vivem. Quando os Olets destruíram Lhasa, um dos seus regimentos, nas montanhas do sudoeste, alcançou os limites de Agharta e foi então instruído nas ciências misteriosas, razão pela qual os Olets e Talmuts tornaram-se profetas. Certas tribos pretas do leste também entraram em Agharta e continuaram vivendo lá por séculos. Mais tarde foram expulsas do Mundo Subterrâneo e voltaram a viver na superfície da Terra, trazendo com eles o conhecimento do mistério de profetizar por meio das cartas e da leitura das mãos. (Eles foram os ancestrais dos ciganos.) Numa certa região do norte da Ásia existe uma tribo que está em vias de desaparecer e que freqüenta as cavernas de Agharta. Seus membros podem invocar os espíritos dos mortos que vivem no espaço.'

O lama permaneceu em silêncio por algum tempo e então, em resposta aos meus pensamentos, continuou: -'Em Agharta os sábios escrevem em tabuletas de pedra todas as ciências do nosso planeta e de outros mundos. Os sábios budistas chineses sabem bem disto. Sua ciência é a mais avançada e pura. Em cada século os sábios da China se reúnem num lugar secreto, perto do mar, e escrevem, nas costas de uma centena de grandes tartarugas que saem do mar, as conclusões da ciência divina do seu século.'

Isto me fez lembrar uma história que me foi contada por um velho chinês, recepcionista no Templo do Céu, em Pequim. Disse-me ele que as tartarugas vivem três mil anos sem ar ou alimento e por esta razão todas as colunas do Templo do Céu azul sustentavam-se nas costas de tartarugas vivas, de modo que os suportes de madeira não apodrecessem.

Muitas vezes os governantes de Lhasa e Ourga mandaram embaixadores ao Rei do Mundo, disse o lama bibliotecário, mas não o puderam alcançar. Entretanto, um chefe tibetano, depois de uma batalha com os Olets, chegou a uma caverna cuja abertura tinha a seguinte inscrição:
'Esta porta leva a Agharta'.

Da caverna saiu um homem de bela aparência que o presenteou com uma tabuleta de ouro trazendo inscrições estranhas e lhe disse:

- ‘O Rei do Mundo aparecerá a todos os homens quando chegar o tempo da guerra do mal contra o bem; entretanto este tempo ainda não chegou. Os piores membros da espécie humana ainda estão por nascer.'

Chang Chum Ungern mandou o jovem Príncipe Pounzig como embaixador ao Rei do Mundo. O embaixador voltou com uma carta para o Dalai lama de Lhasa. Desejou mandá-lo uma segunda vez, mas o jovem embaixador jamais retornou."

* Alimente sua alma com mais A Terra Oca - Capítulo IX: Agharta, o Mundo Subterrâneo

Solange Christtine Ventura
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