terça-feira, 11 de dezembro de 2012

OS ATRIBUTOS DIVINOS: AMOR, PODER E SERENIDADE


Mestra Nada, Google images



De acordo com o guia espiritual de Eva Pierrakos existem na pessoa três atributos divinos:

Amor
Poder e
Serenidade.

O falso centro, eu idealizado, eu inferior conforme denominam as várias correntes espiritualistas e psicológicas, distorce estas três qualidades transformando-as em:

submissão (falsa concepção do Amor)
agressividade (falsa concepção de Poder)
retraimento (falsa concepção de Serenidade).

 Na pessoa psíquica, emocional e espiritualmente saudável, estes três atributos operam em perfeita harmonia de acordo com  situações específicas, se complementando e se fortalecendo uns aos outros.

Já na personalidade distorcida eles se excluem mutuamente visto que o eu idealizado escolheu uma delas como solução em todas as situações, generalizando as soluções, tornando-se uma atitude dominante e criando padrões dogmáticos  e rígidos de ação.


É dessa forma que as pessoas tentam superar seus sentimentos de isegurança e medo. Isto cria um círculo vicioso. As soluções que criam através deste processo traz consigo decepções e mais problemas. 


Como o processo não é eficaz vão ficando cada vez mais inseguras de si mesmas e quanto mais duvidam de si mesmas se perdem na solução equivocada
.
É necessário desenvolver um trabalho sobre si mesmo para descobrir qual destes tipos de distorção foi escolhida como padrão de solução em sua vida para poder corrigi-lo e  assim se apropriar do atributo divino correspondente. 

Não é o bastante compreender intelectualmente que quanto mais estiver envolvido em falsas soluções menos seu eu verdadeiro pode se manifestar.

É claro que isto requer um trabalho árduo e não acontece do dia para a noite mas qualquer caminhada sempre começa pelo primeiro passo. 


Permita que suas emoções venham para a luz e se você trabalhar com elas você vai  começar a sentir o valor intrínseco do seu eu verdadeiro. 

Só aí poderá abrir mão das falsas  concepções do eu idealizado. Esse é um processo recíproco: permitindo-se ver os falsos valores do seu eu idealizado, por mais doloroso que isso possa ser, os seus verdadeiros valores emergem gradualmente, de forma tal que você não mais precisa dos falsos valores.


Enquanto essa transformação não acontece os valores reais não contam nem você sente que eles existem seja porque eles contradizem as exigências do seu eu idealizado, seja porque tudo que vem naturalmente e sem esforço não parece real. 


Você está tão acostumada a se esforçar pelo impossível que não lhe ocorre que não há pelo que se esforçar, porque o que é realmente valioso já é. (já está lá, já existe).

A medida que prossegue com coragem em seu trabalho de auto descoberta, finalmente você verá seu eu verdadeiro pela primeira vez, verá suas limitações e, no início isto trará um grande choque. 


Ao tomar consciência de valores que jamais suspeitou existirem, dos quais nunca esteve consciente, então, um sentimento de força e autoconfiança emergirá e fará com que você visualize tanto a vida como a si mesmo de um modo diferente, estará despertando para uma nova consciência de si mesmo.

Fonte: Trecho compilado do livro: Não temas o mal de Eva Pierrakos e Donovan Thesenga.


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