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segunda-feira, 20 de julho de 2015

CONHEÇA HORIZON-1 – A PRIMEIRA COMUNIDADE AUTO-SUFICIENTE HIGH-TECH DO MUNDO!!




Horizon-1 é uma Comunidade Experimental de Alta Tecnologia com 2000 residentes, fundada em 2006, em local específico ainda não divulgado na Europa.
Horizon 1 é uma cultura Projetada e ela tem um propósito e esse propósito é promover uma atitude experimental em relação à própria vida enquanto extraindo e desenvolvendo o melhor na ciência e na tecnologia para promover o bem estar humano.
Nossa comunidade é Hi Tech, estamos na linha de frente na pesquisa científica na Europa, no que diz respeito a processos agriculturais, automação de máquinas, no entendimento desta complexa diversidade do nosso próprio comportamento. Experimentamos o uso de processos de tomada de decisão científicos no intuito de se atingir um modelo de vida mais saudável.
O trabalho de pesquisa avançada que ocorre em Horizon-1 tem a ver com o desenvolvimento de novas ferramentas tecnológicas para nos libertar dos trabalhos mundanos e repetitivos e nos permitir socializar, ser criativos, inventar e lidar com os problemas do mundo através de práticas aplicadas.
Somos uma comunidade de especialistas em arquitetura, engenharia, educação, agricultura, biologia, e é nossa intenção demonstrar para o público que uma sociedade pode ser socialmente sustentável e justa para todos, livre dos fardos do dinheiro, da competição, de guerras e da pobreza.
Uma sociedade planejada que toma conta das necessidades de sua população e que utiliza inovações tecnológicas de ponta para elevar a qualidade de vida de todos.
De acordo com Michael Hardy, arquiteto chefe da Divisão de Design Arquitetural de Horizon-1, toda a arquitetura da cidade foi criada no intuito de evitar o desperdício de espaço, criando estruturas eficientes. O espaço físico de Horizon-1 foi projetado em forma circular, com uma capacidade de até 2.000 habitantes. Nesse modelo é mais fácil de se locomover na cidade, as distâncias são mais curtas.
Horizon-1 possui um sistema de transporte público automatizado que permite ao seus residentes se deslocarem a qualquer ponto da cidade, desde das áreas residenciais até as áreas de trabalho e pesquisa (laboratórios, biblioteca, hall de refeições, centros de arte, e para as várias áreas rurais de cultivo hidropônico.)
A natureza é muito presente em Horizon-1, com florestas e jardins tanto dentro da cidade como ao seu redor.
Fazendas hidropônicas produzem alfaces e tomates. Carolina Fierro, cientista da Divisão de Tecnologias de Agricultura de Horizon-1 diz que atualmente está envolvida na investigação para criar novas tecnologias hidropônicas para otimizar a produção de alimentos, isso inclui novas abordagens para métodos automatizados de agricultura. Carolina diz que eles cultivam todos os tipos de vegetais para os residentes de Horizon-1, desde tomates, alface, pepinos, cebolas, pimentas até frutas tropicais como bananas, melões e mangas, tudo é cultivo nos chamados Biodomos que utiliza temperatura controlada. Somos auto-suficientes em termos alimentares, já ressemeamos as sementes que cultivamos, já produzimos nossas próprias sementes afirmou Carolina.
James Peterman, cientista da Divisão de Tecnologias Aplicadas de Horizon-1, diz que sua especialização é inteligência artificial e como essa tecnologia pode ser aplicada em trabalhos repetitivos. “Aqui em Horizon-1 mais e mais tarefas repetitivas estão sendo realizadas por máquinas.
Horizon-1 em breve irá abrir para visitação pública, serão convidados pesquisadores de todas as áreas a conferirem com os seus próprios olhos o sistema em funcionamento, deixando claro que essa “utopia” é uma realidade, seus idealizadores querem mostrar para as pessoas de todo mundo que é possível viver de forma digna, com entusiasmo, sem ter que desperdiçar uma vida inteira sobrevivendo em sistema que não satisfaz as necessidades de seu povo. Um questionamento das bases que regem nossa civilização atual.
“Dada a natureza confidencial dos avançados trabalhos tecnológicos e experimentais na comunidade, a filmagem de alguns laboratórios e áreas técnicas foram restritas a pedido da Divisão de Pesquisas Horizon”.

Se você quiser mais informações sobre esse projeto, acesso o canal de youtube deles nesse link:  www.youtube.com/channel/UCPpamaP-_a3zMH4OTuSKusA
Canal do youtube da Prosocial Progress Foundation

Documentário sobre Horizon-1 *Legendas em português clique em CC

sexta-feira, 10 de abril de 2015

JAPÃO TERMINA CONSTRUÇÃO DE CIDADE INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL.

Painéis solares instalados nos telhados das casas garantem a energia necessária para os moradores de Fujisawa




Getty Images


http://institutoecoacao.blogspot.com.br/2014/12/fuji-sawa-sustainable-smart-town.html


http://institutoecoacao.blogspot.com.br/2014/12/fuji-sawa-sustainable-smart-town.html

A “cidade do futuro” já é realidade, pelo menos, no Japão. Na última semana o projeto da Fujisawa Sustainable Smart Town teve a fase de construção concluída. A Panasonic, responsável pelo complexo, trabalha agora nos últimos detalhes e na venda das residências.

A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, faz parte de um projeto realizado pela Panasonic com mais oito empresas parceiras com o intuito de recuperar áreas devastadas por um terremoto e tsunami. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” é a consciência energética e ecológica.

A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Em consequência, isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas.

As casas já possuem painéis solares embutidos, que fornecem energia para a residência e ainda armazenam o excedente em uma bateria para uso posterior. O projeto também oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros próprios, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos.

Toda a cidade é equipada com sensores em rede que controlam a iluminação pública e garante, que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local. O município também tem um "eixo verde", com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.

Fonte : http://ciclovivo.com.br/noticia/japao-termina-construcao-de-cidade-inteligente-e-sustentavel

sexta-feira, 4 de abril de 2014

ISKANDAR, A FUTURA CIDADE SUSTENETÁVEL

iskandar-malaysia-1


Iskandar, uma loca­li­dade situ­ada no Sul da Malásia, vai ser o palco do nas­ci­mento de uma cidade sus­ten­tá­vel. A bra­ços com o cres­ci­mento popu­la­ci­o­nal, Iskandar tem actu­al­mente uma popu­la­ção cal­cu­lada em 1.3 milhões, mas espera-​​se que este número atinja os 3 milhões em 2025. Para res­pon­der a este desa­fio, o  governo malaio  em con­junto com um pai­nel inter­na­ci­o­nal de con­sul­to­res pre­tende criar uma cidade ambi­en­tal­mente res­pon­sá­vel, que uti­liza fon­tes lim­pas de energia.

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quinta-feira, 9 de maio de 2013

CIDADES DO FUTURO


Metropóle inteligente na Ásia custará menos que Copa do Mundo
Iskandar Malásia - este é nome da primeira "metrópole inteligente" do sudeste asiático.
A cidade está sendo construída com fundações firmes em princípios de integração social, baixas emissões de carbono, economia verde, tecnologias verdes, sustentabilidade e todos os demais conceitos relacionados com uma nova economia mundial.
Mas será que o caminho é realmente investir em cidades? Parece que sim, desde que sejam cidades concebidas em novos formatos.
As Nações Unidas estimam que a população humana passará dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões até 2050 - e mais de 6 bilhões vão viver em ambientes urbanos, um número que é quase o dobro de hoje.
Esse aumento exigirá a construção de uma cidade de 1 milhão de habitantes a cada semana até 2050, segundo cálculos dos especialistas.
Além disso, o estresse ambiental causado por esse intenso crescimento urbano será imenso - mais de 70% das emissões de CO2 hoje se relacionam com as necessidades das cidades.
É por isso que especialistas internacionais afirmam que Iskandar e outros empreendimentos do tipo são modelos para o desenvolvimento urbano sobretudo nos países emergentes, com populações que crescem a taxas mais altas.
Opções para o futuro

E dinheiro para isso também parece não faltar.
Iskandar já se mostrou um poderoso ímã para o investimento privado, incluindo enormes estúdios da Pinewood Films, o primeiro parque temático Legoland da Ásia, e campi remotos de diversas universidades ocidentais, incluindo Universidade Newcastle do Reino Unido, Universidade de Southampton e Marlborough College, todas localizadas na "edu-city" de 140 hectares.
De 2006, quando o projeto foi iniciado, até junho de 2012, Iskandar atraiu US$ 31,2 bilhões em investimentos, 38% dos quais vindos de fontes estrangeiras.
Isso é menos do que custará a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
A diferença é que, em vez de consumo de recursos públicos e estádios sem utilização, a cidade de Iskandar deverá ter um PIB de US$ 93,3 bilhões em 2025, um aumento de 465% em relação a 2005, antes do início do projeto - um PIB per capita de US$ 31.100 dólares.
Além da "metrópole inteligente" de Iskandar, a Malásia está criando "aldeias inteligentes" e "eco-cidades", constituídas de casas a preços acessíveis, instalações educacionais, de formação e de lazer de alta tecnologia e um sistema agrícola criativo, em circuito fechado, proporcionando alimentos e renda suplementar aos moradores das pequenas cidades.



 

quinta-feira, 7 de março de 2013

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

IMAGEM GOOGLE
MAIOR EDIFÍCIO SOLAR DO MUNDO NO NOROESTE DA CHINA
Prédio comercial utiliza apenas energia solar 
http://blogdoadeli.blogspot.com.br/2011/08/cidades-sustentaveis-relogio-solar.html

O design da construção é baseado na forma de um relógio de sol, o que permite uma melhor eficiência de captação mesmo com o movimento da Terra em relação ao sol ao longo do dia e dos meses.

O edifício é coberto de painéis solares que captam a luz natural e a transformam em energia. Além de estimular a busca por fontes de energias renováveis para substituir combustíveis fósseis, foi utilizada uma mínima quantidade de aço em sua estrutura, que conta também com telhado e paredes isolantes que garantem economia de energia de 30% em relação à média nacional.


Crédito: Crédito: Uploaded on February 19, 2010 by whl.travel CURITIBA


Mais de 200 prefeitos eleitos se comprometeram a promover o desenvolvimento sustentável nos seus municípios durante sua gestão, aderindo ao Programa Cidades Sustentáveis. Entre as 205 cidades que elegeram prefeitos signatários do programa constam capitais como o Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Salvador.

No total, 548 candidatos a prefeito de 330 cidades assinaram a carta compromisso. Para as organizações responsáveis pelo programa (Rede Nossa São Paulo, Instituto Ethos e Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis), o número de adesões e de prefeitos eleitos comprometidos com o programa superou as expectativas iniciais.

Mesmo assim, os prefeitos eleitos que não aderiram o programa ainda podem assinar a carta-compromisso. Para isso, basta acessar a página do programa e seguir as instruções.

Programa
O objetivo do Programa Cidades Sustentáveis é sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para as cidades brasileiras se desenvolverem de forma econômica, social e ambientalmente sustentável. Para tanto, pretendem engajar cidadãos, organizações sociais, empresas e governos. Apartidário, o programa já é uma realidade em todo o país. Além dos prefeitos eleitos, dezenas de organizações da sociedade civil, empresas e órgãos públicos firmaram parceria com a causa.